12 De Março de 1986, pelas 16 horas nascia mais uma menina no hospital S. Marcos em Braga. Meus pais, José Manuel Pereira da Silva e Ermelinda Ferreira Gonçalves, já me esperavam a algum tempo. Era filha única e muito mimada por eles. Vivíamos numa casa grande dentro de uma quinta de lavradores, numa freguesia nos arredores da cidade de Braga denominada por Morreira. Morreira é uma Freguesia 70 % Rural que pertence ao Concelho, Distrito e Arquidiocese de Braga. Ocupando cerca de 330 hectares, sendo uma das 9 grandes Freguesia do Concelho em área, dista a cerca de 7Km da sede da Concelhia e faz Fronteira com as Freguesias de Esporões, Trandeiras, Penso de Santo Estevão e Escudeiros, e com as de Leitões São Martinho, Balazar, e São Clemente de Sande do Concelho de Guimarães.

A casa era velha mas muito confortável. Sempre cuidamos da horta e sempre tivemos que trabalhar o campo a plantar batatas, cenouras, cebolas, alface, etc... os meus pais também têm uma vinha onde cultivamos o vinho para consumo próprio. A agricultura nos dias actuais pode ser vista por várias ópticas. Pela óptica conservadora, a agricultura obedece aos conceitos cartesiano, simplista e reducionista. Estes conceitos são necessários para entender o funcionamento de cada fase do mecanismo cíclico agrícola, que vai desde o preparo do terreno até a comercialização dos produtos propriamente ditos, e destes retornando em forma de investimento monetário para a expansão ou manutenção dos meios de produção. Já pela óptica sistémica, a agricultura é vista como um processo que sofre e exerce pressões sobre os seus integrantes. Existe a preocupação com o fluxo de energia, de onde vem e para onde vai. São considerados aspectos muitas vezes de difícil mensuração, tais como: o valor da fertilidade do solo, o tempo de produção, os aspectos culturais que envolvem os atores inseridos dentro do sistema de produção, entre outros. A quem trabalha na agricultura chama-se agricultor.

Vinicultura é o conjunto de actividades de produção, conservação, acondicionamento e comercialização de vinhos. Vinificação é o processo que transforma a uva em vinho. Existem basicamente três tipos de vinificação: tinto, branco e rosé.

Quando estamos na época das vindimas eu ajudo sempre os meus pais. Então colhemos a uva e colocamos num ralador para ralarmos os cachos de uvas, que depois de ralados são colocados numa dorna (isto é uma espécie de bacia de madeira que permite que as uvas depois de raladas e pisadas faça com que o vinho ferva para ganhar fermentação). A fermentação é muito importante para o vinho pois é nesta fase que ele ganha o álcool e o aroma ao vinho. Depois do vinho pronto tem que se manter sempre a pipa cheia e verificamos durante 15 dias se o vinho não diminuiu o volume e se diminuiu temos que acrescentar vinho de qualidade.

Agropecuária reúne os substantivos agricultura e pecuária. É portanto a área do sector primário responsável pela produção de bens de consumo, mediante o cultivo de plantas e da criação de animais como gado, suínos, aves, entre outros. A agropecuária é praticada em geral por pequenos produtores que utilizam práticas tradicionais, onde o conhecimento das técnicas é repassado através de gerações. Não é utilizada uma orientação técnica especializada para o manejo da área e da cultura. As relações sociais de produção são predominantemente familiares.

O Turismo rural é uma modalidade do turismo que tem por objectivo apresentar como atracção as plantações e culturas em áreas onde as mesmas, porventura, sirvam de referência internacional no chamado agro negócio.

Na verdade, a agricultura sofreu significativas alterações: desapareceram centenas de milhar de explorações; acentuou-se o envelhecimento dos agricultores; diminuiu drasticamente a população activa agrícola; cresceu a desertificação em amplas regiões do País e milhares de hectares são anualmente devastados pelo fogo; diminuiu a área semeada; surgem de novo os incultos que, em meados da década de 40 do século passado, foram considerados extintos, mas hoje não são já uma fronteira de expansão da actividade agrícola, mas manchas que marcam os limites, ainda em retracção, do aproveitamento agrícola do território. Cresceu a produtividade e a produção, ainda que em níveis muito distantes das agriculturas mais desenvolvida. Esta actividade detém um peso económico com significado, embora juntamente com a pecuária tenha um valor simbólico e cultural superior à sua quantificação económica. Por outro lado, os agricultores souberam renovar-se. Aqui uma nova geração de agricultores soube implantar-se, com novos métodos e novas culturas. Com efeito, depois de alguma desorientação, os campos renovam-se, os novos olivais prometem daqui a algum tempo, produções maiores que as anteriores, as searas de melão e tomate cada vez são de melhor qualidade, e os sistemas de regadio permitem hoje produções de cereais nunca vistos. Os frutos não têm grande expressão em Santarém, com a grande excepção da azeitona. Grandes produções no passado, agora por força da substituição do olival estão na fase em que os novos olivais produzem pouco.

Embora more na aldeia trabalho na cidade e faço todos os dias 8 km por viagem para ir da aldeia para a cidade. Assim como eu tenho que sair da aldeia para a cidade para ir trabalhar, tenho familiares que precisaram de mudar de país para poderem trabalhar. Tais como as pessoas do interior procuram trabalho no litoral e nas cidades grandes.

Quando ajudo os meus pais na horta utilizo vários produtos químicos e equipamentos agrícolas.

A herbicida é utilizada para queimar as ervas que são indesejáveis a produção. É um produto químico utilizado na agricultura para o controle de ervas classificadas como daninhas. Os herbicidas constituem um tipo de pesticida. As vantagens da utilização deste produto é a rapidez de acção, custo reduzido, efeito residual e não revolvimento do solo. Os problemas decorrentes da utilização de herbicidas são a contaminação ambiental e o surgimento de ervas resistentes. Todos os herbicidas são tóxicos para os seres humanos em alguma medida. Existem também herbicidas naturais.

Os fertilizantes ou adubos são compostos químicos que visam suprir as deficiências em substâncias vitais à sobrevivência dos vegetais. São aplicados na agricultura com o intuito de melhorar a produção.

Fungicida é um pesticida que destrói ou inibe a acção dos fungos que geralmente atacam as plantas. A utilização de fungicidas sintéticos é muito comum na agricultura convencional, e representa um sério risco ao homem e ao meio ambiente, por se tratar de um produto muito tóxico e perigoso. No caso da agricultura alternativa, mais conhecida como agricultura orgânica, o controle dos fungos é realizado com produtos naturais e com técnicas de manejo alternativas.

O ciclo do nitrogénio ou ciclo do azoto é o ciclo bio geoquímicos que comporta as diversas transformações que este elemento sofre no seu ciclo entre o reino mineral e os seres vivos.

Ciclo do nitrogénio ou ciclo do azoto. Fonte: (www.wikipedia.com)

Agricultura orgânica ou agricultura biológica é o termo frequentemente usado para a produção de alimentos e produtos animais e vegetais que não faz uso de produtos químicos sintéticos ou alimentos geneticamente modificados, e geralmente adere aos princípios de agricultura sustentável. A sua base é holística e põe ênfase no solo. Os seus proponentes acreditam que num solo saudável, mantido sem o uso de fertilizantes e pesticidas feitos pelo homem, os alimentos tenham qualidade superior de alimentos convencionais. Sistema de produção que exclui o uso de fertilizantes, agro - tóxicos e produtos reguladores de crescimento, tem como base o uso de estercos animais, rotação de culturas, adubação verde, compostagem e controle biológico de pragas e doenças. Esse sistema pressupõe a manutenção da estrutura e da profundidade do solo, sem alterar suas propriedades por meio do uso de produtos químicos e sintéticos. A agricultura orgânica está directamente relacionada ao desenvolvimento sustentável

Quando os meus pais tinham porcos e os matavam colocavam a carne numa salgadeira que era do estilo de uma caixa de madeira com sal para salgar a carne e para conservar, só depois é que a colocava na arca frigorífica. Já os presuntos depois de passar pelo sal e pelo colorau iam para o Fumeiro. Fumeiro é nome genérico dado a carnes geralmente de porco, expostas ao fumo para conservação das mesmas ou para lhes conferir características únicas. Os presuntos e os enchidos são na sua maioria expostos ao fumo. Outras partes da carne de porco podem também sofrer o mesmo tratamento.

Quando começarem a falar em construir a A11 o trajecto que não causava impacto para aos moradores da Morreira uma vez que a auto-estrada passaria pelos campos agrícolas dos maiores produtores agrícolas da região mas devido a ambientalistas e muito dinheiro a mistura o traçado da A11 acabou por ficar pelo meio das moradias e mesmo por traz da casa dos meus pais. Em conjunto com a população da zona fomos várias vezes a palestras e a manifestações para tentar mudar o tragecto mas tudo foi em vão, nem com os meios de comunicação nos safamos. O termo "meio de comunicação" refere-se ao instrumento ou à forma de conteúdo utilizados para a realização do processo comunicacional. Quando referido a comunicação de massa, pode ser considerado sinónimo de média. Entretanto, outros meios de comunicação, como o telefone, não são massivos e sim individuais ou interpessoais.

Dentro da temática "A manipulação e os meios de comunicação de massa", considerada uma realidade do mundo contemporâneo, poderíamos colocar inúmeras questões/problemas, porém, decidimos abranger as seguintes: "Serão os valores, que os media induzem nas crianças/jovens, os mais correctos?" e "Serão os meios de comunicação de massa, necessariamente manipuladores?"

Nos últimos vinte anos, temos assistido a grandes alterações nos meios de comunicação e a uma grande revolução. Estes dois aspectos tornaram-se numa das mais complexas prementes questões que se colocam à contemporaneidade.

A revolução tecnológica e informática generalizou, à escala planetária, o acesso das populações a meios de comunicação que, há muito tempo ainda, estavam reservados a uma pequena parcela da humanidade. Ainda que, mesmo agora, uma significativa quantidade de seres humanos se encontrem excluídos do sistema global da circulação da informação, a verdade é que, cada dia que passa, mais e mais grupos de indivíduos se integram nessa imensa rede de comunicação e no respectivo caudal de informação que ela veicula, mas também produz.

Todo esse fluxo de conhecimento de notícias, de programas de entretenimento, produziu, sem dúvida, uma maior aproximação entre indivíduos e sociedades e colaborou para superar as tradicionais fronteiras que, em muitos casos, isolavam as sociedades, as classes e as culturas. Deste modo, tornou-se um factor decisivo de desenvolvimento material e de expansão da liberdade para as comunidades em geral assim como para os seus membros individuais.

Todavia, este processo de globalização dos meios de comunicação gerou um conjunto de problemas que põem em risco os direitos e as liberdades tanto para as sociedades no seu conjunto, como para os cidadãos em particular, constituindo um instrumento de poder não só espiritualmente mas também material, esse tentacular sistema de comunicação pode, paradoxalmente (e em certa escala isto já acontece), num mesmo movimento, suprimir a privacidade e reduzir o espaço e o tempo de convivência entre as pessoas, assim como, ao mesmo tempo que promove o contacto com maiores diversidades, normalizar, de acordo com interesses pouco claros, os comportamentos e as opiniões.

Da economia à moral, da publicidade à política, da religião à ciência, todas as manifestações humanas se tornam produtos em circulação nessa imensa teia de televisões, satélites, rádios, computadores, telefones, ...

A humanidade é, sempre, a medida primeira das coisas humanas. Isto é, nada do que é humano nos pode ser estranho ou desumano. Assim, para que esse poderoso sistema de comunicação e informação possa ser mais um elemento na construção de um futuro de maior felicidade, é necessário que saibamos torná-lo num instrumento para a promoção de bem-estar e liberdade para todos os seres humanos.

Quando falamos da influencia da comunicação de massas sobre as crianças, referimo-nos essencialmente à televisão e, mais recentemente, à Internet.

