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Escola Profissional de Braga

Núcleo Gerador: Direitos e deveres

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Neste contexto, eu reconheço os meus direitos bem como as minhas obrigações. Aqui devemos ter em conta a velha máxima: a minha liberdade termina quando começa a dos outros….

É certo que no dia-a-dia encontramos várias situações; que põe em causa todos estes parâmetros é fundamental e deve fazer parte da formação moral de cada indivíduo o que denominamos de “civismo” civismo é um conjunto de qualidades que formam um bom cidadão como sejam: o amor a liberdade o culto do direito e justiça, o empenho e dedicação ao trabalho, a postura pessoal na contribuição de uma sociedade melhor, a respeitabilidade integral dos direitos e deveres institucionais, sociais e culturais a instrução cívica tem como fundamento formar o cidadão, ministrando-lhe regras de conduta que possam orientar na sua vida pública.

Tenho uma situação em concreto no prédio onde resido, que passo a explicar.

O empreiteiro e dono do edifício, não quer entregarem o condomínio do mesmo. Sendo que, cada um dos moradores toma conta da limpeza e manutenção deste; o que acaba sempre por gerar pequenos conflitos entre os residentes.

Temos ainda conhecimento que foram colocadas duas antenas emissoras de telecomunicações. Ora, nós moradores sabemos que a empresa que coloca as ditas antenas, paga um determinado montante ao condomínio, o que nos leva a desconfiar que o empreiteiro está a usufruir indevidamente desse montante.

Infelizmente diz a lei que o condomínio só pode ser constituído pela maioria dos condóminos. Acontece que essa pluralidade pertence ao próprio empreiteiro porque a maior parte das fracções não foram vendidas sendo ele que as representa.

Assim sendo pouco ou nada podemos fazer fico então na expectativa de saber se quando o resto das fracções for vendido ele vai apresentar o contrato da colocação para exploração do sinal dessas antenas assim como os valores nele representado.

Este tipo de situações tem gerado vários conflitos entre uns e outros, visto que uns cumprem as suas obrigações, outros não

Como onde estou tem pessoas com idade tento sempre que possível não só cumprir com a minha parte como também ajudar os outros.

A minha esposa faz limpeza da parte que nos pertence e eu sempre que é necessário mudar uma lâmpada ou outro tipo de avaria menor disponibilizo-me para o fazer, no que toca a minha pessoa tento sempre contribuir para a harmonia do bem comum que julgo ser necessário num conjunto de habitações, cuja entrada tem uma porta única e a circulação exterior de acesso é partilhada por todos os seus residentes.

Reconheço que actualmente tenho uma maior lucidez no que concerne a direitos e deveres laborais, pois para além dos conhecimentos que tinha tenho aprofundado melhor o conceito de leis em que ‘a data que escrevo estas linhas conclui duas cadeiras universitárias em que o teor de ambas é o direito. Nomeadamente:

Direito constitucional e introdução do estudo ao direito. Principalmente no direito constitucional pude aprofundar muito mais a nossa constituição e perceber que nela esta bem patente os nossos direitos laborais mais concretamente nos artigos xy.

Aproveito para expressar a minha “indignação” no que diz respeito á atitude que a firma para a qual actualmente trabalho teve para com a minha pessoa, mediante isto passo então a explicar: o facto de eu ter equacionado á hipótese de estudar começou a ter vários problemas com a minha chefia directa. Começou por inicialmente querer complicar o meu acesso ao estatuto de trabalhador estudante em que segundo ele não era um direito alienável pelos trabalhadores; como é óbvio eu tentei explicar-lhe que isso era um direito adquirido por qualquer trabalhador de qualquer firma que opte por estudar tentando dessa forma obter uma maior qualificação e realização pessoal. Em virtude desse primeiro confronto ele entendeu que continuava com a sua razão e começou a não aceitar que eu usufrui-se de um horário que fosse compatível com as aulas pois segundo ele a firma estava em primeiro lugar.

Confesso que fiquei estupefacto com semelhante atitude pois nos tempos que correm pensei que essas mentalidades retrógradas já estavam extintas principalmente numa altura em que o nosso primeiro-ministro apregoa tanto para a educação mais concretamente para as novas oportunidades.

Infelizmente tive varias altercações com ele na tentativa de explicar o que a lei é taxativa mas todas as minhas tentativas foram em vão. Perante a indolência e indiferença da minha chefia fui obrigado a recorrer as entidades sindicais para que pudessem de alguma forma servirem de mediadores e demonstrarem aquilo que estava em patente no código de trabalho no artigo xô e mais bem explicito no acordo de empresas que existe entre sindicatos e a empresa nas alíneas xy . Mesmo assim perante todos estes factos não encontrei grande receptividade por parte dele e vi-me na obrigação de contratar um advogado para que tomasse uma diligencia directamente com a sede da empresa mais concretamente com os administradores para expor toda a situação e referindo que não era minha intenção entrar em conflitos directos mas se fosse o caso iria invocar todas as leis existentes e faria uma denuncia á ACT (actividade para as condições de trabalho) concluindo que esse seria o ultimo recurso. Como é óbvio a empresa nessa altura contactou o sindicato e pediu para me comunicar que tudo não havia passado de um mal entendido e que como é óbvio eu iria usufruir dos direitos que tinha e que a empresa orgulhava-se pelo facto de eu estar a tirar um curso superior já que não há memória de um motorista proceder a tal acto. Por tudo isto aprofundei mais os meus conhecimentos no que diz respeitos a direitos e deveres laborais.

Núcleo gerador: direitos e deveres

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Para podermos exigir dos outros, temos que primeiro exigir de nos próprios e para exigir temos também de cumprir. Assim sendo, como tudo na vida, temos direitos e deveres!

Os trabalhadores têm direitos individuais e colectivos. Podemos então dar dois exemplos elucidativos.

Os direitos individuais são exercidos por cada um de nós o trabalhador tem acesso a informação e formação adequada á prevenção… prevenção de riscos de acidentes ou doenças e recebe então retribuição que deve ser justa e adequada ao seu trabalho.

Direitos colectivos decorrem do exercício de cargos em organizações representativas dos trabalhadores e temos como exemplo e exercício do direito ‘a greve.

Quanto a direitos sociais são aqueles a que todos os indivíduos têm direito e visam proteger e garantir que as pessoas tenham acesso a bens e serviços necessários e uma vida digna.

Garantem também apoio quando existem situações como por exemplo desemprego doenças velhice invalidez contribuições da segurança social ou seja incube ao estado organizar e garantir a todos os indivíduos os direitos sociais mas apela também ‘a participação de um conjunto de organizações e instituições públicas e privadas para que ajudem a criar condições para que esses direitos sejam assegurados.

É o caso de associações que apoiam e participam assim como todos nós para o financiamento destes apoios através de pagamentos de impostos.

O trabalhador tem direito:

A ser respeitado, com honradez

A receber o seu ordenado “a horas”

As boas condições de trabalho e bom ambiente entre colegas.

A uma formação para atingir determinada posição na empresa (se for o caso) para melhor produtividade.

A exercer uma actividade de autonomia técnica

A pertencer á comissão de trabalhadores á comissão de trabalhadores (se assim o desejar)

Á protecção de saúde em que o empregador tem que dispor de meios e utensílios para a protecção de doenças e acidentes de trabalho.

As medidas de higiene no estabelecimento com equipamento e utensílios utilizados na sua actividade.

O registo do pessoal deve estar actualizado com indicações dos nomes datas de nascimento inspecção do trabalho e mapa de férias afixado

Assim o trabalhador tem a garantia:

Exercer os seus direitos sem que lhe sejam aplicadas sanções, ou desfavorecimento devido a esse exercício.

De não ser despedido sem justa causa.

De não ceder a pressões que influenciem o seu trabalho e dos seus companheiros.

De que o seu salário não será diminuído. (só em casos previstos na lei).

De não baixar de categoria salvo as excepções previstas na lei.

De não ser transferir do seu local de trabalho, salvo casos previstos no código e legislação em vigor.

De não ser cedi a outras empresas (salvo casos previstos na lei).

De não ser obrigado a adquirir bens e utilizar serviços pelo empregador ou pessoas por ele indicados.

De que podem ter acesso a usufruir de cantinas e refeitórios não sendo explorados por estes serviços.

De que não podem cessar contrato devido aos anos de serviço e a garantia de uma indemnização ao fim do mesmo.

Formação Profissional:

Princípio geral:

- O empregador deve proporcionar do trabalhador acções formação profissional adequadas a sua qualificação.

O trabalhador deve participar de modo diligente nas acções de formação profissional que lhe sejam proporcionados, salvo se houver motivo atendível.

Compete ao estado, em particular, garantir o acesso dos cidadãos á formação profissional, permitindo todos a aquisição e a permanente actualização dos conhecimentos e competências desde a entrada na actividade na vida activa e proporcionar os apoios públicos ao funcionamento do sistema de formação profissional.

Objectivos

São objectivos de formação profissional:

Garantir uma qualificação inicial a todos os jovens que tenham ingressado ou pretendem ingressar no mercado de trabalho sem ter ainda obtido essa qualificação

Promover a formação continua dos trabalhadores empregados, enquanto instrumento para a competitividade das empresas e para a valorização e actualização profissional, nomeadamente quando a mesma é promovida e desenvolvida com base na iniciativa dos empregadores.

Garantir o direito individual á formação, criando condições objectivas para que o mesmo possa ser exercido independentemente da situação laboral do trabalhador.

Promover a qualificação ou a reconversão profissional de trabalhadores desempregados, com vista ao seu rápido ingresso no mercado de trabalho;

Promover a reabilitação profissional de pessoas com deficiência, em particular daqueles cuja incapacidade foi adquirida em consequência de acidentes de trabalho.

Promover a integração socioprofissional de grupos com particulares dificuldades de inserção do desenvolvimento de acções de formação profissional especial.

Vários quadrantes políticos, religiosos e civis alertam para os graves problemas de desemprego e da precariedade; problemas que expressam bem parte das dramáticas realidades que pesam sobre os trabalhadores portugueses.

Nota: De seguida coloco um artigo da Net sobre o Desemprego…

“Desemprego no 3º trimestre de 2009
Portugal contabilizava no 3º trimestre de 2009 547,7 mil desempregados.

Segundo as estimativas do Instituto Nacional de Estatística (INE) existiam em Portugal no 3º trimestre de 2009 547,7 mil desempregados, mais 114,0 mil do que no período homólogo de 2008 - um aumento, portanto de 26,3%. O desemprego masculino (que atingia 267,6 mil indivíduos), cresceu mais nesse período do que o feminino (38,2% para 16,7%), embora a taxa de desemprego dos homens (9,1%) seja inferior à verificada entre as mulheres (10,6%).
Com uma taxa de desemprego de 10,3% (389,7 mil indivíduos), a população que não foi além do 9º ano de escolaridade é a que regista para este indicador um valor mais elevado. A taxa de desemprego entre a população que completou no máximo o ensino secundário situou-se nos 9,8% (93,7 milhares), enquanto entre os detentores de formação superior esse registo foi de 7,7% (64,3 milhares). Por outro lado, estes resultados indicam que o número de desempregados que concluíram no máximo o ensino básico e secundário foi, respectivamente, 30,4% e 41,5% superior ao verificado no 3º trimestre de 2008. No caso dos desempregados que concluíram o ensino superior este indicador conheceu uma diminuição de 6,4% (de 68,7 mil para 64,3 mil). Quanto aos dados do desemprego territorialmente enquadrados, constata-se que o Algarve é a região em que o número de desempregados mais aumentou, em termos relativos, entre o 3º trimestre de 2008 e o de 2009: de 13,4 mil para 23,0 mil, isto é, um crescimento de 71,6%. Segue-se-lhe a Região Autónoma da Madeira, na qual este indicador aumentou 41,1%. No Norte, Centro, Lisboa e na RA Açores essa evolução situou-se entre 21,0% e 26,9%, enquanto no Alentejo foi de 12,0%. De referir que no Alentejo e na Região Autónoma dos Açores o número de desempregados diminuiu face ao trimestre anterior quase 12,0%. Em termos absolutos, a região do Norte, que se estima ter 226,7 mil desempregados, é a que contribui com um maior número de desempregados para o total nacional (41,4% dos 547,7 mil desempregados) e a que apresenta uma taxa de desemprego mais elevada (11,6%).
Com 88,8 mil desempregados, o grupo etário dos 15-24 anos é o apresenta uma taxa de desemprego mais elevada (19,2%), quase o dobro da média nacional, embora seja na faixa dos 25-34 anos que se concentra a maior porção dos desempregados em Portugal: 167,8 mil (30,6% do total). Por outro lado, o número de desempregados que integram os grupos etários dos 35-44 anos e dos 45 anos e mais foram os que mais cresceram face ao período homólogo de 2008: 39,8% em ambos os casos, enquanto nas duas faixas etárias mais jovens (15-24 e 25-34 anos) esse aumento foi, respectivamente, de 1,8% e 21,2%. De destacar ainda o facto de 253,4 mil desempregados estarem nessa situação há mais de um ano, 144 mil dosdesemprego_3trimestre2009_portugal_quadro1 quais há mais de 25 meses.”

OQuadro 2 apresenta o valor da taxa de desemprego em Portugal entre o 3º trimestre de 2008 e o 3º trimestre de 2009, de acordo com as variáveis sexo, idade, nível de escolaridade e região. Importa destacar o facto da taxa de desemprego ter conhecido o seu maior aumento, nesse intervalo temporal, entre o 4º trimestre de 2008 e o 1º trimestre de 2009: crescimento de 1,1 pontos percentuais. Esse crescimento foi de 1,3 pontos percentuais entre a população masculina, de 2,0 entre os que não foram além do 2º ciclo do Básico e de 3,6 no Algarve. Entre esses dois trimestres, a taxa de desemprego entre a população com 18-24 anos aumentou 2,1 pontos percentuais, fixando-se acima dos 20,0%.

O Gráfico 1 contém informação relativa às taxas de desemprego nos países da UE-27 no 3º trimestre de 2009 entre a pop. 15-74 Anos (a informação dos quadros 1 e 2 diz respeito ao total da população activa). A Letónia e Espanhadestacam-se dos demais países, com taxas de desemprego de 18,4% e 17,9%. Também na Lituânia, Estónia, Irlanda, Eslováquia, Hungria e Portugaleste indicador ultrapassou/atingiu os 10,0%. Com uma taxa de desemprego de10,0% no 3º trimestre de 2009 (pop.15-74 anos). A Holanda é o país que registou o mais baixo valor desta medida no período em causa - embora seja importante realçar a especificidade da composição do emprego neste país, nomeadamente o importante peso relativo do trabalho a tempo parcial.