Vários sociólogos enumeram três funções relacionadas com a televisão: informar, educar e distrair. E as principais críticas caiem sobre esta ultima função: distrair. A distracção pode condicionar o desenvolvimento intelectual, sobretudo nos mais jovens, levando à colectiva ausência de cérebro, ao domesticar de almas e à manipulação de pensamento das massas.

No âmbito cibernético, a situação é mais complexa, teme-se que este novo veículo de informação tenha como principais funções: vigiar, anunciar e vender.

Vigiar, pois em cada utilização na rede, o navegador deixa a sua marca e, sem saber, estabelece o seu auto-retrato relativamente aos seus interesses culturais, ideológicos, de consumo etc. Desta forma, os mestres da Internet, ao saberem o perfil do navegador, poderem manipula-lo conforme quiserem.

Visto isto, verificamos que todos estes perigos constituem uma grande ameaça para as massas, mas ainda mais, para as crianças, que têm pouco sentido crítico e facilmente se deixam manipular.

Em redor desta questão, tal como acontece com quase tudo, as opiniões divergem:

A maioria das crianças, estão perturbadas e, em parte, deve-se ao excesso de tempo que passam em frente à televisão e a demasiada confiança que depositam na mesma. Elas acham que tudo o que a televisão diz é verdade e aí está o principal problema: como sabemos a televisão "mente". Mas como podem elas sabe-lo? Comparativamente as poucas verdades que dizem, a televisão transmitem às crianças uma variedade de informações falsas ou manipuladas, tanto sobre os próprios valores, como sobre factos reais.

Os programas televisivos contêm uma extrema violência, salvo raras excepções. Teremos de realçar, os desenhos animados de acção, vistos por milhões de crianças, contendo das cenas mais violentas da televisão. As crianças adoptam atitudes violentas baseadas nos valores que a televisão lhes emite, como por exemplo, que o mundo que vivemos é "mesquinho e perigoso" em que a violência é digna de admiração, sendo a única forma de ascender na vida.

Segundo estudos desenvolvidos por estudantes de comunicação social sobre "a violência na televisão e a sua influência nas crianças", conclui-se que a influência exercida sobre as crianças por este meio de comunicação de massas é bastante negativa.

A Televisão transmite-nos, progressivamente, que a violência é algo normal, comum e aceitável e ainda pior ensina que a inteligência está fora de moda, que o aceitável é a violência, que a moralidade é aceitável, que os polícias são os maus, e os criminosos é que são os bons.

Foquemo-nos então nos desenhos animados de acção como o "Dragon Ball", o "Pokémon" ou os "Power Rangers". Estudos efectuados sobre os últimos referidos, afirmam que estes novos heróis não estão adaptados às novas gerações, que facilmente se influenciam. Os Power Rangers são seres humanos actuais, e aparentemente normais, vão a escola, etc... Por não serem cartoons animados, como por exemplo o super-homem, as crianças esperam poder ser exactamente como eles. Para além disso, nunca se magoam, os heróis por mais danos físicos que sofram acabam sempre ilesos. As crianças, assimilam então, que puderam fazer o mesmo, que podem bater nos colegas e que estes não sofreram qualquer dano, tal como acontece na televisão.

Quanto aos valores morais induzidos às crianças, são veiculados pelas personagens. Há sempre o bom e o mau, o bom não pode fazer mal e o mau não pode fazer bem, esta é a visão moral de qualquer criança de 5 anos, portanto, qualquer acto bom ou mau, desde que seja feito pela personagem que é considerada boa por ela, será sempre classificado como um bom acto

As crianças tendem a imitar tudo o que vêm, e sendo espectadores assíduos da televisão, e consequentemente da violência que esta emite, vulgarmente imitam, em brincadeiras violentas com os amigos, o que a televisão lhes transmite.

Em resposta a esta critica, alguns produtores de televisão defendem-se dizendo que os programas televisivos representam a realidade e argumentam ainda, que não obrigam as crianças a vê-los. Porém, todos sabemos, que os pais não podem, nem conseguem, controlar todos os programas televisivos infantis que as crianças vêm.

Os média também educam. Definindo educar como instruir e promover o desenvolvimento de faculdades, pode afirmar-se que os média constituem para a educação das crianças e jovens.

A consulta de jornais e revistas pode desenvolver a competência da leitura; o recurso à televisão pode favorecer a ampliação do vocabulário, inclusive em línguas estrangeiras, mesmo em crianças que não lêem, a televisão permite igualmente conhecer outras realidades, outras culturas, outros países diferentes do nosso; pela televisão podemos conhecer o mundo, reconhecer cidades onde nunca estivemos; a escuta da rádio pode estimular as aptidões musicais; a ida ao cinema pode produzir momentos de convívio mas também de debate; a Internet pode aumentar incomensuravelmente a disponibilidade de informação.

Os média são uma óptima fonte de aprendizagens diversificadas. O único problema é que devem ser geridos com parcimónia, ver televisão ou navegar na Internet não são por si negativos, pelo contrário. O problema é quando a nossa visão do mundo se limita a eles. Do ponto de vista formativo, sobretudo para as crianças e jovens, que são os mais vulneráveis à sua influência, o acesso à comunicação tecnológica, deve ser controlado ou pelo menos, gerido pelos seus país e educadores, porque os meios de comunicação, sobretudo a televisão e a Internet podem tornar-se um vício. Mas, os seus benefícios são bastante maiores do que as suas desvantagens: o que seria dos jovens hoje sem estes meios de comunicação ...

Numa óptica menos pedagógica, os média podem ainda entreter, e podem ensinar de forma lúdica, e por isso tantas vezes mais eficazes. A Internet, em particular, constitui um centro de recursos inimaginável há tão pouco tempo atrás, podendo democratizando o acesso ao pedagogo e ao lúdico.

Repetimos "pode, pode, pode" porque nem sempre é assim. A componente humana, moral, da educação, é insubstituível. Mas é inegável a possibilidade - e a oportunidade derivada da possibilidade - e a existência da oportunidade.

No que diz respeito à opinião do nosso grupo acerca desta questão, que se mostrou homogénea, concluímos que os meios de comunicação de massa têm dois pólos, relativamente à sua influência sobre as crianças.

De um lado o pólo positivo, onde incluímos todos os programas didácticos, os concursos de cultura geral, os anúncios induzindo as crianças a fazerem a reciclagem, etc... Os meios de comunicação de massas, sobretudo a Internet e a televisão permitem que as crianças tenham noção de que existem várias culturas, países, e que se informem sobre o mundo.

Contrariamente, temos o pólo negativo, que abrange toda a excessiva publicidade a brinquedos e produtos infantis, influenciando e manipulando as crianças ao consumismo em demasia; os programas violentos, especialmente os desenhos animados de acção, que induzem às crianças uma falsa realidade violenta do mundo.

Como solução para esta temática tão preocupante para a sociedade actual, devia haver uma maior consciencialização dos pais, acerca da influência que a televisão tem nas crianças e o peso que pode ter na sua educação.

Contudo, pensamos que isso talvez não seja o suficiente, e seja necessária, alguma, legislação, estipulando parâmetros a cumprir pela programação infantil. Pois sabemos que os produtores televisivos têm perfeita noção de que influenciam bastante os mais jovens, e diríamos até, que tiram partido disso, perdendo toda a noção dos valores morais, sendo estes substituídos pelos valores económicos.

Enumeram-se cinco meios de comunicação de massa presentes na actualidade, a televisão, a rádio, os jornais, a internet e as revistas, designados também por média.

São baseados numa vasta quantidade de informação de fácil acesso, fazendo assim com que o ser humano se torne cada vez mais livre e bem informado, causando a ilusão as sociedades, de maneira directa ou indirecta.

Esta manipulação manifesta-se pela forma como é utilizada, neste processo, quem manipula não argumenta, apenas impõe um ponto de vista com base numa ideia central com a intenção que quem é manipulado não perceba esta estratégia, construindo assim um plano de manipulação invisível.

Conseguindo os media assim ter um enorme peso na opinião publica.

A informação produzida transmite opiniões de uma forma a que os sujeitos as consideram como indiscutíveis, questões pouco conclusivas mas com uma boa recepção das mesmas.

Devido ao grande impacto que os média proporcionam sob a população há quem os destaque como o quarto poder na sociedade, o poder executivo, o jurídico e o administrativo.

O seu exagero na qualidade, selecção e ritmo, sem a devida consciência, a utilização da palavra é uma mais valia para atingirem o objectivo pretendido.

Segundo protestantes contra a manipulação dos meios de comunicação:

Defendem que estes não têm que ser necessariamente manipuladores, pois abordam varias expectativas que interessam a sociedade e muitos nem correspondem a realidade mas, que homem assegura ser a produção da verdade.

Fazendo acreditar a sociedade que hoje em dia têm a ideia, que ver televisão e estar atento aos jornais por exemplo é motivo para se considerar uma pessoa actualizada. Esta influencia esta relacionada com questões de interesses económicos, políticos, religiosos, etc., que expandem atrás vez dos meios de comunicação as duas estratégias de manipulação.

Acrescentam ainda que deveria haver limites para esta "propaganda" de estratégias sob a população, referindo que o homem esta sob as "ordens" dos media como "marionetas".

Concordando que não esta totalmente correcta esta maneira de administrar a vasta informação que disponibilizam perante a população.

Defendendo que os media apenas transmitem um fortalecimento da aprendizagem em geral dando acesso a todo o tipo de noticias e de oportunidades para um futuro com mais evolução.

Em geral, os membros do nosso grupo, foram de acordo com a ideia de que não há necessidade de que os meios comunicação de massa sejam tão manipuladores.

Porém, a razão deste problema está na própria estrutura da sociedade, não, em particular, nos meios de comunicação de massa. Trata-se dos próprios princípios morais da sociedade, que ou estão errados, ou não estão a ser cumpridos. Os média são manipuladores porque beneficiam com isso, estão, de certa forma, subordinados a interesses superiores quer a nível político, quer a nível económico.

Resolver este problema levantaria, consequentemente, uma série de questões. Visto que sabemos, que os média influenciam a opinião pública, podem mudar, progressivamente, a mentalidade da sociedade, mudando então os seus princípios morais. Neste caso, surgiria a questão " mudar a sociedade e, consequentemente, mudar a manipulação nos média, ou mudar a manipulação nos média para mudar a sociedade?".

Este é, sem dúvida, um assunto muito polémico e delicado, e uma solução implicaria uma reestruturação da própria sociedade.

Hoje em dia, sei o mal que o traçado que passava por cima dos campos pois a ia estragar a paisagem e os espaços verdes da zona.

Embora eu fosse filha única tenha 2 primos, Valter e Pedro, a viver na nossa casa porque os seus pais trabalhavam na Suíça. Sempre foram os meus irmãos mais velhos. Certo dia os meus pais sentaram-se ao meu lado e disseram-me que eu ia ter um irmão. Nem queria acreditar. O irmão que eu sempre sonhei estava para chegar. Foi então que no dia 7 de Fevereiro de 1991 que o meu irmão nasceu. Era tão pequenino que eu disse a minha mãe que parecia um "ratinho". O nome dele é Tiago. A família cresceu mas ele era diferente. Era o meu irmão, o irmão que eu sempre quis. A minha infância sempre foi muito feliz, apesar das dificuldades, amor e carinho nunca faltaram.

Em Setembro de 1992, chegou entrei para a Escola Primária da Morreira. Estava em pulgas para experimentar os livros e os cadernos novos que a minha mãe tinha comprado. Adorei o meu primeiro dia de aulas. Fiz muitas, novas e grandes amizades. Comecei também a fazer parte dos escuteiros e da catequese da minha freguesia. Mais aventuras e novas experiencias sempre me atraíram. Em 1996, entrei para o 5º ano, tinha 10 anos. O primeiro dia foi excêntrico. A escola era diferente. Aprendi muitas coisas novas. Nesse mesmo ano, a minha mãe começou a trabalhar e os meus primos foram morar com os pais, pois estes tinham regressado da Suíça. A minha vida mudou. Deixei de ter a minha mãe e os meus primos sempre por perto.

Em Dezembro de 1997, mudámos de casa. Não foi uma mudança muito radical, pois fomos morar para a casa da minha avó materna que ficava poucos metros mais acima da que nós morávamos. A casa, também era bastante confortável. Morávamos no R/C e por cima morava a minha avó e a minha tia Jacinta que era muito doente.

Foi em Agosto do ano seguinte que, devido aos seus problemas de saúde, a minha Tia Jacinta falecera. Fiquei sozinha com o meu irmão, tinha que ir buscá-lo a escola e cozinhar para nós pois a minha avó era uma senhora já de idade e não podia fazer grandes esforços.

Devido ao demasiado pouco tempo da minha mãe passado alguns anos fiquei também encarregue de resolver os problemas do meu irmão na escola e um dia fui a escola dele porque um professor, sabendo que o aluno tinha ficado órfão de pai há pouco tempo, disse-lhe que se ele não tinha pai em casa para o educar que ele o educava, foi então que o meu irmão entreviu e pediu ao professor que pedisse desculpas ao colega pois o que ele dissera tinha-o magoado muito. Mal o meu irmão acabou de falar o professor agarrou fortemente o braço do meu irmão deixando-o com um hematoma. O meu irmão saiu de imediato da sala e foi fazer queixa ao conselho executivo.

Quando lá cheguei, já sabia de toda a situação pois o meu irmão tinha-me contado, encontrei o meu irmão com o professor na sala do conselho pois o meu irmão recusava ter aulas com ele. O professor começou a explicar que o dia não lhe tinha corrido muito bem e como o meu irmão lhe tinha feito frente que ele agiu sem pensar e pediu desculpas. Eu como encarregada de educação disse-lhe que se tornasse a repetir que colocava um processo disciplinar e ele concordou e disse ao meu irmão que também ia pedir desculpas ao colega em frente a turma. Tudo ficou bem eu vim para casa mas até aos dias de hoje o professor não dirigiu a palavra ao meu irmão nem ao colega.

Sempre fui muito aplicada e obediente, contrário de muitas colegas minhas eu nunca tive grandes conflitos com os meus pais nem com a minha avó. Sei que a educação deles foi totalmente diferente da que eles me deram a mim, mas também as condições de vida eram muito diferentes. A minha mãe é 23 anos mais velha do que eu e nunca me proibiu de fazer seja o que fosse, já o meu pai, 29 anos mais velho, tem uma mentalidade diferente. A infância do meu pai foi complicada, o meu avô era muito rigoroso com os filhos e como eram 15 irmãos muitas vezes não havia comida para todos. O meu pai começou a trabalhar muito novo e acabou por não viver a infância que eu tive. A minha mãe tinha 10 irmãos é a mais nova das raparigas, comida sempre houve e como era a mais nova os mais velhos já trabalhavam para ajudar a sustentar a casa. Como a minha mãe nunca teve conflitos com o seu pai, porque ele faleceu quando ela ainda era muito nova, também não me criou conflitos a mim. Sempre cresci com muito amor e carinho apesar das dificuldades e os meus pais nunca me proibiram de fazer grandes coisas embora sinta que, em relação ao meu irmão eles agora são ainda mais liberais. Agora falando da minha relação com a minha avó materna gera muitos conflitos. A minha avó é muito conservadora e religiosa. Ela acredita em coisas que eu ignoro por completo. Tudo faz parte da educação e da infância que as pessoas tiveram pois tudo ajuda e cada vez mais os pais se vão tornar mais liberais. Uma questão que comove a minha avó é a questão da homossexualidade. Concordo plenamente a reacção dela pois no tempo dela a homossexualidade era um tema pouco falado e quem era homossexual tentava esconder devido ao preconceito da sociedade. Para mim a homossexualidade é irrelevante pois cada um tem a sua maneira de ser e a sua forma de pensar. Conheço e tenho muitos amigos homossexuais e são pessoas espectaculares. Compreendo aqueles que não os aceitam na sociedade mas detesto quando gozam com eles pois existem pessoas que não são homossexuais mas tem defeitos bem piores que ser homossexual.

Uma pessoa homossexual conhece o seu lugar perante a sociedade embora muitas vezes exageram na forma de demonstrar o que são, cada vez vê-se mais homossexuais nos centro comerciais e cada vez mais se vê a indiferença deles perante a sociedade mas como todos os dias se vê cada vez mais eles são gozados pois existem pessoas que só sabem observar os defeitos dos outros e não olham para o seu próprio nariz. Sei ser tolerante nestas situações pois nem todas as pessoas pensam da mesma maneira.

A homossexualidade não é nenhum defeito mas sim uma maneira e forma de pensar diferente de um heterossexual. São pessoas exactamente iguais a mim mas em vez de gostarem do sexo oposto como eu, gostam de pessoas do mesmo sexo. Para mim é uma coisa perfeitamente normal e deixo ficar bem claro, as pessoas que tem ideias diferentes da minha, que esta é a minha opinião e à minha frente ninguém goza com eles.

Os anos foram passando. Aos 15 anos, entrei para a escola D. Maria II para tirar o curso técnico de comunicação social. O meu sonho era ser locutora de rádio. Foi então que mudei totalmente. Pela primeira vez reprovei. Nem queria acreditar sempre fui uma aluna exemplar e falhei. Nessas férias fui trabalhar a Coelima - empresa têxtil - onde a minha mãe trabalha. Era magnífico, aprendi a trabalhar em máquinas de costura, a revistar a obra e a embalar. Fiquei lá um mês e meio depois fui de férias.

Foi nesse verão que conheci o Bruno e como sempre fui muito espevitada e faladora meti conversa com ele. Foi no dia 29 de Agosto de 2002 começamos a namorar.

Em Setembro voltei para a escola mas já não fazia sentido. A vontade de trabalhar e ajudar os meus pais era mais forte que o meu sonho. Tive varias discussões com os meus pais porque eles queriam que eu acabasse o 12 ano para poder ter um emprego melhor. Eu nunca aceitava o facto de ter que andar sempre a pedir dinheiro aos meus pais pois eles passavam muitas dificuldades para terem os dois filhos a estudar. Todos os dias tínhamos a mesma discussão antes de eu ir para a escola e a desculpa deles era sempre a mesma:" tens que estudar para não ires parar a uma fábrica como nós" e eu sempre lhes disse que mais valia trabalhar numa fábrica do que andar toda a vida a depender dos pais e com bom corpo para trabalhar. Quando sai da escola para ir trabalhar para a fábrica o meu pai disse que eu ia arrepender-me pois o trabalho era difícil e eu não ia aguentar então tive que lhe prometer que iria tirar o 12 ano de noite e trabalhar de dia.

Na fábrica SOMELOS FIOS SA fundada em 1958 dedicada a produção de fio e tecido de algodão e como as tecnologias estão sempre a evoluir e com elas nos vamos aprendendo a trabalhar com elas e a saber as suas funções. Comecei a trabalhar com 2 tipos laminadores, isto é, o laminador faz a mistura entre dois tipos de algodão diferentes colocando-as em potes metálicos ou em plástico para quando a mistura estiver preparada passar para os torcedores. Os laminadores antigos eram completamente manuais tínhamos que alinhar o fio manualmente através do mecanismo da maquina, quando a maquina parava com o jogo de fio cheio tínhamos que o tirar para poder colocar outra vez a maquina a trabalhar, qualquer avaria que tenha tínhamos que chamar o técnico para poder arranjar e nas mais recentes já era diferente, são todas computorizadas e qualquer avaria que tenha aparece no computador o que se trata, quando temos que mudar e espessura do fio só precisamos de marcar os valores certos e já estava pronta a trabalhar, quando acaba o jogo de fio estas retiram-no sozinhas e não precisámos de estar sempre ao pé delas. Com as novas tecnologias faz com que fiquemos com mais tempo livre para fazer outras coisas no meu caso, quando tinha todas a maquinas a trabalhar, ia ajudar as minhas colegas dos torces para colocar as suas a funcionar. Aprendi logo a trabalhar com várias máquinas de fiação.

Em Agosto, falaram-me que se leccionavam curso de formação profissional. Eu e o Bruno decidimos inscrevermo-nos no curso de Secretariado. O curso começou a 06 de Setembro de 2003 e terminou a 29 de Dezembro do mesmo ano. A duração foi de 44 horas e desenvolvemos vários temas concluído 7 módulos. A minha classificação final foi de Muito bom, numa escala de Mau a Muito bom. (Anexo 1)

Eu sempre disse aos meus pais que iria ter dinheiro para as minhas coisas e assim foi, quando fiz 18 anos tirei carta de carro e comprei um carro tudo pago por mim e hoje tenho orgulho do que tenho e posso dizer sem vergonha que fui eu que trabalhei para conseguir o que tenho.

Mais tarde, em 2005, voltei a escrever-me no curso geral de informática, no período de 09 de Abril a 18 de Junho. A duração foi de 45 horas e a classificação de Bom, numa escala de Muito Mau a Muito Bom. (Anexo 2). Em Agosto do mesmo ano fui a Alemanha com o grupo de jovens nas jornadas mundiais da juventude. Passamos por Paris, onde ficamos um fim-de-semana. Devido a um acidente de trabalho em Março de 2006 tive que recorrer para o tribunal porque todo o trabalhador tem direitos laborais embora muitas vezes isso não se cumpra. Eu tenho um grande exemplo disso. Em Fevereiro de 2006 tive um acidente de trabalho onde ao colocar a máquina a trabalhar, tarefa que fazia várias vezes ao dia, estiquei em demasia o braço direito pois devido à minha baixa estatura tinha que o fazer regularmente. O Artº 120 do Código do trabalho diz que, O empregador deve prevenir riscos e doenças profissionais tendo em conta a protecção da segurança e saúde no trabalho devendo indemnizá-lo dos prejuízos resultantes dos acidentes de trabalho.

Fui ao hospital fazer exames, tinha o músculo deslocado. Pediram-me para ir lá no dia seguinte para falar com o médico do seguro. Quando cheguei à fábrica, entreguei os papéis que me deram no hospital e disseram-me que no dia seguinte, ia trabalhar como fazia todos os dias e quando o médico da fábrica chega-se iria falar com ele para ele diagnosticar o meu problema. No início hesitei, mas como o meu contracto estava a acabar e corria o risco de acabar nas longas filas do desemprego, senti-me obrigada a aceitar. No dia seguinte, o médico da fábrica disse-me que não valia a pena ir para o seguro porque aquilo que não tinha não era nada de especial e que as dores passavam com o tempo. Fiz o que o médico me disse. Segundo o Artº 8 do Código do Trabalho, "Sem prejuízo de regimes mais favoráveis constantes da lei aplicável à relação laboral ou previstos no contrato de trabalho e ressalvadas as excepções constantes de legislação especial, os trabalhadores destacados têm direito às condições de trabalho previstas no Código e na regulamentação colectiva de trabalho de eficácia geral vigente em território nacional respeitantes a Segurança no emprego".

Fui de fim-de-semana e na segunda-feira, quando voltei ao trabalho, as dores voltaram. Expliquei ao meu encarregado que ia voltar ao médico pois não podia trabalhar com tantas dores. Quando fui ao médico, ele deu mil e uma desculpas para me passar o seguro e mandou uma carta para o encarregado e dizer que eu não podia continuar nas máquinas e que devia ocupar-me com outro cargo. Foi então que me puseram nas limpezas da fábrica.

Os dias foram passando mas, nunca mais fiquei a 100%. As dores voltaram e eu fui de novo ao médico para pedir o seguro, e foi ai que o médico me disse que se eu tinha aguentado bem até ai, o seguro agora não valia a pena. No mesmo dia, fui à minha médica de família que logo me mandou fazer novamente exames e deu-me baixa. Nos exames, acusou uma tendinite no ombro direito provocada pelo movimento repetitivo que realizava todos os dias. Tive que começar a fazer fisioterapia.