Nota metodológica: O valor da taxa de desemprego em Portugal no 3º trimestre de 2009 foi de 9,8%. No cálculo deste número tem-se em consideração o total da população activa. É este o valor que surge no Quadro 1 e 2. O Gráfico 1 apresenta para esta medida um valor diferente (10,0%), pois a informação disponibilizada pelo Eurostat diz respeito apenas à população com idade entre os 15-74 anos, e não ao total da população activa.

O flagelo do desemprego é algo que devemos ter sempre em consideração, pois é algo, que tem atormentando, os portugueses em todos os estratos populacionais.

Este tormento que é o desemprego, denota fragilidades na nossa economia, pois a mesma indica, que não consegue criar laços comerciais, com vista a poder ter incremento de emprego e desta forma se tornar auto-suficiente.

O desemprego de longa duração, é algo que devemos ter em atenção, essencialmente acontece depois de as pessoas terem 40 anos, e que para as empresas e para os patrões, são considerados velhos demais para o trabalho, e para os governos, são novos demais para se poderem reformar. Esta dualidade de critérios faz com que a sociedade tenha taxas altas de desempregados de longa duração.

O grande problema do desemprego de longa duração, está na população mais jovem, a dos 20 até aos 40, que muitos deles têm dívidas de casas, outros pretendem começar a vida e poder ter, quem sabe mesmo filhos (úteis para assegurar a segurança social, nos próximos anos), e não conseguem ter um emprego estável e que seja, condigno com as suas qualificações, pois muitos deles, especialmente os mais novos, endividaram-se para poderem tirar um curso superior, que nada serviu, e que na sociedade actual parece perder cada vez mais peso, aquando da procura de trabalho.

O governo, que entrou em funções a pouco, teve como bandeira principal, a diminuição da taxa de desemprego, especialmente das franjas mais jovens, para que estas possam seguir as suas vidas, poderem casar e mesmo até combater o fosso que está cada vez a ficar maior, que é o cavo entre nascimentos e mortalidade.

O desemprego de longa duração, é nefasto para as pessoas, podendo mesmo ser causador de doenças, muito graves como depressões, e levar as pessoas a não acreditar em nada, nem em ninguém.

Constatei ainda que o desemprego atinge na sua maioria jovens e mulheres.

Concluo assim que o novo ano que se aproxima não se adivinha melhor que o anterior

A realidade que decorre da política do governo sobre o mais recente código de trabalho, traduz-se ainda no facto de por um lado, ter levado por diante a maior destruição de postos de trabalho efectivos, e por outro lado, permitiu-se estimular o alargamento desse flagelo anti-social que é o emprego precário.

Esta precariedade constitui um brutal atentado aos direitos sócias, políticos e humanos dos trabalhadores.

Sendo que a chantagem e o medo estão presentes todos os dias em milhares de empresas nas quais os trabalhadores encontram-se perante o domínio absoluto dos patrões e correm o risco de despedimento.

Se usarem um direito constitucional consagrado: lutar pela defesa dos seus interesses e direitos sociais e laborais, consagrados na constituição portuguesa vê art.º

Reconheço que actualmente tenho uma maior lucidez no que concerne a direitos e deveres laborais, pois para além dos conhecimentos que tinha tenho aprofundado melhor o conceito de leis em que ‘a data que escrevo estas linhas conclui duas cadeiras universitárias em que o teor de ambas é o direito. Nomeadamente:

Direito constitucional e introdução do estudo ao direito.

Principalmente no direito constitucional pude aprofundar muito mais a nossa constituição e perceber que nela esta bem patente os nossos direitos laborais mais concretamente nos artigos xy.

Aproveito para expressar a minha “indignação” no que diz respeito á atitude que a firma para a qual actualmente trabalho teve para com a minha pessoa, mediante isto passo então a explicar: o facto de eu ter equacionado á hipótese de estudar! Comecei a ter vários problemas com a minha chefia directa. Começou por inicialmente querer complicar o meu acesso ao “estatuto de trabalhador estudante” em que segundo ele não era um direito alienável pelos trabalhadores; como é óbvio eu tentei explicar-lhe que isso era um direito adquirido por qualquer trabalhador de qualquer firma que opte por estudar tentando dessa forma obter uma maior qualificação e realização pessoal.

Em virtude desse primeiro confronto ele entendeu que continuava com a sua razão e começou a não aceitar que eu usufrui-se de um horário que fosse compatível com as aulas pois segundo ele a firma estava em primeiro lugar.

Confesso que fiquei estupefacto com semelhante atitude pois nos tempos que correm pensei que essas mentalidades retrógradas já estavam extintas principalmente numa altura em que o nosso primeiro-ministro apregoa tanto para a educação mais concretamente para as novas oportunidades.

Infelizmente Tive varias altercações com ele na tentativa de explicar o que na lei é taxativo mas todas as minhas tentativas foram em vão.

Perante a indolência da minha chefia fui obrigado a recorrer as entidades sindicais para que pudessem de alguma forma servirem de mediadores e demonstrarem aquilo que estava bem patente no código de trabalho no artigo xy e mais bem explicito no acordo de empresas que existe entre sindicatos e a empresa nas alíneas xy . Mesmo assim perante todos estes factos não encontrei grande receptividade por parte dele e vi-me na necessidade de contratar um advogado para que tomasse uma diligencia directamente com a sede da empresa mais concretamente com os administradores para expor toda a situação e referindo que não era minha intenção entrar em conflitos directos mas se fosse o caso iria invocar todas as leis existentes e faria uma denuncia á ACT (actividade para as condições de trabalho) concluindo que esse seria o ultimo recurso. Como é óbvio a empresa nessa altura contactou o sindicato e pediu para me comunicar que tudo não havia passado de um mal entendido e que como é óbvio eu iria usufruir dos direitos que tinha e que a empresa orgulhava-se pelo facto de eu estar a tirar um curso superior já que não há memória de um motorista proceder a tal acto. Por tudo isto aprofundei mais os meus conhecimentos no que diz respeitos a direitos e deveres laborais.

Núcleo gerador: direitos e deveres

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Ensinou-me o tempo, que a dita “revolução dos cravos” foi fundamental para a conquista dos direitos e deveres fundamentais. No que diz respeito a direitos, liberdades e garantias constitucionais, contextos que no anterior regime politico não estavam contemplados ou sequer regimentados na constituição portuguesa.

Podemos destacar alguns desses direitos e deveres fundamentais que são:

Direitos e liberdades e garantias pessoais

Direitos liberdades e garantias dois trabalhadores

Direitos e liberdades e garantias da participação política

Direitos e deveres culturais

Direitos e deveres económicos

Direitos e deveres sociais

(VER A CRP)

De acordo com o pouco conhecimento que tenho sobre o percurso da respeitabilidade que a constituição portuguesa se impõe a todo, desde cidadão comum ate às instituições por vezes existe uma relativa distorção do “tal” cumprimento inadiável que, consequentemente pode criara dificuldades entre a competência da fiscalização constitucional e á parte envolvida, que pode ser claro esta, qualquer um de nós.

Todos nós temos um papel importante na participação activa dos nossos direitos e deveres de cidadania como por exemplo acontece nos actos eleitorais, fóruns de ideias em eventos de ideias políticos, sociais e económicos, implementam assim a dinâmica contributiva para a votação institucional no âmbito das várias secções eleitorais (europeias, legislativas, autárquicas e outros mais de natureza politico social)

Elegendo deste modo os seus legítimos representantes em varias competências da governabilidade estrutural do pais.

Gostaria ainda de referir ainda, o facto de até ao dia 25 de Abril de 1974, as mulheres não beneficiarem dos direitos da participação nas urnas eleitorais e serem excluídas dos recenseamentos; sendo de salientar uma das maiores conquistas dos direitos de igualdade e oportunidade, como deve ser num estado de direito democrático.

Vou passar alguns dos direitos e deveres que constam na nossa constituição e que são mais conhecidos por DLg's (direitos liberdades e garantias)

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Gradualmente o ser humano foi organizando estratégias de defesa e estruturas de exigência de respeito pelos seus direitos, aceitando em contra partida as regras dos seus deveres saliento aqui alguns desses direitos e deveres tais como:

Direitos da criança

Direitos humanos

Direitos da mulher

Direito do consumidor

Direitos dos animais

Direitos de autor

Direitos, direito de dever do empregador

Direitos e deveres do trabalhador

O actual código do trabalhador, que foi muito debatido nos vários sectores político-partidários na AR e na concertação social, não deixou de ser polémico, na medida em que, instalou uma certa desconfiança no que confere á protecção do trabalhador justo e seguro do profissional tendo sido o referido diploma vetado pelo presidente da república e para o “contentamento de alguns e resignação de outro promulgado pelo chefe de estado em diário da república.

É do meu conhecimento, algum do conteúdo dessa citada legislação e assim descrevo-a interpretando de modo individual os pontos que mereceram a minha maior atenção:

Espírito único entre o empregador e o empregado:

O empregador e o trabalhador no comprimento das respectivas obrigações assim como no exercício dos correspondentes direitos devem proceder de boa fé.

Na execução do contrato de trabalho devem os postes colaborar na obtenção da maior produtividade, bem como na promoção humana, profissional e social do trabalhador.

Deveres do empregador:

Sem prejuízo de outras obrigações o empregador deve:

Respeitar e tratar com urbanidade e probidade o trabalhador;

Pagar postalmente a retribuição que deve ser justa e adequada ao trabalho;

Proporcionar boas condições de trabalho tento do ponto de vista físico como moral;

Contribuir para a elevação do nível de produtividade do trabalhador nomeadamente proporcionando-lhe formação profissional;

Possibilitar o exercício e cargos em organizações representativas dos trabalhadores;

Prevenir riscos e doenças profissionais, tendo em conta a protecção na segurança e saúde do trabalhador, devendo indemnizá-lo dos prejuízos resultantes de acidentes de trabalho adoptar no que se refere á higiene segurança e saúde no trabalho as medidas que decoram para a empresa, estabelecimento ou actividade da aplicação das prescrições legais e convencionais vigentes;

Fornecer ao trabalhador a informação e formação adequadas á prevenção de riscos de acidente e doença

Deveres do trabalhador

Sem prejuízo de outras obrigações o trabalhador deve:

Respeitar e tentar com urbanidade e probidade o empregador, os superiores hierárquicos, os companheiros de trabalho e as demais pessoas que estejam ou entram em relação com a empresa.

Comparecer ao serviço com assiduidade e pontualidade; Realizar o trabalho com zelo e diligência; Cumprir as ordens e instruções do empregador em tudo o que respeite a execução e disciplinado trabalho salva na medida em que se mostrem contrarias aos seus DLGS:

Guardar lealdade ao empregador nomeadamente não negociando por conta própria ou aldeia em concorrência com ele nem divulgando informação referentes á sua organização, métodos de produção de negócios.

Valor pela conservação e boa utilização de bons relacionamentos com o seu trabalho que lhe fossem confiados pelo empregador.

Promover ou executar rodos os actos tendentes a melhoria de produtividade da empresa.

Cooperar na empresa estabelecimento ou serviço para a melhoria do sistema de segurança, higiene e saúde no trabalho.

Nomeadamente por intermédio dos representantes dos trabalhadores eleitos para esse fim.

Cumprir as prescrições de segurança, higiene e saúde no trabalho estabelecidos nas disposições legais ou convencionais aplicáveis, bem como as ordens dadas pelo empregador.

Garantias do trabalhador:

É proibido ao empregador opor-se, por qualquer forma, a que o trabalhador exerça os seus direitos, bem como despedi-lo, aplicar-lhe outras sanções, ou trata-lo desfavoravelmente por causa desse exercício Obstar injustificadamente, á prestação efectiva do trabalhador;

Exercer pressão sobre o trabalhador para que actue no sentido de influir desfavoravelmente nas condições de trabalho dele ou dos companheiros.

Diminuir a retribuição, salvo nos casos previstos na lei neste código e nos instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho ou quando haja acordo;

Ceder trabalhadores do quadro de pessoal próprio para utilização de terceiros que sobre esses trabalhadores exerçam os poderes de autoridade e direcção próprios do empregador ou por pessoa por ele indicada, salvo nos casos especialmente previstos;

Obrigar o trabalhador a adquirir bens ou a utilizar serviços fornecidos pelo empregador ou por pessoa por ele indicada.

Explorar, com fins lucrativos, quaisquer cantinas, refeitórios, ou outros estabelecimentos directamente relacionados com o trabalho, para fornecimento de bens ou prestações de serviços aos trabalhadores.

Fazer cessar o contrato e readmitir o trabalhador, mesmo com o seu acordo, havendo o propósito de o prejudicar em direitos e decorrentes da antiguidade

Formação profissional

O empregador deve proporcionar ao trabalhador acções de formação profissional adequadas à sua qualificação.

O trabalhador deve participar de modo diligente nas acções profissional que lhe sejam proporcionados, salvo se houver motivo atendível.

Compete ao estado em partícula, garantir o acesso dos cidadãos á formação profissional, permitindo a todos a aquisição e a permanente actualização dos conhecimentos e competências, desde a entrada na vida activa e proporcionar os apoios públicos ao funcionamento do sistema de formação profissional.

OBJECTIVOS

São objectivos da formação profissional:

Garantir uma qualificação inicial a todos os jovens que tenham ingressado ou pretendem ingressar no mercado de trabalho sem ter ainda obtido essa qualificação

Promover a formação continua dos trabalhadores empregados, enquanto instrumento para a competitividade das empresas e para a valorização e actualização profissional, nomeadamente quando a mesma é promovida e desenvolvida com base na iniciativa dos empregadores;

Garantir o direito individual á formação, criando condições objectivas para que o mesmo possa ser exercido, independentemente da situação laboral do trabalhador.

Promover a qualificação ou a reconversão profissional de trabalhadores desempregados, com vista ao seu rápido ingresso no mercado de trabalho.

Promover a reabilitação profissional de pessoas com deficiência, em particular aquelas daquelas cuja incapacidade foi adquirida em consequência de acidentes de trabalho.

Promover a integração sócio profissional de grupos com particulares dificuldades de inserção, através do desenvolvimento de acções de formação profissional especial.

Formação continua

No âmbito do sistema de formação profissional, compete ao empregador;

Promover, com vista ao incremento da produtividade e da competitividade da empresa, o desenvolvimento das qualificações dos respectivos trabalhadores, nomeadamente do acesso a formação profissional;

Organizar a formação na empresa, estruturando planos de formação e aumentando o investimento em capital humano, de modo a garantir a permanente adequação das qualificações dos seus trabalhadores;

Assegurar o direito à informação e consulta dos trabalhadores e dos seus representantes, relativamente aos planos de formação anuais e plurianuais executados pelo empregador.

Garantir um número mínimo de horas de formação anuais a cada trabalhador, seja em acções a desenvolver na empresa, seja através da concessão de tempo para o desenvolvimento da formação por iniciativa do trabalhador;

Reconhecer e valorizar as qualificações adquiridas pelos trabalhadores, através da introdução de créditos à formação ou outros benefícios, de modo a estimular a sua participação na formação.

Núcleo gerador: complexidade e mudança

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Relembrando um pouco o cenário dos anos setenta, de almas práticas de vivencia regidas por factores “normativos”, nomeadamente no que se refere `a minha convivência com sexo oposto, repleta de avisos das consequências que poderiam advir caso ultrapassássemos o que nessa altura era “permitido” ou seja, estávamos restringidos aos parâmetros educacionais impostos pela geração anterior.

Hoje reconheço uma enorme diferencia entre a minha relação e a dos meus filhos por ex. com vantagens e desvantagens, nos domínios culturais, sociais, económicos profissionais.

Tal como medo e respeito por tudo o que fosse autoridade tinha-mos também, os “bons costumes” dos quais, os jovens eram as vítimas preferidas porque mais fracos e indefesas, incapazes de utilizar os múltiplos esquemas que os adultos, especialmente os bem instalados na vida, utilizavam para se furtarem ao seu cumprimento sem que isso representasse grave problema de consciência.

Afectadas e muito ficaram as relações entre rapazes e raparigas daquela altura, impedidos de se poderem relacionar normalmente por exigência dos costumes e da moral vigentes, que serviam para proibir e condenar tudo e mais alguma coisa. A tal ponto que, para se poder estar com a rapariga de quem se gostava, tinha que se casar com, ela para se estar com “outras”

Era muito mais fácil por que o Estado tinha providenciado umas casas onde estavam umas mulheres (prostituição) das quais ele, o Estado, cuidava do ponto de vista da transmissão de certas doenças em função da incapacidade dos locais.

No entanto devo dizer que a minha adolescência, já foi vivida de uma forma menos penosa, guardo memórias da minha juventude mais saudáveis e menos conflituosas… e reconheço que os meus filhos têm um modelo educacional ainda mais evoluído de forma a permitir um crescimento saudável e adequado no percurso normal no preenchimento dos espaços de vida; bem diferente da geração dos avos.

Devo também admitir alguma conflitualidade entre algumas gerações no tempo do meu pai ou mesmo na minha juventude não se falava em casamentos homossexuais nem se pensava em união de factos.

A legalização do aborto era proibido, e mesmo em questões de lazer era muito limitado; o acesso á informação era praticamente "catalogado”. Por isso compreendo muito bem as novas assimetrias entre uma geração que não teve a oportunidade e de abertura que muito honra a geração de hoje.

Actualmente a profunda dimensão de ajuda disponível em vários segmentos instalados na ciência de apoio, concebe plenamente meios de solução de eficácia para a solução de conflitos entre gerações.

Lembro-me de uma situação em particular no que diz respeito a religião.

A minha família é crista criada sobre a batuta da Igreja pois a crença esta fortemente enraizada; o quero transmitir é que por altura dos anos 80 os meus tios Paternos resolveram envergar por outra religião, mais concretamente a Jeová recordo que esta opção criou uma grande fricção entre o meu pai e os seus irmãos que criam que nos também optámos por os mesmos ideais.

Recordo-me de na casa de um dos meus tios ter havido varias altercações pois a esposa e filhos aderiram a nova religião e contraste do meu tio não o fazer o que levou a problemas muito sérios.

Não é menos verdade que também tentaram que no seio do nosso lar essa divisão acontece-se mas os meus pais resolveram essa situação de forma inteligente; inicialmente o meu pai queria proibir que os irmãos que pertenciam a nova religião de entrar na nossa casa! Mas a minha mãe achou que não era a melhor atitude e depois de chamar o meu pai a razão disse

- É fácil de resolver “eles” é tua família e sempre que quiserem nos visitar estão a vontade! Mas colocamos logo os pontos nos í: se vierem para falar de religião não são bem-vindos pois respeitamos a vossa ideologia e não aceitamos que vocês nos queiram impor a os vossos novos ideais dito isto podem cá vir as vezes que quiserem e serão bem-vindos, de outra forma não!

Importa realçar que na verdade eles visitaram-nos algumas vezes, mas depois deixaram de o fazer.

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Fazendo referencia as novas tecnologias! É curioso pois a uns anos a esta parte tenho lidado muitas vezes com elas, mais concretamente nas empresas por onde tenho passado, mas também num negócio do qual fui proprietário (salão de jogos) em que as novas tecnologias eram bem patentes.

Se recuarmos no tempo verifica-mos que a introdução das máquinas teve inicio logo após a grande revolução industrial essa altura é sem dúvida o momento impulsionador de todas as novas tecnologia com as quais salutarmente convivemos.

Na verdade e segundo Karl Marx (sociólogo Alemão) a revolução industrial, que teve inicio na Grã-Bretanha, completou o conjunto das chamadas revoluções burguesas século XVIII, responsáveis pela crise do antigo regime, na passagem do capitalismo comercial para o industrial. Os outros dois movimentos que a acompanham são a independência dos Estados Unidos e a revolução francesa que, sob influência dos princípios iluministas, assinalam a transição da idade moderna para a idade contemporânea. Para Marx, o capitalismo seria um produto da Revolução Industrial e não sua causa. Tenho conhecimento deste grande sociólogo Alemão pois na cadeira que dei em ciências sociais estudei as suas teorias bem como as de Emille Durkheim.

Como anteriormente referi, durante estes anos, tenho lidado com as mais diversas tecnologias! Quer, seja no trabalho que exerço actualmente; com computadores de bordo que são colocados nos autocarros para que possamos ter uma melhor noção dos problemas que possamos ter no dia-a-dia no que diz respeito a mecânica e electrónica do carro; bem como no que diz respeito a consulta do meu mail entre outras tarefas as quais eu dedico um pouco do meu tempo livre! Como a consulta de sites dos jornais desportivos entre outros.

Também o uso a internet para aceder ao site do aluno do Ismai bem como tenho em virtude da cadeira de constitucional e introdução ao Direito consultado nomeadamente o diário da república.

Actualmente, há máquinas industriais de enorme potencial produtivo estabelecidas sobre modificações tecnológicas. Nossa engenharia possui amplos e detalhados conhecimentos sobre as características da máquina, indo até o seu botão de accionamento no qual o operador entra em contacto com ela. O operador é considerado dependente variável; espera-se que ele se molde e adapte-se com as necessidades e imposições da máquina. Pergunta-se então: a que preço? Ao preço de um homem despojado de sua liberdade, de sua dignidade; um homem condicionado, um homem-hora, incapaz de acção original, de criar, ampliar e pensar... apenas decorar e agir.

Infelizmente e não é menos verdade é que o factor humano está sendo deixado em segunda, terceira ou quarta opção; para algumas empresas poder-se-ia afirmar que é visto sob uma perspectiva de engrenagem, em outras palavras comparado como uma máquina.

Faço esta reflexão crítica no que concerne às grandes empresas electrónicas com conhecimento de causa pois trabalhei durante muitos anos numa grande empresa dessas! E infelizmente pode constatar que com o aparecimento de novas tecnologias o homem era relegado para trás em detrimento de “robôs” de última geração.

É verdade que o homem ser inteligente e dotado de uma imaginação extraordinária consegue inventar e criar novas tecnologias de nos deixar deslumbrados mas será que não deveríamos de pensar que estamos a ser ultrapassados perigosamente por essa inteligência artificial correndo o risco de nós próprios nos tornarmos obsoletos! Deixo no ar esta ideia…

Nos dias de hoje há cada vez mais necessidade de inovar, criar e até inventar… podemos falar por exemplo: do teletrabalho.

O teletrabalho constitui uma modalidade de trabalho com características próprias.

Á distancia: situação laboral em que o trabalhador se encontra num ponto geograficamente distinto daquele em que o trabalho é realizado ou entregue.

Em termos tecnológicos, o recurso intensivo a meios informáticos e de telecomunicações redes, equipamentos, aplicações e serviços para o suporte ou entrega de teletrabalho; existe ainda um acordo (ou mesmo contrato) entre os intervenientes (teletrabalhador - empresa empregadora - cliente) que estabelece e regula as condições laborais (como) e as condições de trabalho (onde e quando) se desenvolve o teletrabalho; a partir de casa do trabalhador, em centros de teletrabalho móvel, escritórios partilhados, etc. pode ser uma modalidade formal ou informal tempo inteiro, parcial, em alternância (alguns dias por semana) ou ocasional.

O teletrabalho tem as suas vantagens e desvantagens, claro. Como vantagens o teletrabalhador executa as suas funções em casa e assim não tem necessidade de se deslocar tantas vezes do trabalhado para casa e vice-versa, assim sendo diminui o tempo de deslocações e de stress provocado pela frequência das viagens diárias e incomodas. Por isso sobra tempo esse tempo pode ser utilizado em tarefas úteis sejam eles profissionais, domesticas ou de lazer.

O facto de os trabalhadores viverem no mesmo local onde trabalham ou muito perto (telecentros) permiti-lhes reduzir os custos associados às deslocações: transportes, vestuários e refeições.

A própria possibilidade de gestão individual do tempo de trabalho facilita a diminuição das “horas mortas” e dos intervalos no horário de trabalho, bem como, diminui significativamente o número e frequência de interrupções e perturbações da sequência do trabalho. Proporciona também uma maior harmonia entre a vida familiar e profissional, ou seja, com o tempo ganho na diminuição das deslocações pode partilha-lo com a família e lazer.

Tudo isto acaba por ter também vantagens para as próprias empresas, porque existe um aumento de produtividade e uma redução de absentismo ou seja, factores ocasionais como necessidades pontuais de assistência a família.

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O ser humano está ficar socialmente vazio em termos de valores de participação cívica, cultural e mesmo institucional. São várias as justificações para tal isolamento ou individualismo.

Na realidade, os dias de hoje, não nos permitem tempo nem condições para convívios … vivemos sob a pressão dos horários, o stress do trabalho, a casa, os filhos entre tantas outras preocupações que fazem com que a disponibilidade de tempo seja pouca ou nenhuma.

As próprias cidades são construídas com muitos prédios ao alto, são verdadeiras”caixas de fósforos” que torna quase impossível fazer vizinhos “amigos” também aqui se faz notar a tendência para o individualismo e isolamento.

As cidades deixaram assim de estimular comunicação entre as pessoas. As cidades por onde passo no desempenho da minha função são um exemplo disso: concretamente (Braga, Guimarães, Famalicão…) são um bom exemplo da ausência de gente a partir das 20h contribui para tal cenário a carga horária de trabalho.

E se falar no expresso que faço para Bragança a completa ausência de pessoas curiosamente é mais assustadora (Vila Real, Mirandela, Macedo Cavaleiros e Bragança)

O alargamento periférico residencial como é o caso dos subúrbios abarcarem actualmente uma elevada densidade demográfica em detrimento populacional das zonas centrais da cidade.

O associativismo tem um papel preponderante e uma função social que permite unir as pessoas em pequenos convívios casuais que se tornam depois quase “obrigatórios” se bem que há cada vez mais dificuldades em levar as pessoas á estas associações a participar ou trabalhar por “amor a camisola” não é fácil e ninguém quer assumir tais responsabilidades. É certo que as associações promovem a integração social e assumem em papel determinante na promoção da cultura, do desporto e na área social.

É no entanto muito limitada a participação das pessoas, devido a complexidade multifuncional dos estilos de vida de cada um assim como as mentalidades vão alterando comportamentos de participação activa nos eventos cívicos ou culturais caracterizados por desinteresse ou desmotivação num momento em que a auto estima da própria sociedade civil está a agoniar devido a uma crise de valores desacreditados e que não merecem o esforço para a sua revitalização.

Para poder quebrar esta ausência de participação humana nos movimentos colectivos, penso que é necessário e urgente ressuscitar estratégias estimulantes, de confronto e de credibilidade dos objectivos proponentes. A animação faz falta no perímetro urbano para cativar a presença da pessoa.

Uma associação tem que criar motivação inteligente para cultivar a continuidade do associado. Julgo que as organizações governamentais com responsabilidades acrescidas na estrutura colectiva da cidadania devem oferecer condições confortáveis e aliciantes para o cidadão sentir-se interessado em colaborar ou prestar os seus serviços de participação activa. Contudo, infelizmente, testemunha-se um progressivo abandono neste contexto e cada vez mais um afunilar de pessoas recolhidas ao seu meio muito restito de convivência social.

Em relação aos movimentos colectivos temos o exemplo da internet que surge como uma ferramenta ao serviço dos movimentos sociais, permitindo a comunicação sincrónica em larga escala.

Contudo esta situação leva a um maior isolamento por parte das pessoas pois como é evidente o aceso a Net normalmente é feito em casa no recato dos seus lares.

Eu curiosamente no que diz respeito a esta situação tentei em tempos que num salão de jogos do qual era proprietário que se realiza-se nesse salão em dias semanais (segunda, sexta) cursos de TIC para idosos.

Para que isso fosse possível fiz algumas diligências junto do Presidente da Junta da minha Freguesia com o intuito de que ela se interessa-se por essa ideia mas infelizmente a minha ideia não foi acolhida; como não sou de baixar os braços contactei uma escola de informática mas acabamos por não chegar a um consenso pois achei que os valores em causa eram muito elevados para que fosse suportado por pessoas de posses baixas.

Confesso que senti uma forte frustração na altura pois adorava poder presenciar a reacção dessas pessoas ao se depararem com um mundo “virtual” completamente novo.

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O fenómeno da globalização dá-se a um ritmo alucinante.Com o desenvolvimento das tecnologias de informação, dos transportes e das telecomunicações, existe uma maior aproximação das pessoas e diminui as distâncias entre as mesmas.