Quando falei na fábrica que tinha uma tendinite no ombro, ficaram preocupados e logo me questionaram se eu iria levar o caso para tribunal. Foi o que fiz, pois pouco tempo depois recebi a carta de despedimento em casa e logo me fui informar ao tribunal de trabalho quais os meus direitos como trabalhadora. Ao princípio, mostraram-se muito atenciosos e prometeram ajudar-me na minha situação. Fui a um médico-legal e ele lá disse-me que eu tinha um grau de incapacidade de trabalho de 10%. Quando voltei de novo ao tribunal, a fábrica já tinha contado a versão deles da história, que era totalmente diferente da verdade.

Acabei por não ganhar nada. Há várias situações, no mercado de trabalho, de irresponsabilidade por parte da entidade empregadora. No meu caso em especial, tenho que fazer pelo menos uma vez no ano fisioterapia, devido aquele acidente, que se fosse tratado logo ao princípio, não teria tantas sequelas. Estive 7 meses no fundo de desemprego trabalhava em part-time num salão de cabeleireiro onde aprendi várias técnicas de cabeleireiro. Em Dezembro do mesmo ano comecei a trabalhar nos Supermercados Froiz como operadora de caixa e reposição. Os Supermercados Froiz são uma enorme cadeia de supermercados da Península Ibérica. Os supermercados Froiz estão espalhados por toda a Espanha e pelo norte de Portugal. Temos uma cadeia de supermercados em Portugal de 9 supermercados situados em Gaia, no Porto, Barcelos, Braga, Guimarães, Viana do Castelo e Valença.

Qualidade, preço e serviço são e lema que nos guia todos os dias em cada estabelecimento para conseguir a máxima atenção do cliente. Nos nossos supermercados existem mais de 12.000 produtos de marcas líder, uma atenção personalizada, serviço ao domicílio, amplas e cómodas instalações, horário flexível e funcionários qualificados para facilitar as compras aos consumidores. Entre os nossos princípios encontrasse servir bem o cliente, manter os trabalhadores motivados e entre nos criar um elo para que cada dia seja melhor.

No meu local de trabalho tem como principal alvo é ser a melhor opcao para o consumidor na hora de fazer as suas compras. A nossa estrategia é ter melhores preços, qualidade garantida, sempre disponivel, o melhor surtido, limpeza integral, estado de ordem e a melhor localização. Temos como metudo a integração, formação, especialização e inovação.

O organograma dos supermercados Froiz em Portugal é o seguinte:

Director comercial

Encarregado de Armazem, supervisora de loja, tecnico de vendas

Encarregada de loja

Encarregada adjunta

Chefe de secção

Funcionários

O trabalho em equipa é fundamental numa superfície comercial pois o supermercado não consegue trabalhar só com um funcionário. O trabalho em equipa entre nós é fundamental. Cada vez mais o trabalho em equipa é valorizado. Porque activa a criatividade e quase sempre produz melhores resultados do que o trabalho individual, já que "1+1= 3". No placar do super mercado temos expostas dez dicas para trabalhar bem em equipa.

Ser paciente

Nem sempre é fácil conciliar opiniões diversas, afinal "cada cabeça uma sentença". Por isso é importante que seja paciente. Procure expor os seus pontos de vista com moderação e procure ouvir o que os outros têm a dizer. Respeite sempre os outros, mesmo que não esteja de acordo com as suas opiniões.

Aceitar as ideias dos outros

As vezes é difícil aceitar ideias novas ou admitir que não temos razão; mas é importante saber reconhecer que a ideia de um colega pode ser melhor do que a nossa. Afinal de contas, mais importante do que o nosso orgulho, é o objectivo comum que o grupo pretende alcançar.

Não criticar os colegas

As vezes podem surgir conflitos entre os colegas de grupo; é muito importante não deixar que isso interfira no trabalho em equipa. Avalie as ideias do colega, independentemente daquilo que achar dele. Critique as ideias, nunca a pessoa.

Saber dividir

Ao trabalhar em equipa, é importante dividir tarefas. Não parta do princípio que é o único que pode e sabe realizar uma determinada tarefa. Compartilhar responsabilidades e informação é fundamental.

Trabalhar

Não é por trabalhar em equipa que deve esquecer suas obrigações. Dividir tarefas é uma coisa, deixar de trabalhar é outra completamente diferente.

Ser participativo e solidário

Procure dar o seu melhor e procure ajudar os seus colegas, sempre que seja necessário. Da mesma forma, não deverá sentir-se constrangido quando necessitar pedir ajuda.

Dialogar

Ao sentir-se desconfortável com alguma situação ou função que lhe tenha sido atribuída, é importante que explique o problema, para que seja possível alcançar uma solução de compromisso, que agrade a todos.

Planejar

Quando várias pessoas trabalham em conjunto, é natural que surja uma tendência para se dispersarem; o planejamento e a organização são ferramentas importantes para que o trabalho em equipa seja eficiente e eficaz. É importante fazer o balanço entre as metas a que o grupo se propôs e o que conseguiu alcançar no tempo previsto.

Evitar cair no "pensamento de grupo"

Quando todas as barreiras já foram ultrapassadas, e um grupo é muito coeso e homogéneo, existe a possibilidade de se tornar resistente a mudanças e a opiniões discordantes. É importante que o grupo ouça opiniões externas e que aceite a ideia de que pode errar.

Aproveite o trabalho em equipa

Afinal o trabalho de equipa, acaba por ser uma oportunidade de conviver mais perto de seus colegas, e também de aprender com eles.

Isto são as dez regras que tentamos cumprir diariamente mas é bastante difícil pois somos muitas pessoas com ideias, mentalidades e feitios diferentes. Por vezes entramos em conflitos e desavenças mas nada que uma boa conversa não resolva.

O meu salário não é nada fora do normal tenho um salário base, subsídio de alimentação, subsídio de caixa (para quando nos falta dinheiro quando fazemos o fecho de caixa), horas nocturnas e domingos ou feriados que trabalhe. Depois a soma deste desconto 11% para a segurança social e 3% para o IRS.

Os trabalhadores independentes não tem os mesmos direitos do que um trabalhador por conta de outrem pois não tem direito a baixa médica, o seguro tem que ser pago por conta própria e não tem direito ao fundo de desemprego da segurança social. São muitas desvantagens que na minha opinião não compensa por embora ganhem mais se tirarmos para a segurança social, para o seguro, contabilista e ainda para o subsídio de natal e ferias o salário tornasse pouco em relação ao que trabalha por conta de outrem e este não tem grandes preocupações.

No meu local de trabalho grande parte dos funcionários são qualificados para o seu posto de trabalho pois eles oferecem formação e qualificação aos funcionários. Devido a queda das vendas tivemos que reduzir aos funcionários e então a partir dessa redução as mais antigas como eu tivemos que aprender a trabalhar em todas as secções como talho, charcutaria, peixaria e frutaria. Também nos alteraram o horário pois dantes trabalhávamos ou de manha ou de tarde e agora temos que trabalhar quatro horas de manha e quatro de tarde pois assim na altura de mais movimento estamos mais funcionários na loja.

Eu como operadora de caixa utilizo frequentemente o computador e a registadora. O programa com que trabalhamos pertence a Primavera bss. Não tive formação para trabalhar com a caixa embora tenha tirado o curso técnico de informática no meu antigo trabalho. Embora não precisasse na altura hoje em dia faz muita falta. No meu actual trabalho tirei formação em atendimento ao cliente, higiene e segurança alimentar, primeiros socorros, perdas desconhecidas e higiene e segurança no trabalho. Todas estas formações ajudam-me no meu dia-a-dia a lidar com os clientes e com os alimentos. Com todas estas formações tenho conhecimentos dos quais mais tarde posso vir e ter melhorias no emprego.

Os programas que trabalhamos na caixa são diferentes dos computadores de casa. Tem códigos que só um funcionário conhece e temos o scanner que lê o código de barras dos produtos. Todas as caixas estão ligadas ao computador central onde a gerente confirma os talões, as actualizações e os fechos da caixa.

Os computadores ligam-se no princípio do dia e só se desligam quando é efectuado o fecho do dia. Para poupar energia normalmente são colocados em suspensão até ao fecho. Quando acontece alguma avaria, normalmente, tentamos arranjar através dos nossos conhecimentos e só no caso de não conseguirmos avisamos a encarregada para chamar a assistência técnica.

Não conheço o consumo de energia dos computadores nem os princípios básicos da ciência mas qualquer pessoa sabe que um computador ligado a electricidade desde as oito horas da manha até as nove da noite, consome muita energia e o desgaste técnico é mais provável.

No computador central é onde imprimimos facturas e fazemos etiquetas para os produtos. Este encontra-se no escritório da gerente e normalmente pedimos autorização se precisarmos de ir lá fazer algum trabalho.

Os supermercados Froiz trabalham com a EGI e quando tivemos formação foi a EGI que nos formou e aconselhou-nos a utilizar as regas do HCCP. A EGI é um laboratório líder na prestação de serviços de melhoria da qualidade e segurança alimentar, passa a integrar o grupo SILLIKER, líder mundial neste género de prestação de serviços. Fundada em 1993, a EGI conta hoje com a colaboração de uma equipa de 50 profissionais. Com sede no Porto e delegações em Lisboa, Faro, Funchal e Ponta Delgada, a EGI presta serviços de análises microbiológicas e físico-químicas, assim com estudos de análise sensorial, consultoria, auditoria, formação e rotulagem, em todo o território Nacional. A higiene e segurança alimentar assume nos dias de hoje uma enorme importância. Todos os intervenientes do sector alimentar reconhecem que um elevado nível de higiene e limpeza devera ser observado nas áreas de distribuição para garantir a qualidade e segurança final do produto alimentar.

Todos os químicos podem alterar o sabor dos alimentos e a má utilização dos instrumentos cortantes a bancadas tem que ser desinfectados e estilizados mais que uma vez ao dia.

Também tenho formação de higiene e segurança no trabalho. Das medidas de prevenção para evitar as lesões profissionais, temos que respeitar algumas regras de segurança: Conhecer e utilizar correctamente as máquinas, os aparelhos, as substâncias e equipamentos postos à sua disposição. Deixar no sítio adequado os dispositivos de segurança próprios das máquinas e das instalações e utilizá-los correctamente. Temos que utilizar correctamente dos equipamentos de protecção individual, que devem ser arrumados no lugar que lhes corresponde. Avaliar o peso das cargas antes do transporte manual. Adoptar posturas correctas. Comunicar imediatamente à entidade patronal ou aos responsáveis, toda e qualquer situação de trabalho que represente um perigo grave ou imediato para a segurança e saúde, bem como qualquer defeito nos sistemas de protecção.

Segurança do Trabalho é um conjunto de ciências e tecnologias que procuram a protecção do trabalhador no seu local de trabalho, no que se refere à questão da consciência e da higiene do trabalho. O seu objectivo básico envolve a prevenção de acidentes. A segurança no trabalho consiste em combater os acidentes de trabalho. É uma área de engenharia e de medicina do trabalho cujo objectivo é identificar, avaliar e controlar situações de risco, proporcionando um ambiente de trabalho mais seguro e saudável para as pessoas.

Os acidentes de trabalho e as doenças profissionais representam um custo económico elevado para as empresas, para os trabalhadores e para a sociedade em geral. Podem no entanto prevenir-se através de metodologias apropriadas. No meu local de trabalho tenho por obrigação fazer reciclagem ao cartão e ao plástico devido as enumeras embalagens e caixas que nos chegam todos os dias. Também temos o pilhão e entrada do supermercado para poderem colocar lá as pilhas e baterias gastas. Existem mais tipos de materiais que podem ser reciclados tas como o vidro e as latas, mas devido ao pouco espaço que temos não nos permite fazer mais. Tanto o cartão como o plástico e encaminhado para Espanha para lá se proceder á reciclagem.