Assim como desenvolvimento dos transportes permitiu, encurtar distancias, os trabalhadores podem percorrer distâncias maiores para trabalhar, demorando menos tempo. Torna-se cada vez mais fácil a deslocação de um lado para o outro de pessoas e bens. Por exemplo nos supermercados encontramos produtos que tiveram que percorrer milhares de quilómetros.

Constatamos o fenómeno da globalização em qualquer hipermercado ou centro comercial, por exemplo, no caso dos centros comerciais verificamos que existem as mesmas lojas em todos eles a maior parte delas utilizam todos os mesmos padrões de gestão e de qualidade. Vendem os mesmos produtos, com a mesma apresentação e a mesma qualidade. São exemplo de globalizados, multinacionais.

Os produtos geralmente são produzidos em países distantes onde a mão-de-obra é mais barata.

Eu próprio diariamente deparo com esse fenómeno da globalização pois transporto pessoas de várias nacionalidades; Espanhóis, Ingleses, Irlandeses, Russos, Brasileiros, Ucranianos e curiosamente á bem pouco tempo! Transportei dois casais oriundos do Camboja! Eu sei que eram originários de lá porque foi o que a Colega de Fátima me transmitiu; aconteceu que esses casais deveriam de ter seguido num horário que não o meu, mas como não estão habituados deixaram o autocarro em que deveriam seguir viagem partir, assim sendo tiveram que esperar pelo leu horário, como os bilhetes não eram para mim a colega que esta nas bilheteiras pediu-me para os levar para Lisboa coisa que eu acedi, até porque também não estava com a lotação completa.

Convêm referir que eles falavam Inglês (um deles mais fluentemente) e por isso a minha colega que fala Inglês sobe de onde eram oriundos.

Eles sentaram-se logo atrás de mim e pode ouvir eles a falar entre eles e como é óbvio não percebi nada. No entanto o senhor que falava melhor inglês foi trocando algumas impressões comigo, pois eu compreendo muto bem, também falo mas agora confesso que um pouco melhor depois de ter feito um curso na EPB, curso esse que melhorou o meu vocabulário.

O conceito de “Globalização” actualmente é muito referenciado, dando a sensação que se trata de uma coisa nova.

Eu pessoalmente não concordo até porque se reflectirmos um pouco desde os tempos de (no nosso caso) Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral.

Estes senhores como é de conhecimento geral foram responsáveis por vários tipos de comércio e por isso na minha modesta opinião já nesses tempos ter nascido o conceito de globalização no que concerne ao comércio.

É obvio que actualmente a circulação de pessoas e bens se faz com mais fluidez e sem tantas complicações também melhor seria se assim não fosse.

Mas também devemos ter em conta que esse “facilitismo” pode trazer as suas complicações pois o poder passar as fronteiras sem grande controlo (principalmente na Europa) pode facilitar o comércio ilegal bem como o terrorismo! Mas isso é um assunto para abordar numa outra ocasião.

Mas na verdade a globalização é na minha opinião uma estratégia essencialmente, económica que visa uniformizar as diferentes actividades económicas (produção, distribuição e consumo) à escala mundial.

A globalização tem sido um processo ilusoriamente positivo que somente tem favorecido as grandes potências económicas na relação que estabelece com países menos favorecidos.

No entanto, certos e determinados elementos económicos, tem avançado para a uniformização na maioria dos países através principalmente, da introdução das novas tecnologias.

A globalização refere-se a multiplicidade de ligação e interconexões entre os estados e a sociedade que caracterizam o presente sistema mundial.

Descreve o processo pelo qual os acontecimentos, as decisões e actividades levadas a cabo numa parte do mundo acarretam consequências significativas para os indivíduos e comunidades em zonas distintas do globo. A globalização compreende dois fenómenos distintos: alcance (extensão) e intensidade (profundidade).

Por um lado define um conjunto de processos que abrange a maioria do globo e que actuam mundialmente; o conceito tem por isso, uma conotação especial. Por outro lado, esta também implícita uma intensificação dos níveis de interacção, independência entre estados e sociedades que constituem a comunidade mundial.

Basta entrarmos num centro comercial ou num hipermercado para facilmente constatarmos o fenómeno da globalização.

No caso dos centros comerciais é possível verificarmos que existem praticamente as mesmas lojas em praticamente todos eles. A maior parte destas lojas são exploradas em regime de franchising que determina que todas elas têm o mesmo padrão de gestão e de qualidade.

Se entrarmos em qualquer loja do MacDonalds, ZAra, Mango, verificamos que vendem os mesmos produtos, com a mesma apresentação, a mesma qualidade e fabricados nos mesmos locais, quer elas estejam no nosso país ou no estrangeiro. Constatamos também que os estabelecimentos e a organização são idênticos. São empresas globalizadas, são multinacionais. Os produtos que comercializam são produzidos em países distantes onde a mão-de-obra é mais barata.

Todas estas mudanças estão a reflectir-se nos estilos de vida nos hábitos e padrões de consumo dos povos e estão a ter consequências para o ambiente e a contribuir para o aparecimento de novos riscos e incertezas. Assistimos á tendência para a uniformização dos padrões de consumo a nível planetário. A globalização está a alterar os estilos de vida dos povos.

O desenvolvimento tecnológico da década de 80, do século xx nos domínios da microelectronica revolucionou as telecomunicações e o sistema produtivo mundial. Todos os mercados mundiais passaram a estar instantaneamente interligados. Os problemas internos de um país afectam a estabilidade económica dos outros países, devido á crescente interdependência.

As facilidades criadas pelo desenvolvimento tecnológico, no domínio das telecomunicações, possibilitaram um maior controlo e influência dos países industrializados sobre os demais, inclusive em termos culturais, padrões de consumo e estilos de vida. As empresas transnacionais assumem um papel preponderante como agentes das relações internacionais desde a década de 70, do século xx.

Chegam a negociar com os governos nacionais a sua localização. Causam graves problemas sociais quando decidem deslocalizar as suas actividades.

Desenvolve-se o mercado internacional de capitais e a importância das bolsas de valores. Surgem novos centros económicos com o desenvolvimento dos novos países industrializados do sudoeste Asiático. O cenário económico internacional passa a ser dominado pelas empresas transnacionais que fazem parte da “tríade” EUA, Europa, (especialmente a Alemanha) e o Japão.

Como forma de melhor competir nesta nova ordem económica internacional, formam-se ou aprofundam-se zonas de integração económica (tratados económicos regionais zonas de comercio livre, união aduaneira, mercado comum, união económica e monetária).

A globalização está assim a mudar a forma como vemos e pensamos e como agimos.

Os progressos verificados nos domínios da comunicação, das tecnologias de informação e dos transportes, por exemplo, estão a mudar a forma como o mundo se nos apresenta e a maneira como olhamos para o mundo, tornamo-nos mais conscientes dos problemas que o mundo atravessa no inicio do século XXI. O que fazemos tem consequências na vida dos outros e os problemas mundiais tem consequências para nós.

A globalização é um fenómeno complexo que resulta da conjunção de factores económicos, financeiros, políticos, sociais e culturais.

Na origem e desenvolvimento da globalização estão por exemplo, os seguintes factores:

- O fim da guerra-fria e o colapso dos regimes comunistas de estilo soviético.

- O crescimento de formas de governação regional e internacional, da ONU as diversas zonas de integração económica, como a união europeia, o tratado Norte-Americano de livre comercio (NAFTA), o mercado comum do sul (MERCADOSUL), a associação de Nações do Sudoeste Asiático (ASEAN), o pacto Andino, o mercado comum centro Americano (MCCA) “criaram as condições para uma maior aproximação entre países de todo o mundo” Os estados e as nações abdicam de parte da soberania nacional.

- A criação de organizações intergovernamentais (DIGS), como a união Internacional de Telegrafo.

- A criação de organizações não governamentais (ONGS) que se envolvem na defesa do meio ambiente e na ajuda humanitária.

- O crescimento das empresas multinacionais ou transaccionais que aumentaram em dimenção e importância, tendo constituído redes de produção e de consumo que abrangem o mundo inteiro e ligam os mercados económicos.

- O desenvolvimento das tecnologias de informação e das telecomunicações, os faxes, os telemóveis, a informática e a internet, permitem um maior fluxo de informação á volta do mundo e um contacto directo e permanente de todo o globo estamos numa “aldeia global”

- O desenvolvimento dos transportes, comboios de alta velocidade, aviões a jacto, navios porta contentores, etc. Contribuíram para diminuir as distâncias, permitindo transportar grandes quantidades de mercadorias à volta do mundo em escassas horas ou dias e facilitam as deslocações de turismo ou trabalho, etc.

Na origem e desenvolvimento da globalização estão:

- Crescimento das empresas transnacionais.

- Da comunicação por satélite

- Desenvolvimento das tecnologias de informação

- Desenvolvimento dos transportes

- Incremento da integração económica.

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O preconceito é uma opinião sem julgamento. Existem preconceitos universais e necessários e os que nos são incutidos ao longo da vida.

Eu por exemplo sou um pouco preconceituoso no que diz respeito a homossexualidade. Dizer porque? É um tanto ou quanto complexo! Talvez por ter sido educado sobre a batuta do cristianismo, na verdade esse factor associado á cultura tradicionalmente latina que nos envolve, transmite-mos aquela ideia algo primitiva de que os homens não podem criar laços mais íntimos com outros homens. Por tudo isto penso que realmente a educação é o impulsionador para este tipo de estereótipos com os quais a nossa sociedade se tem debatido ao longo de todas estas gerações.

Gostaria de poder dizer que na verdade nada disto me incomoda, mas isso seria contranatura em relação á minha forma de estar na vida! Confesso que a ideia de que duas pessoas do mesmo sexo ditas “normais” possam constituir família, abala com a minha ideia de um mundo dito “normal”.

Talvez porque tenho alguém da família que se assume como tal. Sempre que esse assunto é abordado, tento desviar um pouco a atenção do mesmo, por incómodo é algo que me choca e me causa transtorno psicológico.

Na verdade eu acho que este tipo de “desvios” podem ter tendências do foro psicológico e como tal poderá ser mais fácil para mim achar que essas relações se devem a uma doença. Sei que isto soa á “estupidez” mas como eu anteriormente referi a justificação para este tipo de pensamento pode ter a ver com anos de preconceitos e intolerância. Tenho lutado para mudar a minha forma de agir e de pensar e para tal tenho incutido na educação do meu filho que temos e devemos ser tolerantes “cada um é como cada um” esta expressão é usada muitas vezes pela minha mãe e penso que na verdade faz sentido

Determinados ensinamentos que nos são “impostos” pela sociedade fazem com que nos identifiquemos com estereótipos, preconceitos e descriminação.

Estereótipos são ideias preconcebidas por exemplo:

Os chineses são amarelos, baixos, tem os olhos em bico, e comem muitos arroz trocam, os erres por eles. Se pensarmos em japoneses é possível que nos venha a ideia a imagem de um grupo de turistas com bandeirinhas e máquina fotográfica. A palavra executiva lembra-nos um indivíduo de sexo masculino, de fato, com aparência bem cuidada etc. … No entanto á executivos que vestem de uma forma mais desportiva, a chineses altos e a japoneses que detestam excursões de turismo.

Ou seja, os estereótipos são crenças que se baseiam na observação de algumas características mais visíveis ou salientes nos membros de um grupo e que foram generalizados á todos os membros desse grupo. Por via dessa generalização os estereótipos favorecem o aparecimento de preconceitos em relação aos membros de um grupo, os quais muitas vezes são de tal forma sólidos que impedem de perceber as características que distinguem cada um desses indivíduos.

Muitos especialistas discutem o porque? Qual a melhor solução e o mais “patético” de quem é a culpa! E descurando o que na minha opinião deveria de ser o mais importante, como solucionar?

É que na verdade como sabemos na segunda grande guerra devido a esses estereótipos que definiam uma raça perfeita, Ariana, levou á que quase “extinção de uma raça” aquilo que nos conhecemos de holocausto.

Na verdade a única forma de alterar essas mentalidades é começar pelo futuro (as crianças) e temos que começar nas escolas. Acho giro ao nosso governo “oferecer” computadores a nossa juventude na verdade e sem querer ser irónico aprovo a iniciativa pois antevejo uma vantagem nisso, alertar os jovens para os malefícios da internet para que no futuro se possam defender.

Pegando neste principio “defender” porque não fazer o mesmo em relação aos preconceitos e estereótipos, é que essa realidade esta bem perceptível nas nossas escola pois infelizmente o fenómeno Bullying já está nas nossas institutos. Para os menos informados deixo uma pequena noção desta triste realidade:

O bullying é um padrão repetitivo ou crónico de um comportamento lesivo que envolve o intuito de manter um desequilíbrio de poder. O que isto significa é que um ou uma bully sente satisfação em magoar as pessoas que considera mais fracas para construir a sua própria noção de poder. Muitos defendem que estas situações acontecem devido aos maus tratos em casa e alguns casos os miúdos que a praticam já foram vítimas! Ora aqui é onde esta o cerne da questão e remete-nos aos estereótipos e preconceitos, na verdade este tipo de violência escolar tem a ver com esses conceitos; porque ele/a é gordo, porque é preto/preta, porque é feio/a porque é bonita/o porque é inteligente etc., etc., etc.

Por acaso a pouco tempo fiz um trabalho para á cadeira de ciências sociais no qual tentei em conjunto com um colega por a nú esta triste realidade que está á minar os nossos jovens.

Assim sendo fica a pergunta de que estamos a espera? Vamos continuar a escrever sobre os preconceitos e as suas consequências? Vamos continuar a ír a televisão fazer programas sobre o assunto e dizer coisas bonitas? Ou será que está na hora de agir! Sim agir, pois intelectuais já percebemos que temos muitos, conversas de café também! Já chega esta na hora de investir na educação dos portugueses; começar pelos mais jovens? Sim, porque não? Mas na verdade acho que está na hora de fazer campanhas nos médias, colocar o dedo na ferida, explicar que em plenos século XXI está na hora de dar um passo em frente e olhar uns para os outros como pessoas, como humanos e não as suas características é verdade que isso vai exigir um grande esforço dos “adultos” mas temos que começar e acho que chegou a hora.

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Em termos gerais, para ser um bom profissional é necessário: responsabilidade, honestidade sigilo profissional, competência imparcialidade e sobretudo humildade.