Para a reciclagem do cartão e do plástico utilizamos uma prensa pneumática. As prensas pneumáticas são uma solução de baixo custo ideal para reciclagem de cartão, uma vez que utilizam pressão constante para maximizar o volume do cartão em cada fardo. Uma prensa pode providenciar a recolha gratuita de cartão na maioria das áreas, reduzindo os custos com resíduos até 80%.

Temos varias profissões relacionadas com os lixos e reciclagem que diz varias é desde o ministro do ambiente ate a um simples varredor de ruas.

Ministro do Ambiente:

O Ministro é o responsável pela gestão dos assuntos respeitantes ao ambiente e ordenamento do território.

Ambientalista:

Um ambientalista é alguém que acredita que o meio ambiente, por ser a fonte de recursos da humanidade, deveria ter sua exploração de forma mais planejada a fim de não esgotar o planeta para as gerações futuras.

Gestor Ambiental:

O Gestor Ambiental é o administrador do exercício de actividades económicas e sociais de forma a utilizar de maneira racional os recursos naturais, renováveis ou não. A gestão ambiental deve visar o uso de práticas que garantam a conservação e preservação da biodiversidade, a reciclagem das matérias-primas e a redução do impacto ambiental das actividades humanas sobre os recursos naturais.

Trabalhadores das centrais de tratamento do lixo: fonte: (www.blogs.sapo.pt)

Varredores de rua; fonte: (www.blogs.sapo.pt)

Os resíduos que podem ser sujeitos a decomposição anaeróbia ou aeróbia, como, por exemplo, os alimentares e de jardim, o papel e o cartão.

A compostagem é um processo biológico aeróbio em que é promovida a decomposição da fracção orgânica dos resíduos sólidos pela acção de microrganismos, micróbios, fungos, pequenos animais e plantas, e da qual resulta a formação do composto, material estável, semelhante ao húmus.

O composto resultante da transformação natural da matéria biodegradável dos resíduos verdes é excelente para utilização na agricultura, jardinagem e espaços verdes, como fertilizante e como condicionador de solos.

Nunca tive grandes preconceitos nem sou preconceituosa mas para mim, os Romenos, são da pior espécie. Nunca tive problemas com ciganos nem com os ucranianos mas com os romenos no meu local de trabalho já me deram muitas dores de cabeça. Na minha opinião eles só vêm para o nosso pais para criar problemas, entram nos supermercados para roubar tratam mal os funcionários e se não estivermos atentos ainda acabam por nos burlar nas caixas, o que já me aconteceu, andam na rua a insultar as pessoas e dormem na rua só para as pessoas terem pena deles e lhes dar dinheiro. Tenho uma situação que aconteceu comigo na caixa do supermercado onde trabalho em que a cliente romena pago-me as compras com uma nota de 500 euros e no final quando foi embora levou consigo 700 euros sem contar que antes de eles saírem eu tive que os revistar e os bolsos estavam cheios de coisas roubadas. Eu sempre pensei que tínhamos tratado bem da situação mas no final quando fiz o fecho da caixa faltavam-me 200 euros. Nunca tive estes problemas com nenhuma raça ou etnia. Todos os ciganos com que eu lido são simpáticos. Os ucranianos são pessoas simples e não se metem com ninguém. Lidamos todos os dias com diferentes tipos de raças e etnias. Todos os dias chegam-nos casos aos ouvidos de assaltos e ameaças por parte de algumas raças e de pessoas que só roubam para poder comprar droga.

Normalmente consigo lidar com estas situações com muita calma e sem receio mas existem certas pessoas determinadas a fazer qualquer coisa para terem e desses eu espero tudo. No entanto tem clientes de etnia cigana, Africanos e Brasileiros com que eu me dou muito bem e gosto muito de atende-los pois não é a raça ou a cor que os impede de serem pessoas normais e com bom coração.

Quando, as vezes, ocorrem distúrbios raramente é com diferentes raças, muitas vezes empregados a troco de dinheiro para poderem comprar droga.

Na minha opinião só arranja conflitos quem quer e se ninguém se meter com indevidos de outras raças, eles também não fazem mal a ninguém. Quem quer respeito tem que respeitar e não é por uma pessoa ter uma cor diferente da nossa que quer dizer que são diferentes. Somos todos iguais.

No trabalho que faço atendo todos sem preconceitos e todos da mesma maneira, mas tem certos clientes que eu tenho medo do que possa acontecer, mesmo assim atendo-os da mesma forma que os outros.

Como acontece em todas as grandes superfícies comerciais ligadas a alimentação as questões éticas são constantemente colocadas em causa, não só pelo cliente como pelo empregado. Eu como trabalhadora de supermercado utilizo muitas vezes a ética para conquistar os clientes mas também sei que a ética pode-me prejudicar em termos de vendas, um grande exemplo disso é quando tentamos "empurrar" o cliente a comprar um objecto ou qualquer tipo de alimento que, na realidade só queremos é tentar vende-lo.

Uma situação que me aconteceu há bem pouco tempo quando atendia um cliente, na charcutaria do supermercado onde trabalho, quando ele me perguntou se o queijo que estava em promoção estava bom, eu, simplesmente, disse que sim e que aconselhava por realmente era muito bom. Quando a cliente virou costas eu reflecti na asneira que havia feito pois o queijo só estava em promoção porque o prazo de validade findava perto e o queijo era intragável. Na realidade eu sabia que não estava a agir da melhor forma com o cliente mas também sabia que seria uma grande perda se tivéssemos que colocar todo aquele queijo no lixo.

Grande parte dos supermercados funciona da mesma forma e os seus empregados agem da mesma forma que eu agi.

Da mesma forma que os empregados não são éticos com o cliente, o próprio cliente não é ético com o funcionário. Muitas vezes somos maltratadas e humilhadas pelos clientes simplesmente por naquele dia ele estar mal-humorado. Também já me aconteceu de estar a atender um cliente na caixa e o cliente que estava na fila para ser atendido começar a discutir comigo porque o cliente da frente demorava a pagar as compras. Na realidade ninguém deveria ir as compras com pressa pois o funcionário pode não ter culpa por demorar a ser atendido.

Muitas regras do funcionamento dos supermercados são muito complicadas e as normas muito difíceis para que dá a cara todos os dias e aguenta com a demasiada exigência dos seus clientes.

Em Junho de 2008 fiquei efectiva.

A 26 de Julho de 2008, casei com o Bruno pela igreja, pois já namorávamos à 6 anos. Hoje em dia saber gerir um ordenado tornasse complicado devido a "crise". Para que recebe o salário mínimo e tem casa e carro para pagar ao banco é complicado pois o salário só de um não chega.

Uma parte do meu ordenado utilizo para pagar a renda, tv cabo, internet, luz e gastos diários com gasolina, café, alimentação, e mais... o restante orçamento do mês tento gerir sem gastos desnecessários e poder ter sempre o orçamento bastante positivo. Existem meses mais complicados que me fazem gastar mais pois existe também os seguros e manutenção dos carros, porque eu e o meu marido temos dois carros, festas de anos, e meses que simplesmente nos fazem gastar mais.

Como gosto de ir ao cinema, sempre que posso vou ver um filme. Todas as semanas compro uma revista, não só para estar informada com que se passa na televisão e com a vida dos nossos famosos mas também gosto das receitas que tem nas revistas.

Para as insuficiências de dinheiro podemos sempre recorrer aos créditos e empréstimos. O crédito ao consumo tem actualmente larga expressão nas doutrinas portuguesas. Os inúmeros e os constantes arestos publicados, em particular a partir do início do século XXI, assim o demonstram.

Os planos poupança-reforma foram criados para incentivar a poupança e garantir um complemento de reforma. Estes produtos são especialmente atractivos devido aos benefícios fiscais. Os PPR com a vertente "educação" deixaram de ser contemplados. Assim, embora ainda existam produtos designados PPR/E, apenas pode deduzir as entregas para PPR. Em 2007, pode deduzir 20% do investimento efectuado num máximo de € 350, para titulares entre 35 e 50 anos. Para obter este benefício, deve aplicar até 1750 euros. O montante e a dedução máximas a investir diminui com a idade de subscrição: quem tiver mais de 50 anos, precisa de aplicar € 1500 para obter € 300; entre 35 e 50 anos, € 1750 para deduzir € 350; e menos de 35 anos, € 2000 para uma dedução de 400 euros. Estes montantes são declarados no anexo H do modelo 3 da sua declaração de IRS.

Eu já tive um Plano Poupança Reforma mas ao fim de algum tempo cheguei a conclusão de que uma Conta poupança rendia mais do que o PPR. Os Planos Poupança Reforma são planos de poupança de médio ou longo prazo, que poderão contribuir para financiar um complemento de reforma e simultaneamente fazer face a situações de necessidade. Conta poupança é um tipo de conta bancária, de baixo risco e, consequentemente, baixo rendimento, geralmente garantido pelo governo até um determinado valor, independente de qual banco é a sua depositária.

O PPR é uma aplicação que fazemos no banco do qual não se recebe juros e na conta poupança nos recebemos juros e quanto mais dinheiro lá colocarmos mais juros recebemos. Quando levantamos o dinheiro da conta poupança o único inconveniente é a perda dos juros no prazo de 6 meses já num PPR são necessárias burocracias, pedidos de resgate e esperar alguns dias ate nos colocarem o dinheiro na conta. Quando cancelei o meu PPR tive que esperar pelo dinheiro durante 15 dias e na conta poupança é só chegar ao balcão do banco e levantar.

Para se compreender a relação entre a liberdade e a responsabilidade é necessário, primeiro que tudo, conhecer o que significam estas liberdades e a sua integração no contexto filosófico.

A palavra liberdade tem uma origem latina (libertas) e significa independência. Etimologicamente, a palavra responsabilidade também vem do latim (respondere) e significa ser capaz de comprometer-se.

No senso comum, liberdade é uma palavra que pode ser definida em variados sentidos (liberdade física, liberdade civil, liberdade de expressão...). Filosoficamente, a liberdade, e mais concretamente a liberdade moral, diz respeito a uma capacidade humana para escolher ou decidir racionalmente quais os actos a praticar e praticá-los sem coacções extremas. É de carácter racional, pois os homens devem pensar nas causas e consequências dos seus actos e na sua forma e conteúdo. Esta liberdade não é absoluta, é condicionada e situada. Condicionada porque intervêm no seu exercício, múltiplas condicionantes (físicas, psicológicas...). Situada porque se realiza dentro da circunstância, mundo, sociedade em que vivemos. Todas as nossas acções são fruto das circunstâncias e das nossas próprias características. É também uma liberdade solidária, porque cada um de nós só é livre com os outros, visto que não vivemos sozinhos no mundo. A liberdade humana (pode chamar-se assim porque é de carácter racional e, logo, exclusiva dos homens) reside em se poder dizer sim ou não, quero ou não quero. Nada nos obriga a ter apenas uma alternativa. O exercício da liberdade exige reflexão e, logo, tempo. Por isso, a reacção é diferente da acção, visto que a primeira é imediata face a um estímulo.

A responsabilidade moral é, por sua vez, uma capacidade, e ao mesmo tempo uma obrigação moral, de assumirmos os nossos actos. É reconhecermo-nos nos nossos actos, compreender que são eles que nos constroem e moldam como pessoas. A responsabilidade implica que sejamos responsáveis antes do acto (ao escolhermos e decidirmos racionalmente, conhecendo os motivos da nossa acção e ao tentar prever as consequências desta), durante o acto (na forma como actuamos) e depois do acto (no assumir das consequências que advêm dos actos praticados).

A liberdade e a responsabilidade estão tão ligadas na medida em que só somos realmente livres se formos responsáveis, e só podemos ser responsáveis se formos livres.

A responsabilidade implica uma escolha e decisão racional, o que vai de encontro à própria definição de liberdade.

Por outro lado, se não agirmos livremente, não podemos assumir totalmente as consequências dos nossos actos, visto que as circunstâncias atenuantes seriam muito fortes. Só o sujeito que é capaz de escolher e decidir racionalmente, com consciência, é capaz de assumir as causas e as consequências da sua acção.

Além disso, a liberdade e a responsabilidade são parâmetros essenciais na construção de um indivíduo como pessoa, visto que é através da liberdade e da responsabilidade que um sujeito é capaz de se tornar efectivamente autónomo.

Quando casei ganhei novos direitos e novas responsabilidades pois eu tenho o direito de ser respeitada pelo meu marido e o dever de respeita-lo a ele. Tenho a responsabilidade e cuidar da casa e com a ajuda dele e ter em atenção que não falte nada em casa. Devido ao meu trabalho por vezes torna-se complicado pois com o meu horário é bastante complicado conciliar todas estas coisas e é por isso que conto com o meu marido para me ajudar. Eu e o outro... como eu posso ser feliz vendo pessoas infelizes há minha volta?

A felicidade para mim é um bem continuo e de grande esforço para a manter. Cada um de nós tem direito a ser feliz embora cada um trace o seu caminho. Fui educada pela minha família a educar e respeitar os outros tendo em conta que não sejamos humilhados pelo outro. Respeito toda e gente que me rodeia desde que o mesmo também me respeite. " Respeita se queres ser respeitado" é uma frase que a minha mãe sempre me ensinou e sempre me disse para respeitar e fazer feliz todos os que me rodeiam.

Quando vejo que alguém precisa de ajuda tento ajudar e compreender os motivos que o fazem estar assim mas se vejo que, esse, "alguém" não quer a minha ajuda também percebo e retiro-me e respeito a opinião dele.

Muitas vezes as pessoas escolhem o caminho errado para ser feliz e precisam de ajuda para seguirem um caminho certo. Como gosto que me ajudem quando preciso também gosto de ajudar e mas questões de felicidade é muito complicado de as enfrentar sozinha por isso contamos sempre com a ajuda dos amigos para as ultrapassar.

Conto muito com os meus amigos e os meus pais para tudo mesmo em relação ao meu marido, preciso muito dele.

A conclusão que eu tiro desta reflexão é que eu preciso dos outros para viver e só com eles eu serei feliz.

Eu ainda hoje tenho colegas que são sustentadas pelos pais e não tem a mínima vergonha disso mas eu com 23 anos posso dizer que tudo o que tenho foi conseguido com o suor do meu trabalho e graças a deus hoje posso ajudar e minha mãe sempre que ela precisar.

A nossa lua-de-mel, não foi nada de outro mundo, apenas percorremos, de carro, Portugal de Norte a Sul. Conhecemos vários monumentos históricos. O património cultural remete-nos para a questão da relatividade cultural. Pois, muitas são, com efeito, as identidades culturais, presentes internacionalmente na diversidade de países ou nacionalmente na diversidade de regiões; e, correlativamente muitos são também os patrimónios culturais directamente relacionados com as referidas identidades, nacionais ou globais. Hoje, mais do que nunca, a questão da relatividade cultural tem-se perspectivado como uma forma de enriquecimento pessoal. Se abundam as agências de viagens, superabundam os turistas que procuram conhecer o melhor que cada país pode oferecer. A gastronomia, música, arquitectura, as lendas, as danças e os trajes regionais, as paisagens são um ponto de passagem obrigatório para cada turista. É por isso que a preservação do património cultural tem-se constituído como uma prioridade absoluta, já que permite uma forte fonte de ingressos para cada país assim como a manutenção da identidade nacional. Se são de louvar todas as políticas, nacionais e internacionais, que visam preservar o património cultural da humanidade, são igualmente de rejeitar todas as atitudes de vandalismo e desprezo pelo legado ancestral da humanidade. Portugal tem muitos monumentos históricos que eu já visitei tais como o Castelo de Guimarães.(fonte: www.blogspot.com)

A língua portuguesa, com mais de 260 milhões de falantes, é, como língua nativa, a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental, e tem origem em Portugal, daí o nome "português" dado ao idioma. Além de Portugal, ele é oficial em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e, desde 13 de Julho de 2007, na Guiné Equatorial, sendo também falado nos antigos territórios da ?ndia Portuguesa. Possui estatuto oficial na União Europeia, no Mercosul, na União Africana, na Organização dos Estados Americanos, na União Latina, na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e na Associação dos Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa (ACOLOP). Entre as diversas versões da língua portuguesa verificam-se diferenças no léxico.

O português tem duas variedades escritas (padrões ou normas) reconhecidas internacionalmente:

Português europeu e africano (Português europeu), usado por maior número de países;

Português do Brasil, usado pela maioria dos falantes.

Mas dentro do Português do Brasil, conforme a região do país também constata-se variedades na escrita e fala, conjugado com o chamado regionalismo.

Alguns exemplos de diferenças do português europeu para o português brasileiro:

O sotaque de Portugal, é um sotaque comprovadamente eslavo devido ao hábito de não falarem a maioria das vogais as quais curiosamente não se esquecem de escrever em textos de prosa. Como exemplo a frase em prosa "se cá nevasse fazia-se cá ski", pronuncia-se skánevass faziasss cáski; e a frase "Setembro chove" pronuncia-se setembrushov. Facto comprovado faz com que o português de Portugal esteja em risco de expulsão como membro das línguas românicas o que não aconteceu até à data por escreverem ainda com sotaque romance. No entanto, o próximo acordo ortográfico que tem na agenda propor a eliminação das vogais obsoletas, poderá fazer com que o português de Portugal mude de ramo linguístico.

Desde então, vivemos numa casa na freguesia que nos viu nascer e crescer. Gosto de morar cá pelo sossego, a tranquilidade e pelo ar puro que podemos respirar. Como sempre morei na aldeia sei como tratar de uma horta e de uma vinha mas se morasse na cidade nem sequer sabia arrancar uma cenoura da terra como muitas amigas que tenho.

Com a habitação social já não é assim. Devido a grande concentração de pessoas não conseguimos ter o sossego que tenho na aldeia.

Para construir uma casa precisamos de vários tipos de material. Também ultimamente utilizasse muito os tectos falsos, o pladur, isolamento por wallmate e roofmate, tintas anti-fungos.

Devido as novas tecnologias as casas cada vez mais, são feitas de forma a melhorar a habitabilidade e durabilidade e diminuição de custos. O isolamento das casas com wallmate permite menores amplitudes térmicas e com a segurança sísmica.

Somos muito felizes. Temos, para já, apenas a companhia um gato Persa que se chama Nikku.

Eficiência energética é uma actividade que procura optimizar o uso das fontes de energia. A utilização racional de energia, às vezes chamada simplesmente de eficiência energética, consiste em usar menos energia para fornecer a mesma quantidade de valor energético.

Os equipamentos em nossa casa, escritório, o nosso carro, a iluminação nas nossas ruas e até as centrais que produzem e distribuem a nossa energia, quer ela seja electricidade, gás natural ou outra, consomem de alguma forma uma fonte de energia. A utilização abusiva das fontes de energia de origem de combustíveis fósseis, como o petróleo (que representa 37% do consumo), o carvão (27%), o gás natural e o urânio, contribuem grandemente para a libertação de dióxido de carbono para a atmosfera trazendo consequências desastrosas para o nosso Planeta, como as chuvas ácidas, o aquecimento global e a redução da camada de ozono. Edifícios energeticamente eficientes, processos industriais e de transporte poderiam reduzir as necessidades energéticas do mundo em 2050 por um terço, e será essencial no controlo das emissões globais de gases com efeito de estufa, de acordo com a Agência Internacional de Energia.

A adopção de soluções ou medidas eficientemente energéticas em edifícios pode passar como por exemplo, por colocar um isolamento térmico de modo a se consumir menos energia para aquecimento e arrefecimento mantendo a mesma temperatura, instalar lâmpadas económicas, em vez de lâmpadas incandescentes para atingir o mesmo nível de iluminação.

A utilização das energias renováveis como fonte de energia para consumo das necessidades energéticas, quer de climatização como de aquecimento de águas quentes sanitárias e de piscinas é uma das formas mais eficientes de reduzir o consumo de energias de combustíveis fósseis. A instalação de painéis solares térmicos na cobertura dos edifícios pode representar uma redução de 60% no consumo de energia para aquecimento de águas sanitárias. A energia renovável é aquela que é obtida de fontes naturais capazes de se regenerar, e portanto virtualmente inesgotáveis, ao contrário dos recursos não renováveis. São conhecidas pela imensa quantidade de energia que contêm, e porque são capazes de se regenerar por meios naturais. Os exemplos de energias renováveis são:

As energias renováveis são consideradas como energias alternativas ao modelo energético tradicional, tanto pela sua disponibilidade, presente e futura, garantida, diferente dos combustíveis fósseis que precisam de milhares de anos para a sua formação, como pelo seu menor impacto ambiental.

Quando andava na escola fiz uma visita de estudo a Barragem do Lindoso situada no conselho de Ponte da Barca, no rio Lima, freguesia de Lindoso dentro do Parque Nacional da Peneda-Gerês. A barragem foi projectada em 1983 e concluída em 1992. A sua utilidade é a produção de energia eléctrica, sendo o maior e mais potente produtor hidroeléctrico em Portugal. É uma das mais altas construções de Portugal. Foi muito interessante pois ficamos a conhecer uma barragem por dentro. Ficamos a saber que a barragem do Lindoso foi a primeira grande barragem a ser construída em Portugal e ainda está em funcionamento. A barragem foi construída no antigo ancoramento que alimentava a antiga Central de Lindoso em 1922. O ponto mais baixo das turbinas está ao nível do mar. Fonte: minhas imagens

Eu, tal como muita gente, conheço as energias renováveis e sei o quanto são importantes para a vida do nosso planeta. O clima compreende um padrão dos diversos elementos atmosféricos que ocorrem na atmosfera da Terra. Fenómenos como frentes frias, tempestades, furacões e outros estão associados tanto às variações meteorológicas preditas pelas leis físicas determinísticas, assim como a um conjunto de variações aleatórias dos elementos meteorológicos, temperatura, precipitação, vento, humidade, pressão do ar, cuja principal ferramenta de investigação é a estatística. As semelhanças em várias regiões da Terra de tipos específicos caracterizam os diversos tipos de clima, para o que são consideradas as variações médias dos elementos meteorológicos ao longo das estações do ano num período de não menos de 30 anos.

A climatologia é uma especialização da pesquisa meteorológica e geográfica dedicada ao estudo e investigação do clima em seus múltiplos aspectos. Nas ciências atmosféricas, a climatologia investiga as causas e as relações físicas entre os diferentes fenómenos climáticos, por exemplo, os factores de ocorrência de secas, inundações, ondas de calor, fenómenos El Niño/ENSO, e outros. Na geografia, a climatologia é uma ferramenta de entendimento da relação do homem com seu espaço ambiental, particularmente com os fenómenos atmosféricos, do qual ele é paciente, atingido por vendavais, furacões, tornados, tempestades, enchentes e cheias, por exemplo, e causador, poluição, degradação ambiental, mudança climática devido efeito-estufa e outros. Esses dois pontos de vista, meteorológico e geográfico, complementam-se e não podem ser entendidos de forma separada.

O termo Mudança do Clima, Alterações climáticas ou Mudanças Climáticas refere-se à variação do clima em escala global ou dos climas regionais da Terra ao longo do tempo. Estas variações dizem respeito a mudanças de temperatura, precipitação, nebulosidade e outros fenómenos climáticos em relação às médias históricas. Tais variações podem alterar as características climáticas de uma maneira a alterar sua classificação didáctica.