É importante em qualquer profissão ter o brio de a exercer bem. Todos nos ambicionamos o melhor, todos queremos atingir o “pico”, ser notados… a ambição pode ate ser ética se a soubemos controlar, ou seja, característica desejável tanto na vida profissional como na vida pessoal.

No entanto, sucumbir a ganância representa o lado sombrio da ambição…

A ambição desenfreada merece ser desmascarada e punida: “quem tudo quer, tudo perde”!

No entanto uma ambição saudável e controlada pode ser elogiada ate sendo esta bem sucedida, pois é a ambição que move o mundo. Seja por amor sabedoria, dinheiro, poder, glória ou fama. Todos queremos sempre mais; só difere as metas que cada um de nos estabelece.

Atingidas essas meta é uma prioridade desde que não se exceda nos “mecanismos utilizados” e se desencadeei então uma arrogância desmedida e nos tornemos gananciosos.

Todos os milionários famosos ou influentes sã o pessoas ambiciosas.

A cooperação. No contexto da economia é uma entreajuda entre indivíduos ou entidades no sentido de alcançar objectivos comuns, utilizando métodos mais ou menos consensuais.

De certa forma esta opõe-se a competição. Contudo, o desejo de competir com outros do mesmo grupo no sentido de obter um estatuto mais elevado, poderá ser benéfico porque também dá origem, a queremos mostrar mais e melhor

Por exemplo, na empresa onde eu trabalho, é notória a competência entre os próprios colegas de serviço. Todos “lutam” pelo melhor, veiculo, no entanto esquecem-se que o autocarro não é deles, mas sim da empresa. Isso pode criar um mau estar entre colegas, mas é benéfico para a empresa; assim todos querem agradar da melhor forma com o serviço para poder “ganhar” o autocarro novo…

Na verdade falar em ética profissional remete-me para os nossos serviços estaduais é que infelizmente esse “ética” deixa muito a desejar, pois eu passei a uns tempos atrás por uma situação no mínimo escandalosa, passo a citar:

Eu já fui proprietário de alguns estabelecimentos de comércio, acontece que como é sabido para sermos proprietários desses estabelecimentos é necessárias determinadas licenças! Aquilo que passo a escrever é no meu ponto de vista a verdadeira “ética profissional” (agora estou a ser irónico).

Quando entrei para o mundo empresarial nunca pensei que para ser um empresário teria de ignorar alguns conceitos que no meu ponto de vista são fundamentais numa sociedade. A ética a moral, os bons costumes etc. Na verdade depois do que passei numa certa instituição não é fácil tentar incutir esses ideais aos nossos descendentes:

Quando eu tinha de tratar dessas licenças deparava-me sempre com á máquina burocrática, esse “monstro” que dificulta a vida de quem quer ser honesto.

Acontece que quando começava a tratar, ou a querer tratar da documentação que necessitava avia sempre algum problema ou demora, está situação chega a ser desesperante para quem não pode estar muito tempo com as portas do negócio fechadas; na verdade ou era preciso mais um papel de não sei o "que"! Ou um papel de não sei quantos! Qualquer coisa servia para me atrasar a “vida”. Pois bem a determinada altura fui falar com uma pessoa amiga que trabalha nessa instituição e coloquei-lhe os meus problemas e tentei saber se era normal? Ao que essa pessoa me respondeu:

- Aqui é condição sine qua non (sem o qual não pode ser) ou (é obrigatório) “chegares-te a frente”.

Fiquei sem palavras, literalmente! Pensei mas como é possível tenho de pagar por detrás para obter uma coisa á qual tenho direito. Fiquei desolado, mas na verdade foi que confirmei que realmente essa pessoa tinha razão! Num determinado fui pela milésima vez a essa instituição para tentar desbloquear o meu processo, pois eu via os dias a passar e sem que nada se resolvesse. Resolvi então falar com o “indivíduo” que me estava a tratar do processo indo directo ao assunto:

- O meu amigo pode me disser o que tenho de fazer para desbloquear esta situação (comentei)

Para meu espanto e depois de ter estado uns segundos a olhar para mim ele pegou no meu braço e levou-me para o corredor e respondeu

- Olhe! Não é por mim mas este tipo de licença precisa de algumas assinaturas e se realmente o senhor está disposto a colaborar penso que com 1000€ rapidamente isto se resolve; dá hoje ou amanha 500€ e depois de ter a licença o resto.

Fiquei completamente atónito e balbuciei

- Ok amanha trago o dinheiro comece a tratar disso!

(Ainda hoje me sinto nauseado e com aquela sensação de “violação” é que conspurcaram a imagem inocente que eu tinha de que o estado existia para nos ajudar).

Quando cheguei a casa conversei com a minha esposa que também ficou escandalizada pela forma desavergonhada que aquele senhor me tinha abordado! Depois de analisarmos e de termos reflectido (colocamos a hipótese de ir a Judiciaria) achamos que o melhor era colaboramos, pois tínhamos investido muito dinheiro no negócio e entrar num conflito só servia para nos “enterrarmos” mais. Levei então o dinheiro ao “fulano” e o senhor com a sua ética profissional (engenheiro) em poucos dias, obtivemos as licenças.

Na verdade esta foi uma de muitas situações que eu vivi e que me faz lembrar o meu falecido pai quando me dizia as vezes na vida temos de colocar em jogo a velha máxima, quando não os podes vencer junta-te a eles.

Confesso que eu não quero transmitir isso aos meus filhos mas na verdade fico preocupado pois quero que eles sejam homens dignos mas também não quero que se deixem surpreender pela podridão das sociedades.

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Neste DR teria tanto sobre o que me debruçar pois na verdade as situações que ao longo da minha vida tenho assistido realmente são muito extensas; nomeadamente com tribunais e com hospitais.

Na verdade confesso que a ideia de parar num hospital me atormenta! Pois a percepção que tenho dessa instituição não é a melhor, foi num desses estabelecimentos que vi o quão a vida é efémera. Foi num desses lugares lúbricos e sombrio que assisti ao desaparecimento do meu pai bem como do meu sogro.

Quando eu me refiro ao facto de serem lugares sombrios, tem haver, com a falta de existência, com a pouca sensibilidade pela pessoa humana, admito que possa estar a exagerar mas quando temos de pagar para que as pessoas que lá trabalham tenham um maior carinho e compaixão por aquele que contribui para a nossa existência (pai, mãe) alhear-me desse factor concreto seria indigno da minha parte, pois foram momentos muito duros que abalaram um pouco a minha crença para com á pessoa humana.

Infelizmente numa altura em que a vida do meu pai já se encontrava muito debilitada tive de recorrer a estratagemas para que ele não fosse enviado para casa e assim morresse em agonia em detrimento de uma morte tranquila e em paz.

O que aconteceu foi tão-somente o ter pedido a pessoa responsável por aquela ala para que toma-se conta do meu pai e que lhe presta-se toda ajuda necessária ou providencia-se isso com as suas colaboradoras para que ele não sofresse! Em contrapartida eu “agradecia”. Esta é a palavra mágica em muitos sectores da nossa máquina estadual.

Eu quero acreditar que também existem pessoas dignas e competentes a trabalhar nessas instituições, quero acreditar que tenho tido azar quando tenho de lidar com elas, na verdade tento corroborar da opinião geral de que em todos os sectores das nossas instituições existem bons e maus profissionais.

Claro que a quem opine de que está melhor do que antigamente! Claro que sim para isso as novas tecnologias tem ajudado mas e as mentalidades? É que agora não se fazem ofertas com galinhas mas pedem-se o dinheiro para as comprar!

No que concerne aos tribunais, aqueles que deveriam ser a trave mestra da nossa justiça o expoente máximo na luta pela verdade! Tenho uma opinião muito crítica! É que também já tive uma má experiência, na verdade e reflectindo um pouco nas palavras que transcrevi acima realmente eu tenho tido azar quando tenho de lidar com elas.

A uns anos quis as circunstâncias da vida que eu tivesse de contratar um advogado devido a uma vigarice em que me vi envolvido. Comprei uma pastelaria e durante o processo de transição desse negócio senti-me ludibriado pelo fulano que me vendeu o passe do dito estabelecimento.

O que se passou foi que a pessoa que tratou do contrato de trespasse congeminou uma forma de me prejudicar e assim poder ganhar uns “cobres”.

Acontece que um das condições de eu ficar com aquele estabelecimento era um factor que para mim era fundamental o facto de haver um documento passado pelo empreiteiro em como nos restantes prédios não deixava abrir um negócio da restauração.

No inicio fiquei algo céptico mas depois de falar com a nossa contabilista, e ela confirmar que realmente era verdade (pois ela também era contabilista dele) avancei para o negocio. Como é óbvio primeiro fiz uma atenta prospecção da zona e também trabalhei uns tempos lá para ver o ambiente e saber se era viável. Depois de um tempo conclui que realmente aquilo estava mal explorado e pensei “consigo por isto a dar muito mais dinheiro”.

Os problemas aparecem quando constato que o estabelecimento em causa nem licença de contador de luz tinha bem como nenhuma das outras necessárias para o bom funcionamento do mesmo.

Fazendo uma pequena síntese: derivado a falta de licenças e a falta de entrega do tal documento que supostamente o empreiteiro teria passado cessei o pagamento das restantes verbas incluídas no negócio. Importa salientar que só depois de falar com um advogado é que tomei tal decisão.

Como é óbvio esta situação acabou em tribunal; sucede mesmo de eu ter mais de uma dezena de testemunhas a confirmar em como ele dizia haver a existência do tal documento e em como fui eu que tratei das licenças (no contrato de trespasse avia clausulas em como ele confirmava que estava tudo em ordem) mesmo assim o juiz acho por bem reduzir a verba em divida e ficamos por aí.

Lembro-me de ter ficado revoltado e ter perguntado ao meu advogado - então e as testemunhas e as provas em como ele me burlou, não conta!

­- Na verdade hoje é sexta e ele (juiz) ta com pressa de ir de fim-de-semana.

Fiquei tão atónito que até pensei que era uma brincadeira e ele continuo com o recado:

- Se entrarmos para a sala de audiência vamos perder! Claro que podem recorrer mas isso acarreta custos.

Depois de ponderar juntamente com a minha esposa, decidi não avançar e aceitar o acordo que na verdade era completamente desfavorável.

Este episódio, infelizmente aconteceu comigo mas depois vim a saber que isso acontecia frequentemente nas salas dos nossos tribunais.

Núcleo Gerador: Reflexividade e Pensamento Critico

UC3

DR4

Falar de um espaço destinado a debater as diferentes religiões! Confesso que poderá ser uma mais-valia em termos de enriquecimento da alma. Na verdade eu pessoalmente acho que o chamado “Deus” é o mesmo de todas as religiões existentes a nível mundial, na verdade acho que apenas as designações são diferentes mas no fundo todas elas defendem o mesmo um mundo perfeito sem violência e onde o respeito pela nobreza humana prevaleça; se pensarmos um pouco talvez fosse uma excelente ideia fazer um programa didáctico em que pudesse haver um debate em que estivessem representantes de todas as religiões, sem fanatismos, pois esses excessos existem em todas as religiões e ouvirmos cada uma das religiões penso que iríamos chegar a conclusão de que afinal todos adoramos o mesmo “Deus”.

Actualmente ouvimos falar muito da religião muçulmana e de imediato associamos esta religião ao terrorismo mas me parece nada justo, na medida em que todas as religiões têm os seus fanáticos.

No meu caso como cristão não me posso alhear ao facto de no tempo das descobertas termos imposto a nossa religião e os nossos ideais aos “indígenas” não respeitando a sua própria cultura; não esquecendo também os tempos da inquisição “casa as bruxas” entre tantas outras manifestações tão pouco dignas da verdadeira essência do cristianismo.

Núcleo Gerador: Identidade e Alteridade

UC 4

DR1

Nos somos por natureza seres sociáveis, assim, temos necessidade de convívio salutar e de experimentar novas sensações, de sermos simpáticos de fazer felizes os que nos rodeiam. Para isso, temos que começar por nos mesmos, se não sentirmos felizes, não podemos fazer outros, feliz também.

Há pessoas que tem uma maior facilidade de se socializar, são simpáticos, expressivas, comunicativas, extrovertidos e espontâneas, normalmente esse tipo de pessoa tem maior facilidade de singrar tanto no campo afectivo como laboral.

A empatia a envolver as próprias emoções, sentimos por vezes o que sentem os outros porque partilhamos os mesmos sentimentos. Não captamos somente a emoção alheia, sentimo-la com a nossa própria razão, inclui perspectivas, pensamentos, desejos ou crenças que vamos buscar a quem temos diante de nós.

Uma pessoa extremamente empática vive exposta a um complexo universo de informação emocional, dolorosa e pode ser mesmo intolerável e os outros pura e simplesmente nem percebem.

Este tipo de pessoas pode viver num stress permanente porque primeiro tenta entender o outro, depois trata de fazer com que o entendam a si…

Tudo isto exige também uma sintonia, sendo capaz de perceber determinados sentimentos sem no entanto se falar deles.

Falar em deontologia penso que será um pouco complexo até porque hoje em dia o respeito pela ética parece-me que se perdeu neste vasto e nefasto manto de hipocrisia na qual às pessoas se envolvem em nome da solidariedade e fazer o bem ao próximo.

Compreendo que estas palavras carreguem um negativismo em relação as pessoas e a sua verdadeira intenção quanto ao fazer caridade, mas na verdade é aquilo que vejo e sinto.

Eu fui educado sobre os parâmetros de quando a mão direita oferecer a esquerda não pode saber! Acontece que hoje em dia quando acontecem catástrofes naturais a solidariedade que se vive em torno dos seres humanos que estão a passar essa tragédia soa na maior parte das vezes a hipocrisia! É uma sensação que eu tenho, pois para mim não faz sentido aparecer na Tv. ou nos médias em geral á dizer “eu dei dinheiro” ou “dei recursos”, quando na verdade essas pessoas aproveitam para usarem essas “bondade” só para aparecer e mostrarem-se ao mundo usando essa capa de benevolência quando o que está por detrás é muitas vezes a publicidade.

Acredito que muitas pessoas fazem o bem sem olhar a quem e á esses eu tiro o meu “chapéu” esses são na verdade seres superiores e não exploram a miséria alheia para se lançarem na ribalta.

Eu pessoalmente faço diariamente isso ajudo pessoas com dificuldades pessoas com mais fraquezas e nem por isso clamo aos quatro ventos esses actos! Não é a primeira vez que pego em pessoas ao colo quando me aparecem em cadeiras de rodas e as sento no lugar correspondente ao bilhete que compraram. Eu faço isso com naturalidade apesar de ser muitas vezes criticado pelos colegas de trabalho pois entendem que esse não é o meu trabalho. Eu percebo o ponto de vista deles, mas eu não o faço para entrar em “confronto” com eles faço pelas pessoas que estão a minha frente que precisam da minha solidariedade. O mesmo se passa quando um passageiro (normalmente quando fazemos carreiras diárias em que o passageiro é habitual) desabafa comigo sobre a sua vida, a ética obriga-me á um sigilo pois não podemos trespassar para as outras pessoas o conteúdo das conversas.

Curiosamente quando eu tinha a pastelaria e o mini mercado bem como o salão as pessoas tinham por habito confidenciar os seus problemas, as vezes pensava com os meus botões, “pareço um padre ou um medico”.

Na verdade eu estou a tirar um curso superior que me vai obrigar a respeitar códigos deontológicos confesso que nesse campo me vou sentir a vontade.

Núcleo Gerador: Identidade e Alteridade

UC 4

DR2

As relações que as pessoas estabelecem entre si dependem, em grande medida das situações em que estão envolvidas e dos grupos a que pertencem. Cada pessoa faz parte, em simultâneo de diferentes tipos de grupos: o grupo familiar, grupo de amigos, de colegas de trabalho, de um clube desportivo etc. …

De acordo com o grupo e as razões bem como interesses unem esse conjunto de pessoas assim varia o seu comportamento e estas variações de comportamentos devem-se a diferentes papeis sociais que desempenhamos em cada grupo: o papel o papel de pais de filhos de chefe ou colegas…

São papeis sociais diferentes que se relacionam com as actividade que cada um de nos realiza em contexto de relação. Todas estas variações nos comportamentos e papéis sociais que desempenhamos resultam de diferentes objectivos pessoais que se estabelecem para cada tipo de situação e decorrem do próprio grupo. Sendo assim, o grupo exerce uma grande influência no nosso comportamento e nas nossas relações interpessoais, um grupo acaba por formar uma coesão entre pessoas com os mesmos objectivos.

Assim o facto de pertencer a um grupo protege o indivíduo de certos sentimentos ameaçadores, como culpa ou remorso. Por exemplo, quando um elemento não cumpriu determinada tarefa e se queixa aos colegas, estes ao dizerem-lhe que não é assim tão importante ajudam-no a desculpabilizar-se e reduz assim o nível de ansiedade de ter falhado.

A pertença a um grupo, ajuda o individuo a desenvolver sentimentos positivos como o orgulho e satisfação pessoal…

Quando um grupo é distinguido pelo bom resultado de algo é publicamente louvado os seus membros sentem a vitória como sendo, não apenas do grupo como também sua.

Na realidade cada vez os grupos podem ser maiores e expandirem-se mesmos a outras culturas que não a nossa, ou seja a um intercambio cultural até pela crescente mobilidade social, onde os contratos internacionais se tornam cada vez mais fáceis e frequentes. Assim as culturas entrecruzam e misturam-se interagindo ao nível individual e colectivo.

Diariamente vejo esse intercambio multicultural e evidentemente que existe sempre uma troca de ideias, na realidade eu convivo de muito perto com várias nacionalidades e religiões, desde Árabes, Moçambicanos, Angolanos, Ingleses, Chineses, Coreanos, Espanhóis, Franceses, Irlandeses, Brasileiros etc.

Também tenho colegas motoristas de outras culturas nomeadamente Brasileiros e Ucraniano e confesso que quando por coincidência devido aos horários nos encontramos em determinada cidade e temos de pernoitar lá convivo com toda a naturalidade com eles, Jantar ou almoçar juntos, ir beber um copo confraternizar com toda a naturalidade

Núcleo Gerador: Identidade e Alteridade

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DR3

Reconheço que a criação da segurança social foi uma das mais inteligentes medidas para combater a precariedade humana. Na verdade esta ideia surgiu logo depois da primeira guerra mundial e com o aparecimento de uma das maiores crises financeiras a nível mundial dessa grande crise apareceu implementação pelos americanos do new deal! Estas ideias surgiram depois da chamada sexta-feira negra que mergulhou a nível mundial milhões de pessoas, desta ideia (New Deal) surgiu á implementação de construção de várias infra-estruturas de grande porte e nessa altura surgiu o aparecimento da segurança social que foi criada para suprir as primeiras necessidades da sociedade evitando assim que milhares de pessoas padecessem com a fome.

Por isso eu acho que realmente os descontos que realizamos mensalmente se forem devidamente aplicados poderão ajudar aqueles que na verdade mais necessitam, claro que como em todas as sociedades na nossa também não podemos excluir os “parasitas” que se aproveitam daqueles que honradamente cumprem com essa obrigação e usufruem indevidamente desses apoios.

Assim sendo aceito perfeitamente que os emigrantes desde que sejam membros validos para o desenvolvimento do nosso pais tenham direito também a usufruir das regalias que a segurança social nos oferece.

Ate porque sendo filho de emigrantes e ter nascido em França foi acolhido e beneficiei na altura de apoios estatais que naquele país existiam, por isso não tenho nenhuma relutância em aceitar a chamada: igualdade de direitos. Desde que (quero frisar esta parte) sejam membros válidos para a sociedade.

Evidentemente que esses membros emigrantes os seus descendentes tem como é obvio direito a outros apoios estatais nomeadamente direito ao ensino.

Posso inclusive referir que quando o meu descendente mais novo nasceu na altura na maternidade encontravam-se pessoas de outras nacionalidades nomeadamente nacionalidade brasileira e Ucraniana.

Núcleo Gerador: Identidade e Alteridade

UC 4

DR4

Falando em patrimónios poderemos dizer que na verdade a nossa cidade é manifestamente rica nesse campo pois temos um vasto leque de bens patrimoniais, nomeadamente a sé de Braga que é visitada por turistas de vários pontos do globo assim como o Bom Jesus e a Catedral do Sameiro.

Não é menos verdade que estes mesmos monumentos poderiam ser um pouco mais “bem explorados” e dessa forma fazer sobressair a nossa cidade. Aquilo que eu quero dizer é que os representantes da nossa câmara municipal; câmara essa que também é um Marco arquitectónico da nossa cidade! Não tem explorado segundo a minha opinião de forma inteligente esses mesmos recursos para que fossem mais aproveitados e dessa forma aproveitar melhor o turismo em Portugal direccionando os viajantes para a Braga.

Quando falamos no onze de Setembro vem-nos logo á mente aquelas imagens aterradoras dos aviões a colidirem com um dos marcos da cidade de Nova York, as torres gémeas.

Recordo perfeitamente esse dia fatídico pois nos despertou a todos para uma realidade até á data um pouco desconhecida da grande generalidade da população Portuguesa (O terrorismo). Recordo que no dia em que essa situação ocorreu eu estava a trabalhar e vieram-me dizer o que tinha sucedido, a América foi “atacada”. Confesso que na altura não dei grande importância mas não deixei de me dirigir á secção onde os afinadores dos rádios trabalhavam com intuito de conhecer a veracidade daqueles comentários. Quando lá cheguei fiquei espantado que para além de me confirmarem ainda me disseram que o Pentágono também tinha sido atacado, fiquei completamente estarrecido pois não queria acreditar que aquela super potência poderia ser atacada com tanta facilidade. Associar os muçulmanos a essa tragédia me como a tragédia de atocha Madrid (Espanha) é inevitável pois infelizmente para eles a imagem que temos do mundo muçulmano aqui no ocidente é “terrorismo”. Evidentemente que qualquer pessoa minimamente inteligente consegue perceber que esses actos pertenceram a fanáticos que em nada dignificam a religião que tanto apregoam. Eu pessoalmente não olho dessa forma para os muçulmanos e interpreto logo como sendo um terrorista. Acho que cada caso é um caso e não podemos nem devemos generalizar pois como em todas as religiões existem boas e mas interpretações feitas a cada uma delas. Eu próprio como católico se levar á letra ou interpretar de forma diferente as escrituras poderia achar que todo o resto que não fosse cristão teria o direito de viver mas isso é como anteriormente referi fanatismo.

Endeusar “comida”! Dita desta forma realmente poderíamos pensar que não faz sentido nenhum pensando na perspectiva de que milhares e milhares de crianças morrem de fome e que fariam de tudo para comer um bom bife. Mas nesta situação específica temos que ter em mente que estamos a falar de uma cultura e de uma religião que como é óbvio deve ser respeitada assim como existem religiões em que não podem comer carne de porco (muçulmana) desta forma teremos que distinguir sempre o racional do religioso claro que saber que na índia estes animais são venerados e que noutras partes do globo a miséria é tão estrema choca-nos um pouco. Mas temos que os ideais de cada um para que eles possam respeitar o facto de nos “empanturrarmo-nos” com todo o tipo de comida.

Núcleo Gerador: Convicção e Firmeza Ética

UC5

DR1

Num pais como o nosso e no seio da nossa sociedade falar em convicção e firmeza ética tem actualmente um sentido bem mais profundo até porque saímos á umas décadas num regime ditatorial e em que pensar em valores morais ou convicções era inaceitável, contudo e graças á revolução feita por militares hoje posso estar aqui a teclar e a falar nestas ideologias. É certo que quando falamos nessa revolução muitas vezes nos esquecemos daqueles homens e mulheres que foram exorcizados e perseguidos pela polícia secreta (PIDE) infelizmente ou felizmente posso falar que o meu avo materno sofreu perseguições e foi preso algumas vezes exactamente por expressar as suas ideias.

Infelizmente por tudo que sofreu com essas suas convicções.

Felizmente porque derivado ao seu sentido humanista e que não o deixava olhar para o lado e ver as pessoas a serem maltratadas.

A minha mãe conta muitas vezes que ele escrevia cartas que outras pessoas solicitavam para interceder perante as autoridades em defesa de seus entes queridos. Convêm referir que o meu falecido avo era funcionário do tribunal da comarca de braga e que devido á sua bondade foi afastado, como anteriormente comentei e perseguido. Mas também dizer que nuca deixou de defender os seus ideais.

No entanto actualmente com tudo que tem saído na comunicação social fica uma estranha sensação de que os tempos da ditadura parecem estar a voltar. Digo isto pois num país que tanto sofreu para que a liberdade de expressão, a liberdade de escolha bem como todos os direitos e deveres que foram conquistados pudessem ser de alguma forma colocados em causa por uma tentativa de controlo por parte das entidades governamentais, convêm referir que essas mesmas entidades foram eleitas com o intuito de defender os interesses dos portugueses e não interesses particulares de um ou outro executivo político.

Como é de conhecimento geral muito se tem falado na tentativa de o governo actual controlar os média e essa situação deixa-me profundamente triste pois não faz sentido numa democracia este tipo de atitudes aparecerem. Não quero acreditar que isso seja verdade que o meu avô bem como milhares de portugueses tenham sofrido às mãos de uma ditadura para que essas pessoas possam agora conspurcar as suas memórias.

Como é sabido o controlo daqueles que de alguma forma trabalham para o estado actualmente já não tem livre arbítrio de expressão pois correm o risco sério de serem “perseguidos” pelos seus superiores hierárquicos, digo isto pois estas situações já por diversas vezes saíram na comunicação social principalmente no que concerne a professores.

Ter uma opinião formulada e bem estruturada sobre um indivíduo portador do vírus HIV não é com certeza fácil pois seria hipocrisia da minha parte dizer que compreendo aquilo por que passa um ser humano portador de tal doença.

Na verdade a única coisa que posso fazer é tentar me colocar na pele de um possível companheiro de um indivíduo portador dessa doença. Como é óbvio eu pessoalmente gostaria que o meu companheiro me disse-se que era portador de essa doença, até porque gostaria de o ajudar a ultrapassar um momento tão difícil na vida de um ser humano pois nessa altura tem que lutar psicologicamente com uma ideia de poder morrer não de Sida mas sim com outra doença qualquer pois o HIV enfraquece as defesas do portador deixando-o susceptível a infecções e doenças mais graves que o poderão levar á morte. Viver o resto de uma vida evitando que a sua condição física seja conhecida penso que deve ser muito mais penoso para esse ser, e por isso não só para que o companheiro portador dessa doença se possa proteger mas também para que essa pessoa possa morrer com o mínimo de dignidade humana.

Núcleo Gerador: Convicção e Firmeza Ética

UC5

DR2

Falar em deontologia em normas profissionais na minha forma de interpretar são situações completamente diferentes no que se refere á vida humana. Na verdade decidir se um ser humano tem ou não o direito á vida é um tema bastante complexo pois mexe com vários aspectos quer religiosos quer humanitários, isto é, penso que não deve ser fácil a um médico que proceda a um aborto independentemente das circunstancias que nela esteja envolvida, claro que poderemos apelar á questão profissional pois se for comprovado em que realmente o feto tem uma grave deficiência genética se esse profissional tem o dever de proceder á sua “extinção” pois neste caso estamos a referir-nos também a um ser humano que poderá não ter qualquer tipo de qualidade de vida. Por outro lado também deveremos pensar que poderá ser penoso para o profissional que tem que proceder a essa operação pois independentemente da sua condição profissional, temos que ter em conta também a sua condição mental pois ele é apenas e tão-somente um ser humano.

Mas quando falamos num feto perfeito sem qualquer tipo de anomalia e por mero capricho os seus progenitores entendam que não querem que ele viva não me parece de todo aceitável. Eu confesso que sou um acérrimo defensor da vida humana e que me manifestei contra a lei do aborto pois entendia que a legislação que existia na actualidade já defendia situações extremas, nomeadamente em caso de má formação do feto bem como em casos de violação. Passar-nos a menosprezar de forma tão vil um ser que depois de concebido não tem direito á vida, é manifestamente no meu entender uma barbaridade pois como é possível que alguém se ache no direito de dicidir sobre a vida de outro ser é que actualmente o aborto está completamente banalizado e usa-se desculpas do tipo: “agora não dá pois estou desempregado, ou agora não dá porque não mobilei a casa, ou agora não dá porque já temos um filho, etc, etc, etc”. Na verdade até desculpas do tipo: “agora não porque ainda não acabei o meu curso superior” por tudo isto acho inaceitável, impensável até que no caso concreto em que é referenciado neste DR no que diz respeito ao casal de anões colocar a hipótese de abortar um feto que fosse perfeito. Por mais argumentos que pudessem ter nomeadamente do género: “se for uma pessoa normal depois poderá se sentir mal no seio da nossa família, entre os primos e tios etc.” Por muitos argumentos desses que queiram arranjar não é aceitável, nem faz qualquer tipo de sentido pois para situações dessas não passam de preconceitos e caprichos.