As alterações climáticas têm vindo a ocupar uma importância crescente no elenco dos grandes problemas globais enfrentados pela Humanidade. Um dos argumentos utilizados durante muitos anos para nada fazer em matéria de alterações climáticas era a incerteza relativamente aos resultados da investigação científica. O clima é um sistema muito complexo e havia muitos cientistas que suscitavam dúvidas sobre a possibilidade do homem ser responsável pelas mutações climáticas. Também havia muita incerteza relativamente aos efeitos das alterações climáticas ao longo do tempo, bem como da distribuição regional dos impactes. Finalmente, as análises de custo e benefício desenvolvidas por economistas consagrados apontavam no sentido de que os custos de mitigação eram excessivamente altos e os benefícios líquidos associados às políticas públicas de redução do CO2 seriam provavelmente negativos. Estes resultados constituíam uma justificação conveniente para nada ser feito em matéria de políticas de mitigação.

Tudo isto mudou nos últimos anos, assistindo-se à generalizada aceitação das bases científicas que sustentam a importância da acção do Homem na mudança climática. Com efeito, existe hoje uma dupla constatação

Primeiro, a comprovação científica, cada vez mais consensual na comunidade científica, de que o clima está a mudar e que o Homem é responsável pelo aquecimento global. Segundo, se nada for feito corre-se o risco da atmosfera do nosso planeta ultrapassar irreversivelmente um valor acumulado de GEE que constituirá uma espécie de "limite de sustentabilidade" da actividade humana no nosso planeta e para lá do qual se perfilam alterações climáticas com um impacto catastrófico na Humanidade.

O mais recente contributo para a percepção geral desta questão pelas elites dirigentes foi a publicação do relatório de Nicholas Stern, feito em 2006 para o Governo inglês, e que marcou uma mudança no debate económico e nos seus reflexos sobre as políticas públicas. Nicholas Stern afirma que, se nada for feito, corremos o risco de suportar penalizações correspondentes a cerca de 20% do PIB até 2050. Como contraponto daquela opção e para evitar a catástrofe propõe que apliquem políticas de mitigação com um custo equivalente a 1% do PIB. Também a opinião pública foi fortemente influenciada no sentido do desenvolvimento de acções orientadas para o controlo da alteração climática pela campanha de Al Gore, sob a epígrafe de "Uma verdade inconveniente", consagrada com a atribuição do Nobel da Paz.

A importância global do problema levou as Nações Unidas a criar um fórum que pudesse ir monitorizando a evolução da situação e, simultaneamente, formular recomendações para os decisores políticos. O mais recente relatório veio reforçar algumas das preocupações já afloradas em anteriores edições. Muito particularmente, pode esperar-se uma distribuição regional dos impactos bastante desigual. Assim, os países ricos, com cerca de 15% da população mundial, que são os maiores responsáveis pelas emissões de GEE (cerca de 50% do total anual) mas, até ao momento, serão pouco afectados pelas suas consequências ambientais, enquanto os países pobres, sem grandes responsabilidades nas emissões são, já hoje, e mais fortemente no futuro, profunda e tragicamente afectados pelas suas consequências. A par dos pobres, as gerações futuras, que não votam e, por isso mesmo, tendem a ser ignoradas pelos decisores políticos, são a outra vítima inquestionável das alterações climáticas.

Estes novos dados, genericamente aceites hoje, mas muito contestados no passado recente, confirmam c ompletamente a justeza, o realismo e a adequação do Protocolo de Quioto e a necessidade de lhe encontrar um sucedâneo.

O dióxido de carbono é um composto químico constituído por dois átomos de oxigénio e um átomo de carbono. A representação química é CO2. O dióxido de carbono é essencial à vida no planeta. Visto que é um dos compostos essenciais para a realização da fotossíntese - processo pelo qual os organismos fotossínteses transformam a energia solar em energia química. Esta energia química, por sua vez é distribuída para todos os seres vivos por meio da teia alimentar. Este processo é uma das fases do ciclo do carbono e é vital para a manutenção dos seres vivos.

O carbono é um elemento básico na composição dos organismos, tornando-o indispensável para a vida no planeta. Este elemento é estucado na atmosfera, nos oceanos, solos, rochas sedimentares e está presente nos combustíveis fósseis. Contudo, o carbono não fica fixo em nenhum desses estuques. Existe uma série de interacções por meio das quais ocorre a transferência de carbono de um estuque para outro. Muitos organismos nos ecossistemas terrestres e nos oceanos, como as plantas, absorvem o carbono encontrado na atmosfera na forma de dióxido de carbono (CO2). Esta absorção se dá através do processo de fotossíntese. Por outro lado, os vários organismos, tanto plantas como animais, liberam dióxido de carbono para a atmosfera mediante o processo de respiração. Existe ainda o intercâmbio de dióxido de carbono entre os oceanos e a atmosfera por meio da difusão.

A libertação de dióxido de carbono via queima de combustíveis fósseis e mudanças no uso da terra, desnatamentos e queimadas, principalmente, impostas pelo homem constituem importantes alterações nos estuques naturais de carbono e tem um papel fundamental na mudança do clima do planeta.

O vapor de água e o dióxido de carbono, apesar de existirem em quantidades mínimas na atmosfera, são importantes para a vida na Terra. Para além de participarem nos processos biológicos que dão vida aos organismos, exercem um papel fundamental na regulação do clima na Terra. O vapor de água da atmosfera forma-se a partir da evaporação da água dos oceanos, rios e mares, e ainda a partir da respiração de plantas e animais. Para evaporar, a água absorve energia, quer da radiação solar, quer do ar quente junto à superfície terrestre. À medida que a água se evapora, o ar vai ficando carregado de humidade, até atingir a saturação, formando as nuvens. Quando o ar saturado de vapor de água arrefece, a água condensa-se e volta à superfície na forma de precipitação, aumentando os caudais dos rios, engrossando lagos, rios subterrâneos e também oceanos. O vapor de água, ao condensar-se, liberta para o meio ambiente a energia anteriormente absorvida. A água é, pois, um meio de transporte natural da energia entre a atmosfera e a superfície da Terra, através das sucessivas evaporações e condensações, que constituem o ciclo da água.

Antes da emancipação da mulher era ela que tenha como deve cuidar da casa e dos filhos enquanto o homem ia trabalhar para os puder manter. Foi então por estes motivos que os equipamentos domésticos foram criados especialmente para elas. Actualmente com a mulher no mercado de trabalho gerou uma grande mudança, dou o exemplo da minha casa tanto eu como o meu marido utilizamos a máquina de lavar roupa, o aspirador, o frigorifico, entre outros...

Quando comprei os electrodomésticos aconselhei-me com o vendedor sobre as qualidades e as eficiências dos equipamentos, falo em especial da máquina de lavar roupa. Na altura falei com o vendedor e ele disse-me a melhor forma de trabalhar com ela e que devia utilizar um bom anti-calcário. Sei através do livro de instruções que a minha máquina tem um consumo de energia de 1.02 kWh e que a energia gasta anualmente é, em média, de 204 kWh. Sempre que coloco a máquina evito encher a máquina ao máximo para reduzir o consumo de energia e utilizo sempre o anti-calcário. Com calcário a maquina avaria com mais facilidade porque este acumulasse nas tubagens e no tambor pois a existência de calcário nas tubagens pode danificar a resistência eléctrica e com o mau funcionamento da resistência, devido ao calcário, aumenta o consumo de energia e pode originar uma avaria do equipamento.

A electricidade é um fenómeno físico originado por cargas eléctricas estáticas ou em movimento e por a interacção de certos tipos de partículas sub-atomicas. A electricidade é constituída por electrões e estes na passagem por um condutor originam a electricidade.

Também utilizo frequentemente a máquina fotográfica digital pois com ela podemos recordar o passado. Durante a minha viagem a Alemanha utilizei muito a maquina para recordar por todos os locais que passei. Tenho fotos ao pé da torre Eiffel do museu do Louvre e da catedral de Colónia na Alemanha. Normalmente consulto o manual de instruções para qualquer dúvida que tenho e quando comprei a máquina testei todas as suas funções.

Normalmente costumo comunicar com os meus amigos através do telemóvel e da internet mas o que mais utilizo é o telemóvel, anda sempre comigo pois é pequeno e posso guardar no bolço e nunca o consigo deixar em casa. Graças ao telemóvel podemos comunicar para qualquer lado, de qualquer sítio. Antigamente se precisasse-mos de fazer uma chamada era necessário ir a um telefone público ou então ir para casa, com o telemóvel já não acontece. Eficiência energética é uma actividade que procura optimizar o uso das fontes de energia.

A utilização racional de energia, às vezes chamada simplesmente de eficiência energética, consiste em usar menos energia para fornecer a mesma quantidade de valor energético.

Os equipamentos em nossa casa, escritório, o nosso carro, a iluminação nas nossas ruas e até as centrais que produzem e distribuem a nossa energia, quer ela seja electricidade, gás natural ou outra, consomem de alguma forma uma fonte de energia. A utilização abusiva das fontes de energia de origem de combustíveis fósseis, como o petróleo (que representa 37% do consumo), o carvão (27%), o gás natural e o urânio, contribuem grandemente para a libertação de dióxido de carbono para a atmosfera trazendo consequências desastrosas para o nosso Planeta, como as chuvas ácidas, o aquecimento global e a redução da camada de ozono.

Edifícios energeticamente eficientes, processos industriais e de transporte poderiam reduzir as necessidades energéticas do mundo em 2050 por um terço, e será essencial no controlo das emissões globais de gases com efeito de estufa, de acordo com a Agência Internacional de Energia.

A adopção de soluções ou medidas eficientemente energéticas em edifícios pode passar como por exemplo, por colocar um isolamento térmico de modo a se consumir menos energia para aquecimento e arrefecimento mantendo a mesma temperatura, instalar lâmpadas económicas, em vez de lâmpadas incandescentes para atingir o mesmo nível de iluminação.

A utilização das energias renováveis como fonte de energia para consumo das necessidades energéticas, quer de climatização como de aquecimento de águas quentes sanitárias e de piscinas é uma das formas mais eficientes de reduzir o consumo de energias de combustíveis fósseis. A instalação de painéis solares térmicos na cobertura dos edifícios pode representar uma redução de 60% no consumo de energia para aquecimento de águas sanitárias.

A eficiência energética e as energias renováveis são os "dois pilares" da política energética sustentável. Um estilo de vida saudável inclui a saúde preventiva, boa nutrição e controle do peso, recreação, exercícios regulares, e evitar substâncias nocivas ao organismo. Fast-food ("comida rápida" em inglês) é o nome genérico dado ao consumo de refeições que podem ser preparadas e servidas em um intervalo pequeno de tempo. São comercializados desta maneira os sanduíches, pizzas e pastéis. Aplica-se à comida vendida em lojas pertencentes às grandes redes de alimentação. O mesmo alimento, que por vezes é vendido como refeição rápida, pode também ser consumido em restaurantes. O fast-food virou sinónimo de um estilo de vida stressante que vem sendo criticado desde o final do século XX. A esta alimentação faz parte o McDonalds. McDonald's é uma empresa responsável por uma rede internacional de lojas cuja actividade é conhecida como fast food, é também a maior rede de fast food do mundo. A expressão também se refere à marca desta empresa, a qual a transcende e revela-se inserida na cultura de massas contemporânea. A rede foi fundada em Abril de 1955, em Illinois, nos Estados Unidos da América. Actualmente ela vende cerca de 190 hambúrgueres por segundo no mundo, sendo que uma nova loja é inaugurada a cada dez horas. Entre 1955 e 1993, as suas 14 mil lojas venderam 80 bilhões de sanduíches. Juntamente de marcas como Coca-Cola o McDonald's é considerado um dos mais disseminados símbolos do capitalismo internacional. Seu produto mais famoso é o lanche conhecido como Big Mac.