Poderei estar errado e admito desde que alguém me faça ver as coisas de maneira diferente, até porque não sou uma pessoa intransigente tenho um espírito e uma mente aberta e por isso não me é difícil aceitar que estou errado desde que me expliquem devidamente fundamentado.

Núcleo Gerador: Convicção e Firmeza Ética

UC5

DR3

Qualquer que seja o nosso trabalho, seja em que empresa for, independentemente da função categoria e hierarquia profissional existem valores éticos e culturais que devemos respeitar e preservar. O exemplo deve ser sempre dado pelo nosso superior…

Existem valores fundamentais como responsabilidade, independência, profissionalismo, confidencialidade e integridade. Especificamente na minha função tento sempre cumprir estes objectivos. Trato toda a gente da mesma maneira, independentemente da raça, estrato social ou sexo. Coopero com os colegas sempre que me é possível, assim como com a própria empresa. No fundo todos nós (trabalhadores) contribuímos para o progresso da empresa e somos o rosto da mesma. Damos-lhe com o nosso “bom desempenho” a imagem…

Julgamos as empresas e os seus responsáveis pelas atitudes e não pelas suas “intenções”.

Um código ético é na realidade uma declaração de princípios ou seja, é um documento em que a empresa estabelece certos objectivos de carácter ético que deseja alcançar, dentro e fora da mesma, isto é, com os fornecedores de capital de riscos, trabalhadores, directores, etc. E/ou com clientes, fornecedores, instituições financeiras comunidade local, economia nacional. Etc.… Existe assim na missão, a cumprir e a concretização da mesma, com objectivos em áreas específicas e de particular interesse.

Um código ético pode ser um instrumento de humanidade, ajudando á prossecução dos verdadeiros objectivos da empresa que devem ser humanos, pois só estes se podem qualificar como vitais para sua missão como constituição económica e social. Mas a introdução de um código ético pode ser também um delicado processo com efeitos perversos e mesmo contraproducentes. Isto acontece porque o moral (ou ético), em termos da nossa cultura latina, continua a ser algo que está “fora do económico”: uma competência das instituições religiosas e/ou da consciência individual. O que explica que, ainda hoje, o mundo dos negócios seja visto como pouco moral ou mesmo imoral, fazendo assim jus á ideia de capitalismo como sinónimo de laissez faire (como o meu falecido pai costumava dizer ou de liberalismo no sentido de vale tudo.)

Entrar nesta problemática implica, pois uma certa rotura com a nossa visão cultural da empresa. Por outras palavras, há que contar com resistências do processo de introdução de um código ético e saber que o fracasso do processo pode levar ao aumento do cinismo dos seus membros

Do ponto de vista da empresa, a função principal do código ético, consiste em proporcionar critérios de actuação para resolver conflitos de interesses (conflitos que são especialmente delicados na banca e no mercado de valores porque, nestes âmbitos, a informação se revele muitas vezes um privilégio, pois, como é sabido, a maior parte das operações que se realizam no mercado de valores aparecem condicionados pela informação de que se disponha) e, de preferência, resolvê-los no momento em que eles surjam. De facto, uma das vantagens dos códigos éticos é proporcionar um guia permanente e estável da boa (e má) conduta, ainda que tal vantagem seja perceptível nos códigos que regem a maioria das profissões, os quais pecam por serem vagos e indeterminados. A nível das empresas, contudo, os códigos éticos revelam-se quase sempre um bom guia para o comportamento dos empregados, assim como uma forma de controlo do poder dos empregadores. Casos há em que um código ético nos negócios pode até constituir uma salvaguarda quando um empregado é “forçado” por um superior a cometer um acto “sujo” ou pouco ético. Então, porque razão apesar de tantas vantagens, os códigos éticos continua, a ser tratados com cepticismo pela maioria das pessoas de negócios e mesmo pelos representantes dos consumidores? A principal razão parece ter a ver com o facto de, em geral, se considerar que os códigos de conduta, pelo seu carácter essencialmente moral, não têm força suficiente que obrigue ao seu cumprimento.

Mas poder-se-á dizer que já é tempo de tanto gestores como administradores das empresas, como empregados (todos consumidores e contribuintes) se darem conta de uma importante distinção entre sociedade civil das empresas (que deve ter uma moral, que deriva do facto de se procurar uma sobrevivência rentável sem se poder obrigar os clientes a comprar, nem os assalariados a entrar nelas) e a sociedade politica, que é o mundo do poder (entre nós, felizmente democrático) para obrigar e onde muitas vezes o direito se confunde com perversão das regras a que o poder devia estar sujeito (como acontece, por exemplo, com o histórico direito a transformar os passivos de empresas em dificuldades, em fáceis créditos políticos)?

Urge perceber que o problema económico empresarial se bem entendido só secundariamente é um problema de afectação eficiente de recursos; antes disso é um problema de integração ou coordenação. Mais exactamente, de custos de coordenação de pessoas e valores, dado que o que primariamente define a empresa são as pessoas que a compõem e os valores, isto é, a filosofia ou cultura empresarial o que nos leva a descobrir a intimidade entre valores, pessoas e cultura de empresa.

Antes de mais, a alta direcção deve estar consciente da concepção, mais ou menos explicita, do ser humano e da empresa em que se quer basear um código ao ético.

Uma concepção, reducionista do ser humano, que não tenha em conta os seus elementos essenciais e a sua dignidade será uma base frágil, e mesmo perigosa, para elaborar um código ético.

Uma concepção realista dará lugar a valores que inspirem a actividade empresarial de maneira completa, com um ponto de vista técnico, económico, social e sobretudo, humano, que dê verdadeiro sentido a essa actividade. Trata-se de fixar os valores humanos básicos sobre os quais construir a arquitectura da organização. Estes devem incluir a dignidade da pessoa humana enquanto tal e a responsabilidade da empresa face ao bem comum.

Assim como se espera correspondência entre cultura empresarial e os ideais contidos no código. Não só a alta direcção deve ser consistente como os ideais empresariais e humanos, como estes devem ser adequados à cultura reinante na empresa.

Núcleo Gerador: Convicção e Firmeza Ética

UC5

Dr4

Curiosamente enquanto estive a estudar a forma de desenvolver este DR reconheci que na verdade eu faço e já fiz muitas vezes actos humanitários para com pessoas mais necessitadas. Existe na central de camionagem pessoas a pedir esmolas mas que na verdade esses dinheiros são canalizados para o sues vícios quer seja bebida ou droga e como estou ciente dessa realidade eu em vez de lhes dar dinheiro tenho por hábito comprar umas sandes e entregar-lhes. Inclusive a bem pouco tempo levei dois cobertores para oferecer a um senhor que costuma pernoitar na avenida dos aliados da cidade do Porto, (junto a caixa geral depósitos)

Costumo ver esse senhor sempre que tenho de esperar pela minha boleia para vir embora para Braga, quando faço o horário da noite em que chego a 1h da manhã venho para os aliados e costumo me abrigar junto a caixa pois no inverno é o sítio mais protegido das intempéries.

Em determinada altura numa noite invernal lembro-me que estava um frio terrífico e quando me abriguei reparei que a pessoa em questão estava a tiritar, e pensei vais passar uma noite difícil. Durante a viagem de regresso a casa confesso que na conseguia afastar essa imagem da minha mente.

No dia seguinte! Quando sai-a de casa, conversei com a minha esposa sobre o sucedido e perguntei-lhe se não teríamos uns cobertores que não precisássemos pois aquela imagem tinha-me cortado o coração.

Então colocamos dois cobertores em sacos e levei comigo! A noite quando fui novamente para os aliados deixei os cobertores junto ao senhor e na hora de vir embora disse-lhe!

- Amigo! Olhe que tem aí duas sacas, alguém lhe deve ter deixado, veja lá se lhe roubam.

Dito isto afastei-me e entrei no autocarro, lancei um olhar e vi ele como um miúdo entusiasmado que desembrulha uma prenda! No dia seguinte pode constatar que ele já se encontrava mais agasalhado.

Não disse ao senhor que lhe estava a oferecer aquilo pois não o quis de alguma forma ofender pois não conheço a história de vida dele! Na verdade eu fui educado de que o reconhecimento daquilo que fazemos vem de dentro da nossa alma e não o que mostramos ao mundo.

Confesso que faço muitos actos destes mas não gosto de me vangloriar, a minha mãe costuma dizer amiúde que eu sou demasiado bom e que nos tempos que corre isso pode me ser prejudicial pois a raça humana esta cada vez mais egoísta e distante do seu próximo.

Realmente a gente vê algumas pessoas “VIP” (Very Important Person) a vangloriar-se nos meios de comunicação pessoal que ofereceram isto e aquilo, e acham-se pessoas realmente especiais.

Especiais são aquelas pessoas que trabalham para organizações humanitárias e não aparecem nas Tv. mas a gente sabe que lá estão pessoas que lidam com vidas destruídas pela fome, pela guerra, por catástrofes naturais, esses sim, são especiais. Adversidades na vida todos nos passa-mos umas mais complexas que outras, mas aqueles que tem sempre um prato na mesa para comer tem de usar essas contrariedades para se tornarem seres mais fortes.

Eu costumo dizer que as adversidades são pedras honde eu afio a minha lamina e com esta forma de pensar tento diariamente fazer frente a “vida”.

Núcleo Gerador: Abertura Moral

UC6

DR1

Falar em Eutanásia ou em legalização do aborto são temas muitos delicados! A pouco tempo (2007) tivemos no nosso país um referendo sobre o aborto, referendo esse que conclui com uma vitoria do sim. Mas importa referir que a abstenção foi muito elevada, o que me deixou atónito pois não compreendo como é possível, alguém se abster sobre uma situação em que são discutidas vidas humanas.

Eu confesso que quando soube que a minha esposa estava grávida do meu segundo filho, a hipótese de aborto nem sequer esteve em equação digo isto porque na altura a nossa vida estava muito complexa. Na verdade quando olho para a carinha do meu bebé e vejo o brilho dos seus olhinhos e o brilho que toda a sua áurea emana é impensável sequer pensar na hipótese do aborto e perder todo esse brilho que provém daquele pequeno ser.

Já quando pensamos em eutanásia tenho uma opinião diferente até porque são coisas completamente diferentes mas no entanto com o mesmo contexto envolvente “morte”! Na verdade entendo que se a pessoas estiver nas suas plenas capacidades mentais deve ter o direito de escolher. Digo isto porque não deve ser fácil de viver anos a fio sempre a depender de terceiros para nos fazer as coisas! Ir a casa de banho, tomar banho, passear etc. Tudo isto sempre dependente dos humores de quem esta connosco.

Eu pessoalmente vivi esta situação com um membro da minha família (a minha avó materna) viveu algumas décadas dependente de terceiros pois infelizmente derivado ao nascimento de uma das minhas tias paralisou e ficou agarrada a uma cama durante o resto da sua vida.

Recordo de quando ela vinha para a nossa casa (costumava passar uns messes em cada filho) me deitar ao lado dela e de a ouvir a contar as suas histórias do seu tempo de infância, também me recordo de passar na sala e ouvi-la a chamar pela filha (minha mãe) e ficar com o meu coração apertadinho pois pensava coitadinha sempre a espera que alguém lhe faça companhia.

Lembro-me de uma noite em particular em que não sei porque a minha avó estava muito triste e chorava muito, a minha mãe estava no quarto com ela para lhe dar carinho e lá ficou até ela adormecer, mas no meio de todo este drama ouvia a minha querida avó dizer que só queria morrer.

Por isto acho que se as pessoas estiverem lúcidas devem poder escolher.

Para que as pessoas tivessem uma ideia mais clara sobre a eutanásia aconselho a que vejam o filme Mar adentro um filme tocante e baseado na história verídica de um marinheiro que ficou tetraplégico e que passa uma vida a lutar para que o deixem morrer, recorrendo as autoridades e sendo-lhe esse desejo negado repetidamente.

É um filme tremendamente interessante e que arrebatou inúmeros prémios. Por tudo isto aconselho a qualquer pessoa que o veja pois fica com uma noção mais clara sobre a eutanásia.

Núcleo Gerador: Abertura Moral

UC6

DR2

Falar em sindicatos no nosso país actualmente quase não faz muito sentido! Digo isto porque actualmente os nossos sindicatos já não tem a força que outrora tinha, penso que actualmente eles actualmente imiscuir-se demasiado na vida política e preocupam-se pouco com o trabalhador e principalmente nos desempregados como é possível os nossos líderes sindicais continuarem a lutar por reivindicações salariais sem se preocuparem com o actual nível de formação dos trabalhadores portugueses, com as condições de trabalho, com forma como as empresas são geridas, etc.

Estes líderes sindicalistas apelam ao populismo somente com aspectos salariais e em nada contribuem para defender os trabalhadores. Pelo contrário só os prejudicam, porque para mim, e isto é uma opinião muito pessoal, estes são os principais responsáveis pelo aumento do desemprego em Portugal.

Em Portugal quando queremos defender os trabalhadores só pensamos nos pacotes salariais. Onde estão as preocupações com a formação dos trabalhadores, onde estão as medidas destinadas a melhorar as condições de trabalho, onde estão as politicas bem sucedidas apelando ao espírito empreendedor, onde estão as preocupações com o funcionamento das empresas, onde estão as políticas para diminuir o desemprego, onde está a estratégia dos sindicatos. Estas e outras questões são completamente esquecidas pelos sindicatos, ou se elas existem são pouco mediatizadas na comunicação social.

A premissa de emprego para toda a vida extinguiu-se. Hoje em dia a polivalência, flexibilidade funcional e o empreendorismo são conceitos fundamentais para manter as pessoas no activo por muito mais tempo.

Se estes líderes reflectissem sobre o que produz riqueza e cria emprego deixariam de lado as velhas premissas salariais. Como se pode aumentar os salários em Portugal com um elevado número de empresas à beira da falência.

Mas o problema não é exclusivo da falta de formação dos nossos trabalhadores. A baixa formação também é evidente nos nossos patrões.

Para mim os sindicatos deveriam ser instituições com um papel pedagógico tanto para os trabalhadores como para as entidades patronais, e para além disso, deveriam conceber políticas para criar emprego para os activos desempregados e promover a criação de empresas.

Os sindicatos tem que colocar de lado os movimentos que os constituíram como agentes defensores dos trabalhadores, até porque o cenário político e económico alterou-se radicalmente desde essa época, para se centrarem definitivamente em políticas sustentáveis que permitam defender realmente os trabalhadores. Acho que o provérbio chinês “Não lhe dê peixe, ensina-o a pescar” traduz o método como os nossos sindicatos deveriam actuar.

Em vez de aumentar os salários dos trabalhadores que tal criar condições para que esse aumento deixe de ser uma revindicação. Medidas destinadas à criação de empresas, isto é, desenvolver o espírito empreendedor nos portugueses é uma forma de reduzir o desemprego e aumentar os salários.

Deixemos de lado o emprego do Estado, não podemos continuar a ter o Estado como o nosso maior empregador.

Nós queremos mais empresas e bem geridas para podermos ter mais empregos e melhores salários.

Claro que os salários são importantes para fazer frente a disparidade que a nossa inflação tem manifestado, mas será que é esse o caminho certo?

Eu sou sindicalizado e á bem pouco tempo o sindicato geriu um conflito que tive com a empresa, mas acho que eles deveriam de ser mais interventivos no que concerne ao desemprego.

Porque não uma manifestação a nível nacional de pessoas desempregadas? Assim todo o país tinha uma ideia mais clara de quantos desempregados existem actualmente e não aqueles que o governo faz passar para o exterior.

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A diversa pluralidade que existe na nossa assembleia da república é no meu ponto de vista benéfico! Pois obriga á que os diversos partidos ouçam a mais variedade de opiniões e ideias.

Na verdade á pouco tempo na preparação da cadeira de Direito Constitucional tive a oportunidade de estudar as constituições portuguesas e podemos verificar que já na primeira num dos títulos fala na consagração de uma única câmara eleita por sufrágio directo e universal esta referência podemos confirmar no título III.

Características

Está dividida em seis títulos, seguindo aproximadamente o esquema da Constituição de Cádis. O Título I contém uma autêntica declaração de direitos. No Título II afirma-se que a soberania reside essencialmente em a Nação. Aparece também consignado o Principio da separação dos poderes de Montesquieu divisão tripartida do poder função legislativa (assembleia), executiva (rei, Governo), judicial (tribunal). O Título III que trata do poder legislativo faz a consagração do princípio de uma única câmara, eleita bienalmente por sufrágio directo e universal, com exclusão das mulheres, dos analfabetos e dos frades. O Título IV dedica um capítulo ao Reino Unido (o Brasil), que haverá uma declaração do poder executivo, no Brasil. Consagrava-se o princípio de larga autonomia política e administrativa para o Brasil, com o qual se estabelecia uma União Real. O Título V trata do poder judicial. O Título VI e último ocupa-se do governo administrativo e económico.

Como podemos constatar na primeira constituição já começava a inicialização daquilo que actualmente é a nossa realidade, no que concerne ao pluralismo na assembleia da república.

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Entende-se por discriminação racial qualquer distinção exclusão, restrições ou preferência em função da raça, cor, ascendência, origem nacional ou étnica, que tenha por objectivo ou produza como resultado a anulação ou restrição do reconhecimento, fruição ou exercício, em condições de igualdade, de direitos, liberdades e garantias ou de direitos económicos, sociais e culturais.

Uma das piores formas de descriminação é feita em função da origem étnica, atingindo a dignidade e integridade do outro. Num contexto de grande mobilidade transfronteiriça a questão do racismo e das modalidades de acolhimento e integração de imigrantes maioritariamente oriundos dos países do sul e de ex-países do leste, assim como de populações nómadas, mais conhecidos por (ciganos) é um elemento central para a compreensão das multiplicas problemáticas sociais. Neste cenário revestem-se de particular importância as disposições legais emitidas a favor dos trabalhadores emigrantes, e o desenvolvimento de uma abordagem que favorece e valorize a multiculturalidade e interculturalidade, quer seja a nível de educação, saúde, da formação ou do emprego.

Devo confessar que apesar de achar que todos temos os mesmos direitos, sinto um pouco de relutância as pessoas de origem Brasileira sobretudo no concerne as mulheres. Talvez por me aperceber de determinados factos na minha profissão. Lido diariamente com elas (brasileiras), e confesso que a maior parte delas não esta no nosso país para exercer um trabalho digno, dai a minha relutância. Se bem que não devemos generalizar… devemos até promover uma inclusão, seja na escola no trabalho na vida familiar como noutros sectores. O principal problema para a inclusão é realmente o preconceito, a falta de informação e a intolerância. Assim cada um de nos tem o dever cívico de acções de sensibilização nesse sentido, incentivando a convivência entre as raças, as culturas e os costumes; assim sendo acaba por haver uma intercultura e multicultural.

Penso que cada vez mais falar em minorias étnicas nesta aldeia global poderá perder um pouco o sentido, é que a criação desta palavra quem quer que a tenha criado e onde quer que tenha surgido foi numa altura em que poderíamos ver realmente nichos de pessoas que pelas suas características poderíamos identifica-los. Falo mais concretamente da etnia cigana, é que realmente a uns anos a esta parte víamos em várias partes da cidade “barracas” em que normalmente viviam famílias dessa etnia.

Aquilo que eu quero dizer é que na verdade actualmente isso já não acontece, admito que ainda possa existir algumas dessas “barracas” mas devera ser uma pequena quantidade. Realmente estou convencido que dentro de uns anos a tendência para que esta minoria seja “absorvida” e se entregue no conjunto da sociedade em geral.

No que á minha pessoa diz respeito eu interajo com a maior naturalidade com as chamadas minorias até porque essa etnia sempre fez parte da minha infância bem como da minha adolescência.

Lembro-me de quando era miúdo de andar na escola que eu frequentava uns miúdos ciganos e de nos intervalos jogarmos a bola com toda a naturalidade.

Na minha adolescência trabalhei numa fábrica de metalurgia na rua conselheiro Lobato e nessa rua morava uma família de ciganos e com o tempo acabei de travar amizade com dois irmãos, inclusive por diversas vezes confraternizava nas discotecas de Braga, mais concretamente nas discotecas Club 84 e a Prive.

Actualmente lido com essas minorias diariamente pois na minha profissão essa aproximação é inevitável, já que transportamos cidadãos de diversas nacionalidades e religiões.

Nas religiões também existe as chamadas minorias e eu também tenho na família membros de uma religião que comparativamente com a que eu pertenço (católica) é uma minoria. E falo mais concretamente da Jeová e inclusive um dos meus primos é Ministro (creio que é assim que se diz) e com quem tenho uma boa relação.

Na verdade penso que a forma como interajo com estas varias minorias acabo também por transmitir aos meus filhos a verdadeira noção de que na verdade temos que respeitar as ideologias de cada ser humano e pois só desta forma é que podemos ultrapassar barreiras (juízo de valores) que ainda estão enraizados mão só em Portugal como a nível mundial.

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Actualmente e quando olho para os tempos da minha infância tenho a noção clara que os tempos estão a mudar e na minha óptica para melhor, no que respeita a relação de pais para filhos.

Eu sempre achei que a minha relação com o meu pai era muito boa mas hoje tenho a percepção e comparativamente com o meu tempo que a relação que actualmente tenho com o meu filho mais velho é de uma abertura bastante saudável. Falo do meu filho mais velho pois com o colibri (o mais novo) a minha relação é de brincadeira, convêm frisar que ele tem apenas dois aninhos.

Tenho muitas vezes conversas com ele(o mais velho) nas quais ele tenta me convencer das suas certezas e defende acerrimamente as suas ideias.

Para que se tenha uma ideia do que digo vou transcrever uma “discussão” que a uns meses tive com ele. Esta conversa gira em torno da existência de Deus. Quero salientar que esta "discussão" tem ainda mais interesse na medida em que o meu rapaz é membro dos escuteiros e está no último ano de catequese.

Estávamos em família na casa da minha mãe quando não sei porque alguém (um dos membros da família que se encontravam presentes) colocou uma dúvida de que não fazia sentido que Deus fosse o criador de todo o universo.

Eu por norma confesso que costumo me afastar deste tipo de conflitos de ideias sobretudo quando a minha mãe esta presente, pois ela é de convicções fortes no que toca á religião, mas nessa altura entrevi exactamente devido aos facto de o meu filho ter interveio dizendo que realmente o homem descende do macaco, deixando a minha mãe a beira de um ataque de nervos.

O meu filho tentou então explicar a avó o seu ponto de vista, mas sem grandes resultados e nessa altura a minha mãe questionou-me “achas isso normal” pois eu estava divertidíssimo a assistir a conversa das duas gerações completamente diferentes!

- Não minha mãe (expressei-me eu) tens razão, esta a dizer disparates.

Comentei eu com a esperança de que aquilo terminasse por ali! Mas nessa altura o meu filho “investiu” sobre mim.

- Achas que é disparates pai! Então explica-me a mim como é que a humanidade apareceu?

Olhei para ele com um ar trocista e depois de colocar o meu braço sobre a minha mãe e respondi.

- Deus criou o paraíso e nele colocou Adão e Eva e...

- Ora, ora deixa-te de histórias pai! Sei que não acreditas nisso!

Nessa altura a minha mãe olhou para mim com aquele olhar que nos congela e perguntou

- Que conversa é essa que ideias é que passas ao teu filho?

- Não ligues minha mãe, (respondi eu já um tanto comprometido) aquilo que eu te disse foi que nos descendemos todos de Adão e Eva não é verdade?

- Ora meu pai até pode ser que quando desenvolvemos a capacidade de comunicação os nossos antepassados se chamassem Adão e Eva, mas sabes perfeitamente que o mundo surgiu de moléculas pois inicialmente o mundo era coberto por oceanos e…

Bem e enquanto ele me explicava aquilo que eu já sabia esperei que termina-se para lhe colocar a seguinte questão.

- Muito bem meu filho já percebi que gostas de história da natureza, mas na verdade a tua avó tem razão, na medida em que quem criou o mundo foi Deus!

- Como assim meu pai?

- Então tu no inicio da tua explicação fizestes referência que quando a terra surgiu era coberta de agua e que as únicas espécies existentes eram microrganismos! Então explica lá como é que esses seres apareceram na terra?

Ele tentou realmente ainda argumentar mas sem grande convicção e eu acabei por me “safar” deixando a minha mãe satisfeita.

Eu transcrevi esta conversa mas tenho várias “discussões” com ele e com isto a sempre coisas que podemos aprender. Não sendo menos verdade que as vezes ele consegue levar o seu barco a bom porto.

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Usar de capacidade argumentativa é provavelmente no meu ponto de vista um dos pontos mais fortes da minha personalidade pois durante toda a minha vida em que trabalho tenho tido várias situações em que colocou em prática não só a minha experiencia adquirida ao longo da minha existência como a minha capacidade em termos psicológicos para resolver problemas com colegas nos vários locais de trabalho por onde já passei.

Desde muito novo que eu tenho ocupado cargos de chefia nos empregos por onde tenho passado e em consequência disso tive de gerir vários tipos de conflitos.

Posso passar em retrospectiva um episódio de quando eu tinha apenas 15 anos e que relatei na minha bibliografia e que coloco aqui como referência! Esta, passagem, esta na página 12 desse trabalho.

“Lembro-me de uma cena de tentativa de agressão entre dois deles. Tudo começou por não se entenderem sobre uma jogada de futebol desse fim-de-semana. Um era portista e outro era benfiquista, confesso que estava concentrado a arranjar os banhos quando comecei a ouvir os gritos e quando olhei para trás eles estavam quase pegados. Coloquei-me no meio deles e gritei bem alto: aqui quem manda, sou eu! Não admito discussões, quem não estiver contente pode sair e trabalhar lá dentro. Ambos olharam para mim e pararam acabando depois por pedir-me desculpa. Então juntei os quatro homens que tinha á minha responsabilidade e disse a partir de hoje não admito que se fale de futebol nesta secção nem religião nem politica. Quem não colaborar será transferido para outra zona da fábrica mas comigo não trabalha mais”

Esta situação provavelmente foi a primeira de muitos conflitos em que tive de argumentar e gerir um conflito entre colegas de trabalho

Mas tive diversas ocasiões em que tive de argumentar e convencer as pessoas por meio do diálogo e afirmar as minhas ideias perante os colegas.

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Durante quarto anos eu pertenci a associação de pais e era o representante dos pais da sala a que o meu filho pertencia.

Sempre que necessário reunia-me com a professora para quando fosse inevitável ajudar a mediar conflitos que pudessem surgir.

Na verdade e curiosamente na altura em que o meu filho anda na quarta classe ajudei a resolver uma situação com o pai de um miúdo que começou a ter problemas com a professora do seu filho, pois esta teimava em colocar o miúdo de castigo alegando que ele era mal-educado e malcriado. Então uma das formas de o castigar era coloca-lo com umas grandes orelhas, sentado na esquina da sala virado para a parede.

Esta situação na altura criou mal-estar no seio da associação pois ninguém concordava com aquele castigo.

Lembro-me de na altura a professora do meu filho ter conversado comigo para ver se eu acalmava o pai do miúdo pois ela estava a tentar resolver o mais rapidamente aquele conflito (é que a professora do meu filho era a directora da escola na altura) ele fez esse pedido pois tinha me visto a conversar com ele e pediu se poderia ajudar á regular essa situação complexa.

Depois dessa conversa comprometi-me a conversar com ele e solicitar-lhe que desse até ao fim da semana para resolver (esse meu colega preparava-se para fazer uma queixa escrita a DREN contando o que se estava á passar). Depois de me ouvir ele concordou em esperar mas que se não houvesse uma resolução no inicio da semana seguinte ele procedia a respectiva queixa.

Transmiti á directora e pedi-lhe que fosse célere na resolução pois também não me parecia que aquele tipo de castigo fosse o mais adequado para o miúdo até porque ele já começava a sofrer as consequências no recreio diante dos outros miúdos.

O que aconteceu foi que a professora em causa meteu baixa e desta forma o problema extinguiu-se.

Essa mesma professora nunca mais a vi na escola de Nogueira, só espero, que toda aquela situação lhe tenha servido de lição e que compreenda que independentemente de ter ou não razão não é humilhar o próximo e impor-lhe a sua autoridade que consegue resolver problemas que lhe possam surgir na vida.

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