O McDonald's tem sido alvo de muitas críticas ao longo dos anos. Entre várias delas, alega-se que, a produção de seus produtos causa danos ecológicos, o excesso de embalagens descartáveis e as grandes áreas de pastagens podem incluir-se entre os factores de dano ecológico, a comida não é saudável, tendo elevado nível de gordura e açúcar, tem um apelo às crianças com o palhaço Ronald McDonald e outros personagens (Birdie, Shaky, e Papaburuger), atraindo-as e condicionando-as ao consumo dos lanches, criando hábitos não saudáveis que tendem a se manter com a idade, é o maior representante do fast-food, hábito de consumo que está entre as causas do grave problema da obesidade, principalmente nos EUA, sendo um modelo de empresa do capitalismo, é duramente criticado pelos que defendem outro sistema e ainda relacionado ao modo de produção capitalista, critica-se à rede por contratar funcionários dentre as classes sociais mais modestas (que geralmente têm menores poderes na negociação de salários), sem qualificação ou experiência e oferecer a estes salários muito abaixo dos padrões. Outra crítica é ao regime muito duro de trabalho imposto aos seus funcionários, geralmente adolescentes ou pós-adolescentes. Daí originam-se as expressões McJob. O filme Super size Me, um documentário onde um homem come durante um mês apenas produtos do McDonald's, sofrendo graves prejuízos a sua saúde, é bastante crítico em relação ao fast-food em geral, e ao McDonalds em especial.

Por estas razões é que hoje em dia, mais do que nunca, o assunto "queimar gordura" chama a atenção de um número cada vez maior de pessoas. Produtos ou dietas milagrosas estão em todos os lugares, seja na televisão, em revistas ou nas livrarias.

A indústria da perda de peso movimenta hoje cifras milionárias, pois a obesidade vem crescendo de forma assustadora, sem distinção racial ou social, tanto nos países desenvolvidos como nos subdesenvolvidos. Hoje, existem aproximadamente 5 ou 6 bilhões de pessoas em todo o mundo, sendo que das quais, em torno de 300 milhões são obesas.

Ao analisar a evolução do sistema de saúde em Portugal e volvidos mais de vinte anos sobre a criação do Serviço Nacional de Saúde, pergunto-me se atingiu a universalidade no acesso aos cuidados de saúde de qualidade, conferindo uma política de saúde de rosto humano.

Vivemos numa época em que o vertiginoso progresso tecnológico e científico permite saciar a fome no mundo e simultaneamente deparamo-nos com a pobreza de uma grande parte da humanidade. Este escândalo do nosso tempo, permite reflectir sobre os recursos humanos e financeiros responsáveis pelas desigualdades internacionais. Todos os cidadãos devem dispor dos meios necessários para um desempenho aceitável, a nível físico e psicológico, de modo a poder usufruir de um leque razoável de oportunidades sociais. O bem comum resulta do bem de todos nós na participação na vida e no bem da sociedade

O desporto faz bem ao nosso desenvolvimento. Vivemos num mundo moderno, onde os jogos electrónicos substituíram as brincadeiras de rua (jogo do pião, jogo da apanha, ...). Antigamente, correr e jogar à bola eram a cura para todas as doenças.

É importante que haja incentivo, quer por parte das escolas, quer pela própria família, para que as crianças pratiquem desporto. Não de maneira obrigatória nem sequer com carácter competitivo, mas sim, de uma forma espontânea. Deverá ser algo que gostam de fazer: correr, saltar, brincar com bolas, etc. Fazendo exercícios físicos, as crianças tornam-se mais saudáveis. Têm mais apetite e vão menos vezes ao médico.

A disciplina de Educação Física nas escolas portuguesas é uma estimulação ao desenvolvimento das suas capacidades motoras e mentais. Muitas das doenças infecto-contagiosas existentes que são encontradas, em locais inadequados decorrentes dos baixos padrões de higiene, por vezes relacionados com o baixo padrão cultural e social local, actualmente, são de certa forma contidas com a implementação de padrões de higiene, através da consciência da população e instrução de novas metodologias que ensinam como a sociedade deve comportar-se nesses momentos em relação à sua higiene.

A higiene é um conjunto de hábitos de limpeza e asseio com que cuidamos do nosso corpo, por ser um vector de importância em nosso dia a dia, acaba por influenciar no relacionamento inter social, pois implica na aplicação de hábitos, que viram normas de vida em carácter individual, como:

Banho: Tomar banho diariamente - Devemos utilizar sabonete neutro.

Assepsia - Com o uso de desodorizante é bastante útil, especialmente de Verão. No entanto devem ser evitados os que inibem a produção de suor, podendo assim aumentar a transpiração noutros locais do corpo - transpiração compensatória.

Lavar as mãos sempre que necessário, especialmente antes das refeições, antes do contacto com os alimentos e depois de utilizar o WC. Além disso, é importante manter as unhas bem cortadas e limpas.

Higiene bucal: Os dentes e a boca devem ser lavados depois da ingestão de alimentos, usando um creme dental com flúor. Uma higiene inadequada dos dentes dá origem à cárie dentária, que pode ser causa de inúmeras doenças.

?gua potável: Beber água mineral ou filtrada.

Uma alimentação equilibrada com alimentos se possível mais natural e que encontrem-se em melhores condições.

Para uma alimentação saudável é necessário fazer as seguintes recomendações:

Utilizar alimentos de qualidade: limpos e frescos; Tomar sempre o pequeno-almoço; Incluir nas refeições alimentos de todos os sectores da roda dos alimentos, nas proporções por ela sugeridas; Variar o mais possível os alimentos; Não passar mais de três horas e meia sem comer; Evitar alimentos com muito sal; Evitar alimentos açucarados (bolos, rebuçados, refrigerantes, etc.); Evitar os fritos ou ementas com muita gordura; Consumir diariamente leite ou derivados; Comer pelo menos três peças de fruta por dia; Consumir produtos hortícolas no prato ou em saladas, com abundância; Comer leguminosas (feijão, grão) pelo menos duas vezes por semana; Consumir diariamente sopa (fonte da vitamina C); Preferir pão escuro (mistura de centeio e trigo) do tipo saloio ao pão mais branco (trigo); Comer peixe pelo menos quatro vezes por semana; Evitar consumir bebidas alcoólicas antes da idade adulta; Beber líquidos em abundância (água simples, limonada ou refrescos sem açúcar e infusões de ervas); Comer com calma, mastigando correctamente os alimentos.

Não costumo entrar muitas vezes em negociações mas uma vez que elas são possíveis temos que aproveitar pois hoje pode não ser preciso mas um dia mais tarde pode fazer falta e se uma pessoa não souber negociar na altura certa mais tarde pode ficar fora do contexto.

Quando marquei as minhas férias deste ano pedi para ter a segunda quinzena de Julho para poder estar de férias na altura em que vou fazer um ano de casada. Na altura de divulgarem as férias eu vi que as minhas estavam marcadas para a altura que eu queria, ou seja, de 15 a 30 de Julho e eu fiquei contente porque pela primeira vez deram-me férias na altura que eu tinha pedido. Passou uma semana e eu fui chamada ao escritório pela minha gerente e o motivo da discussão eram as minhas férias. Uma colega minha tinha as férias marcadas para a primeira quinzena de Julho e não podia gozar as férias com o marido e eu, uma vez que o meu marido pode tirar férias na altura que quiser, podia trocar as minhas. Na altura fiquei contrariada pois foi a primeira vez em 2 anos que lá trabalho que pode escolher as férias mas depois entrei em negociação com a minha gerente e pedi que se trocasse as minhas férias para a primeira quinzena tinha que me dar o fim-de-semana 25 e 26 de Julho para eu ficar em casa e assim foi. Vou ficar de férias de 1 a 15 e os dias 25 e 26 de Julho.

Como falei na altura certa tive sorte pois o fim-de-semana que eu queria vou ficar em casa e assim não criei conflitos entre eu e a minha colega. Na realidade eu não gosto de criar conflitos com ninguém e se estiver bem para os outros para mim também está, mas com cuidado pois eu não gosto que me calquem.

No dia 10 de Maio de 2009 fui internada no hospital para ser operada a vesícula, pois tinha uma litiase da vesícula biliar que se localiza na face inferior do fígado e serve para armazenar e concentrar a bílis produzida nesta glândula e para a enviar para o intestino no período de digestão dos alimentos. A litíase da vesícula consiste na presença de um ou vários cálculos ("pedras") dentro da mesma.

Fui operada devido as inúmeras Cólicas biliares queé uma dor moderada a intensa que se sente no abdómen superior do lado direito, ao nível do fígado, ou mesmo no centro, sobre o estômago. Dura habitualmente entre meia hora a cinco horas e pode precisar de analgésicos injectáveis nos casos mais intensos.

Quando soube que tinha que ser operada fiquei em estado de choque pois nunca tinha sido internada antes e nunca passei uma noite no hospital.

No dia em que fui internada tive bastante medo de lá ficar, medo de ser mal atendida, medo que a operação corresse mal medo de tudo. Foi uma noite mal dormida, nem com a ajuda do comprimido que o enfermeiro me deu para dormir resultou. No dia seguinte, dia da famosa operação os enfermeiros vieram trazer a "fatiota" que tinha que levar para o bloco e colocaram-me a soro. Na hora de ir para o bloco as minhas pernas tremiam com medo e o meu coração batia com muita força. Só me lembro de lá entrar e depois apaguei.

O tratamentoactual de eleição para a grande maioria dos casos de Litíase vesicularé a chamada colecistectomia laparoscópica que foi o que fiz. Esta consiste em remover a vesícula por meio de algumas pequenas incisões no abdómen. Necessita de anestesia geral mas o doente tem alta um ou dois dias depois e as cicatrizes que deixa são quase imperceptíveis.

Quando por motivos técnicos não se consegue remover a vesícula por este método recorre-se ao método clássico ou "aberto" deixando este a habitual cicatriz linear no abdómen superior, ao nível do fígado.

A vantagem de remover a vesícula consiste em retirar os cálcuios causadores dos problemas juntamente com o órgão onde se formam, impossibilitando a recidiva. Para a grande maioria dos doentes a falta da vesícula biliarnão interfere significativamente com a sua qualidade de vida.

Quando acordei da anestesia estava muito atordoada só me lembro da enfermeira vir ao meu lado perguntar se eu tinha dores e eu disse que sim... quando sai do bloco tinha o meu marido a minha espera que me acompanhou ate ao quarto.

Passei a tarde toda a dormir.

No dia seguinte sai do hospital com a indicação que não podia fazer esforços e dieta rigorosa durante 3 - 4 semanas e que tirava os pontos 10 dias depois. Tomei analgésicos durante 15 dias. O analgésico era o Ben-u-ron de 1 grama. O Ben-u-ron está indicado no tratamento sintomático de situações clínicas que requerem um analgésico e/ou um antipirético, tais como síndromes gripais ou outras hipertermias infecciosas, reacções hiperérgicas da vacinação, cefaleias, enxaquecas, dores de dentes, de ouvidos, menstruais, traumáticas, musculares e articulares e como analgésico antes e após intervenções cirúrgicas.

Também tomei o Omeprazol cápsulas de 20 mg. O omeprazol é um inibidor da secreção ácida gástrica, cujo mecanismo de acção envolve a inibição específica da bomba de ácido gástrico na célula parietal. Age rapidamente e produz um controle reversível da secreção de ácido gástrico com uma única dose diária. Está indicado para o tratamento de úlcera duodenal, úlcera gástrica, doença ulcerosa péptica com histologia antral ou cultivo positivo para Helicobacter pylori, esofagite por refluxo, síndrome de Zollinger Ellison, pacientes com risco de aspiração do conteúdo gástrico durante anestesia geral (profilaxia de aspiração).

E também o Motilium carteiras granulado efervescente 10 mg que serve para síndromes dispépticas frequentemente associadas a um retardo de esvaziamento gástrico, refluxo gas-troesofágico e esofágica, sensação de empachamento epigástrico, sacie-dade precoce, distensão abdominal, dor abdominal alta eructação, flatulência, náuseas e vómitos; azia, queimação epigástrica com ou sem regurgitação de conteúdo gástrico.

Correu tudo bem e hoje já me sinto bem melhor. É pena que ainda existam mais filas de espera para este tipo de operações pois como eu estive a espera quase 2 anos muitas pessoas morrem sem serem operadas.